Pesquisar este blog

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Waldirene - A garota do Roberto (LP 1968)

 Primeiro álbum da Waldirene foi produzido pela RCA Victor em 1968
Faz tempo desejava postar este primeiro LP da Waldirene, lançado em 1968 pela RCA Victor, mas estava impossibilitado de apresentá-lo porque não tinha a arte gráfica do disco. Tenho o álbum num CD genérico, adquirido numa feira de vinil, com áudio muito bom, mas as ilustrações são ruins, e achei melhor aguardar o momento certo. Finalmente, consegui encontrar as imagens originais do disco, que certamente agradará aos colecionadores. O repertório, com músicas de autores famosos, como Erasmo Carlos, Antonio Marcos, Reynaldo Rayol, Eduardo Araújo, Marcos Roberto e Dori Edson, também inclui seu maior sucesso, “A garota do Roberto”. Confira:

01 - Sempre
(David Miranda - Gilberto Pereira)
02 - Meu Travesseiro
(Osmar Navarro)
03 - Voa, Passarinho
(Alemão - Newton de Siqueira Campos)
04 - A Garota Do Roberto
(Carlos Imperial - Eduardo Araújo)
05 - Você Entendeu Meu Olhar
(Marcos Roberto - Dori Edson)
06 - Nunca Mais Eu Voltarei
(Antonio Marcos - Mário Marcos)
07 - Suas Mãos
(Alemão - Newton de Siqueira Campos)
08 - Amor Certinho
(Eduardo Araújo - Chil Deberto)
09 - Não Era Amor
(David Miranda)
10 - Nem Sei O Que Faço
(Roberto Correa - Sylvio Son)
11 - Este É Seu Lugar
(Reynaldo Rayol)
12 - Eu Quero Ser Sua Namorada
(Erasmo Carlos)



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

An evening with Marlene Dietrich (CD ao vivo - 1999)

 CD resgata apresentação realizada em 12 dezembro de 1964 em Londres
Aqui está mais um disco da inesquecível Marlene Dietrich, um dos ícones do cinema mundial. O álbum, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, foi gravado ao vivo durante sua apresentação em 12 de dezembro de 1964 no The Queen’s Theatre em Londres. O disco aqui apresentado é da reedição inglesa em CD, lançada pela Castle Music em 1999. O show traz a assinatura do maestro Burt Bacharach na condução e direção, contendo boa parte do repertório que acompanhou a atriz e cantora ao longo de suas apresentações pelo mundo, incluindo o Brasil. Um dos destaques é a faixa “Falling in Love Again”, imortalizada pela própria artista em 1930 no filme “O anjo azul”, no qual a personagem Lola usa um chapéu de seda, sentada em um barril, cruzando as pernas, e lançando um olhar para cima. Outro destaque é a releitura de “La Vie en Rose”, sucesso da Edith Piaf, perfeita para a  voz profunda e olhar mortiço da cantora. Confira:

01 - Introdução - I Can't Give You Anything But Love
02 - The Laziest Gal in Town
03 - Shir Hatan
04 - La Vie en Rose
05 - Jonny
06 - Go Way from My Window
07 - Allein in Einer Grossen Stadt
08 - Lili Marlene
09 - Das Lied 1st Aus (Frag' Nicht Warum Ich Gehe)
10 - Lola
11 - I Wish You Love
12 - Marie Marie
13 - Honeysuckle Rose
14 - Falling in Love Again


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito


sábado, 10 de novembro de 2018

Vários intérpretes - Capricho Brasil (CD 1997)

 Coletânea com grandes intérpretes da Sony Music é recheada de reggae
Uma excelente coletânea, com muito reggae, sintetiza o conteúdo deste “Capricho Brasil”, produzido pela Sony Music em 1997 e enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço pela colaboração. Apesar de não ter nenhuma informação sobre a procedência, acredito que se trata de um disco promocional, feito sob medida para a revista Capricho, da Editora Abril. O disco inclui sucessos como “Jack Tequila” e “Te ver” (Skank), “O reggae e o mar” (Daniela Mercury), “Encontrar alguém” (J. Quest) e outros. Confira:


01 - Skank - Jackie Tequila
(Samuel Rosa - Chico Amaral)
02 - Cidade Negra - Onde Você Mora
(Nando Reis - Marisa Monte)
03 - Araketu - Ara Ketu Bom Demais
(Dinha)
04 - Jota Quest - Encontrar Alguém 
(Rogério Flausino - Marco Tulio Lara)
05 - Planet Hemp - Mantenha O Respeito
(Rafael)
06 - João Marcello Bôscoli - Flor Do Futuro
(Bernardo Vilhena - Cláudio Zolli)
07 - Daniela Mercury - O Reggae E O Mar
(Rey Zulu - Daniela Mercury)
08 - Cidade Negra - Downtown
(Bino - Da Gama - Lazão)
09 - Asa De Águia - Pot-pourri:
Dia Dos Namorados
(Durval Lelis - Tonho Matéria)
Rock And Roll Lullaby
(Mann - Well)
10 - Band Axé 2000 - Pot-pourri:
A Vida É Festa
(Dito)
Estrela Primeira
(Pierre Onasis - Jal)
11 - Chico Science & Nação Zumbi - Maracatu Atômico
(Jorge Mautner - Nelson Jacobina)
12 - Jorge Ben Jor - Gostosa
(Jorge Ben Jor)
13 - Biquini Cavadão - Chove Chuva
(Jorge Ben Jor)
14 - Skank - Te Ver
(Samuel Rosa - Leo Zanetti - Chico Amaral)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Augusto Calheiros e Orlando Silva - Série 10 polegadas

 Álbum do Augusto Calheiros é de 1955, um ano antes do seu falecimento
 "Serenata",  produzido em 1955, homenageia o compositor Freire Junior
Apelo para o texto do encarte para apresentar este CD da série 10 Polegadas, lançada pela Odeon em 2002, ano do seu centenário, na qual resgata os álbuns “A patativa do Norte”, do Augusto Calheiros (1955), e “Serenata”, do Orlando Silva (1957): “A Patativa do Norte, apelido dado deste o tempo do conjunto Turunas da Mauricéia, Calheiros foi uma das maiores expressões da canção popular. Com voz afinadíssima, gravou desde o tempo da Casa Edsom músicas românticas e sertanejas. Ele participou da famosa companhia de espetáculos Casa de Caboclo, e seus maiores sucessos estão representados neste disco”.

“Orlando Silva, o cantor das multidões, codinome criado pelo locutor Oduvaldo Cozzi. Em 1937, reuniu num show no Brás, bairro paulista, dez mil pessoas para ouvi-lo. Orlando foi o primeiro cantor a ter um programa exclusivo na Rádio Nacional. Intérprete, criador de sucessos, é considerado uma das mais belas vozes deste país. No disco “Serenata”, vamos ouvir o lado seresteiro de Orlando Silva, prestando uma homenagem ao compositor Freire Junior”. Augusto Calheiros, que iniciou sua carreira artística no Recife em meados dos anos 1920, nasceu em Maceió no dia 5 de junho de 1891 e faleceu no Rio de Janeiro em 11 de janeiro de 1956, um ano após o lançamento deste LP de 10 polegadas. Orlando Garcia da Silva, por sua vez, nasceu no Rio de Janeiro em 3 de outubro de 1915 e morreu em 7 de agosto de 1978, também no Rio. Ambos foram ídolos da era de ouro do rádio no Brasil. Este CD, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, é a oportunidade de  reviver esses dois grandes nomes da nossa música. Confira:

AUGUSTO CALHEIROS – A PATATIVA DO NORTE (1955)

01 – Ave Maria
(Erothides de Campos)
02 – Mané fogueteiro
(João de Barro)
03 - Pinião
(Luperce Miranda)
04 – Revendo o passado
(Freire Junior)
05 – Flor do mato
(J. Francisco de Freitas – Zeca Ivo)
06 – Chuá chuá
(Pedro de Sá Pereira – Ary Pavão)
07 - Adda
(Mário Ramos – Salvador J. de Morais)
08 – O pequeno tururú
(Luperce Miranda – Augusto Calheiros)

ORLANDO SILVA – SERENATA (1957)

09 – Luar de Paquetá
(Freire Junior – Hermes Fontes)
10 - Santa
(Freire Junior)
11 – Pálida morena
(Freire Junior)
12 - Deusa
(Freire Junior)
13 – Olhos japoneses
(Freire Junior)
14 - Malandrinha
(Freire Junior)
15 – Revendo o passado
(Freire Junior)
16 - À beira mar 
(Freire Junior – Hermes Fontes)

COLABORAÇÃO: Aderaldo



Evinha retorna aos palcos brasileiros após 11 anos

Cantora se apresentará no Rio para divulgar o CD "Uma voz, um piano"
Não tenho o hábito de postar press release no blog. No entanto, achei interessante abrir espaço para a divulgação do show “Uma voz, um piano”, que marca o retorno da Evinha aos palcos brasileiros. Morando há quase 40 anos na França, a cantora se apresentará na próxima quarta-feira, dia 14, às 16h00, no Teatro da UFF, no Rio de Janeiro, acompanhada pelo marido, o pianista francês Gérard Gambus, com quem casou-se em 1978. Uma segunda apresentação, no dia 18, deve acontecer na sala Baden Powell, também no Rio. O objetivo é divulgar o CD intimista que dá título ao show, lançado em 2016, e produzido pelo marido.

Em 1999, no lançamento do seu disco “Reencontro” (Universal), Evinha apresentou-se no Brasil após 20 anos de ausência. Em 2007, se apresentou no show “Goldenrança”, ao lado dos seis irmãos (incluindo os integrantes do Golden Boys). Agora, 11 anos depois, Evinha mostra que continua inteira, com a mesma voz cravada no coração do Brasil desde os anos 1960, quando iniciou carreira aos oito anos como integrante do Trio Esperança, ao lado dos irmãos Mário e Regina, antes de sair em carreira solo em 1969. Nesse ano, Evinha fez sucesso com “Casaco marrom” e defendeu “Cantiga por Luciana” no IV Festival Internacional da Canção (FIC). As duas músicas são revividas pela cantora no álbum “Uma voz, um piano” e fazem parte do show, que também inclui hits da Jovem Guarda, como “Festa do Bolinha”, “Filme triste”, “Passo do elefantinho”, “Foi assim” e “Te amo”.

O espetáculo, é claro, não se alimenta de saudade dos velhos tempos. O espetáculo da dupla vai mostrar canções do novo disco, como “Alguém cantando” (Caetano Veloso), “Lição de amor” (Dalto e Fernando Brant), “Ilha deserta” (Zé Rodrix),  “Teletema” (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar). “Uma ponte entre Rio e Paris” (Gérard Gambus e Carlos Colla) e “Em cima da hora” (Gérard Gambus). O repertório também inclui “Olha eu aqui” (Roberto Correa), “Que bandeira” (Paulo Sérgio Valle), “Amanhã” (Guilherme Arantes), “Marido ideal” (Renato Correa) e “Anjo” (Renato Correa). Gerard Gambus, seu parceiro de vida e de palco, estudou piano e harmonia com Conservatório de Marseille (França) e participou dos principais festivais da Europa. Por anos tocou ao lado de grandes nomes como Mireille Matthieu e do Maestro Paul Mauriat. Um show imperdível!

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Franko Xavier - Antes pouco, que nenhum (LP 1974)

 Álbum lançado em 1974 pela Odeon inclui o sucesso “Maria, Mariazinha”
As aparências enganam. Quando vi a capa deste LP do Franko Xavier, enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço, logo associei ao Fernando Mendes, talvez pelo cabelo black power, e imaginei que se tratava de mais um cantor romântico. A grata surpresa aconteceu no momento da audição, com músicas deliciosas de ouvir, navegando entre o rock rural e o samba rock. Lançado pela Odeon em 1974, o álbum é de bom gosto, harmonioso, e traz seis músicas autorais, com destaque para “Mané João”, de Roberto e Erasmo Carlos, e “Chuva miúda”, de Gilberto Gil. O repertório também inclui “Maria, Mariazinha”, muito executada na época pelas emissoras de rádio, “Linda” e “Antes Pouco, Que Nenhum”, duas pérolas do disco. Infelizmente, não encontrei informações biográficas do artista, provavelmente do Rio de Janeiro, onde atua (ou atuava) como diretor fonográfico da gravadora Amora Vox Art, com estúdio próprio no Bairro de Santa Teresa. Confira:

01 - Eu Sou Marinheiro
(Arnaldo Silva - Nem)
02 - Di Bambuê
(J. Canseira - S. Ferreira)
03 - Nana
(Franko Xavier)
04 - Maria, Mariazinha
(Aloisio Ventura)
05 - Linda
(Franko Xavier - Célia Mara)
06 - O Chamante
(Franko Xavier)
07 - Antes Pouco, Que Nenhum
(Franko Xavier)
08 - Mané João
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
09 - Somos Todos Irmãos
(Franko Xavier)
10 - Canto Sul
(Belizário - Diferraz)
11 - Chuva Miúda
Gilberto Gil)
12 - Tema do Amor Amado
(Franko Xavier)


COLABORAÇÃO: Geraldo


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Aviso para quem baixou a coletânea do Mário Cesar

Coletânea passa a contar com a faixa "Sem pensar", que estava faltando
Nada como ter amigos sempre prontos para colaborar. Depois da postagem ontem da coletânea especial do Mário Cesar, na qual informei que faltava a faixa “Sem pensar”, gravada pelo cantor em 1968 num compacto simples da Polydor, acabei recebendo a canção dos amigos Aderaldo e Paulo Castelo Branco. Agradeço a ambos pela colaboração. Acredito que, com esse complemento, a discografia conhecida do intérprete está completa. Pra quem já baixou, não há a necessidade de fazer o download novamente, pois refiz a arte gráfica e a arquivei numa pasta com a referida música, que pode ser baixada aqui. Basta adicioná-la na coletânea e substituir a arte gráfica pela nova, lembrando que a numeração a partir da faixa 17 deve ser alterada com um número a mais. Um novo link, com as 26 faixas e a arte gráfica atualizada, já está disponível na postagem original.  




Ricardo Braga interpreta Roberto & Erasmo Carlos

 Álbum lançado pela RCA Victor em 1979 homenageia Roberto Carlos
Uma homenagem ao ídolo Roberto Carlos sintetiza o repertório deste álbum do Ricardo Braga, lançado pela RCA Victor em 1979. O LP, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, apresenta 12 faixas originalmente gravadas pelo rei. “Foi ouvindo estas músicas que eu cresci. Com elas, eu aprendi a viver, a cantar, a crer e a amar. Assim como eu, milhões de pessoas. Por isso, eu as gravei”, informa o cantor na contracapa. Apesar do título, Ricardo Braga interpreta Roberto & Erasmo Carlos, o repertório inclui “Outra vez”, de Isolda, a única sem a assinatura da dupla como autores. A seleção privilegia os sucessos românticos do Roberto, com destaque para “Detalhes”, “As flores do jardim da nossa casa”, "Amada amante", “Proposta”, “Cavalgada”, “A distância” e outras. Confira:

01 - Detalhes
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
02 - A Distância
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
03 - Jesus Cristo
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
04 - As Flores Do Jardim De Nossa Casa
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 - Eu Quero Apenas
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
06 - Amada Amante
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
07 - A Montanha
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
08 - Outra Vez
(Isolda)
09 - Proposta
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
10 - Os Seus Botões
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
11 - Além Do Horizonte
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
12 - Cavalgada
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)


COLABORAÇÃO: Laércio

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Mário Cesar - Coletânea Especial (2018)

 Seleção inclui músicas lançadas pelo cantor em LP e compactos simples
Mário César gravou dois compactos simples pela RCA Victor em Portugal
Hoje apresento a coletânea especial do cantor Mário Cesar, que apesar do relativo sucesso obtido no período da Jovem Guarda, as informações biográficas sobre ele são escassas na rede. A seleção cobre toda a discografia conhecida do cantor. A compilação traz algumas curiosidades, como “Eu não sei” (“Yesterday”) e “Mas eu te amo” (“And I love her”), versões do repertório dos Beatles, “Ternura” (releitura do sucesso originalmente gravado pela Wanderléa) e “Amor sempre amor”, versão da francesa “L'Amour toujours L'Amour”, hit do Christhope, de quem o artista também gravou “Canção para alguém” (“Je chante pour un ami”). A faixa “Sem pensar”, lançada num single da Polydor em 1968, foi fornecida pelos amigos Aderaldo e Paulo Castelo Branco, e agradeço a ambos pela colaboração.

Mario César nasceu em 1944 e começou sua carreira de cantor na década de 1960, quando fez um teste de voz, violão e piano no programa “Nós, os Brotos”, da TV Continental, no Rio de Janeiro, onde foi aprovado e virou peça chave da atração. Sem contrato fixo, passou a se apresentar também no programa “Hoje é dia de rock”, da TV Rio. O sucesso, baseado inicialmente pelas aparições em diversos programas de rádio e TV, só surgiu a partir de sua contratação em 1965 pela gravadora Mocambo. Seu primeiro disco foi o compacto simples com as músicas “Nunca mais chegarei atrasado” e “Isso é amor”, seguido de outro single com “Eu não sei” e “Brincadeira de esconder”. A boa aceitação o credenciou a lançar o primeiro – e único – LP em 1966, no qual foram incluídas as quatro primeiras gravações. Lançou outros dois singles na Mocambo até 1967, e partiu para a Polydor, onde gravou três compactos simples. A partir daí, investiu na carreira internacional, e gravou em 1974 dois singles em Portugal, inéditos no Brasil, e incluídos nesta coletânea em que revela sua bonita voz. Confira:

01 - 1965 - Nunca mais chegarei atrasado (The race is on)
(D. Rollins - vs: Romeu Nunes)
02 - 1965 - Isso é o amor
(Mário César)
03 - 1966 - Eu não sei (Yesterday)
(Lennon - McCartney - vs: Francisco Rodrigues)
04 - 1966 - Brincadeira de esconder
(Eda Reis)
05 - 1966 - Ternura (Somehow it got to be tomorrow today)
(E. Levitt - K. Karen - vs: Rossini Pinto)
06 - 1966 - Só com você
(Clovis Martins - Luiz Ayrão)
07 - 1966 - Mas eu te amo (And I love her)
(Lennon - McCartney - vs: Aluizio Morais)
08 - 1966 - Sabor de mel (A taste of honey)
(Scott - Marlow - Morris - vs: Almeida Rego)
09 - 1966 - Se tu quizeres (Se)
(V. Pallavicini - D. Gerard - M. Jourdan - vs: Almeida Rego)
10 - 1966 - Jamais (N'avoue jamais)
(F. Dorin - G. Mardel - vs: Almeida Rego)
11 - 1966 - Já não te amo mais (All quiet on the mersey front)
(George Martin - vs: Aluizio Morais - J.R. Sobrinho)
12 - 1966 - Fordeco trapalhão
(Luiz Ayrão - Marcos Antonio)
13 - 1966 - Amor sempre amor (L'Amour toujours L'Amour)
(Daniel Fabre - vs: Romeu Nunes)
14 - 1966 - Canção para alguém (Je chante pour un ami)
(Christophe - vs: Almeida Rego)
15 - 1967 - Cartilha de amor
(Luiz Ayrão)
16 - 1968 - Sem pensar *
(A. Carlos Duncan – Mário Castro Neves)
17 - 1968 - Canção pra fazer sorrir
(Célio Borges)
18 - 1968 - Liguili dem dem
(Carlos Imperial - Nonato Buzar)
19 - 1968 - Eu, você e a lua
(Eda Reis)
20 - 1969 - Bom barquinho
(Nonato Buzar - Chico Feitosa)
21 - 1969 - Cuidado menina
(Raul Prata)
22 - 1974 - Canção do Violeiro
(Mário César - Castro Alves)
23 - 1974 - Cantiga quase de roda
(Mário César - Thiago de Mello)
24 - 1974 - Preconceito
(Antonio Maria - Fernando Lobo)
25 - 1974 - A minha história
(Dalla - Palatino - Chico Buarque de Hollanda)
26 - 1966 - Canção para alguém (Je chante pour un ami) (Instrumental)
(Christophe)

* Faixa cedida pelo Aderaldo e Paulo Castelo Branco



segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Zé Luiz Mazziotti - Canções de Chico Buarque (CD)

 CD produzido em 2004 pela Dabliú tem participação especial do Chico Buarque
Basta saber que o repertório deste CD do Zé Luiz Mazziotti é dedicado a obra do Chico Buarque pra gente concluir que se trata de um bom disco. O álbum, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, foi gravado em 2004 pela Dabliú Discos, e traz até a participação do próprio homenageado na faixa “Cadê você”, feita em parceria com João Donato. Dono de uma boa voz, de timbre grave, quente, melodiosa e apaixonada, o intérprete é perfeito para o selecionado repertório, em que se misturam suas composições e o melhor da música popular brasileira de todos os tempos, como “Carolina”, “Ela desatinou”, “Tantas palavras”, "Mulher, vou dizer o quanto eu te amo" e até “Dis-Mois Comment”, versão do próprio Chico Buarque para “Eu te amo”, composta em parceria com Tom Jobim.

José Luiz Mazziotti nasceu em 11 de outubro de 1948 em Rio Claro, no interior de São Paulo, e aos sete mudou-se para São Paulo. Aos 17, começou a estudar violão com Vera Brasil. Começou  a carreira em 1966, no grupo vocal Canto4, que venceu o Festival da TV Record daquele ano interpretando “São São Paulo Meu Amor”, de Tom Zé. Na década de 70 passou a atuar na noite paulistana, cantando em diversas casas noturnas, sendo que em 1976 entrou no mercado de jingles, através da produtora Zurana, que contava com nomes como Djavan, Ivan Lins, Marcos Valle e outros. Em 1979 grava seu primeiro LP, “Zé Luiz”, pela Continental, com arranjos de Gilson Peranzzetta e Dori Caymmi e participação de Nana Caymmi. O segundo disco vem em 1981, “Sinais” (na foto acima), pelo selo Independente. Três anos depois é a vez de “…E o Amor Falou”, LP lançado pela Pointer e produzido por Nana Caymmi.

Na segunda metade da década de 80 passa anos radicado na França, onde participa de festivais de jazz e canta ao lado de artistas brasileiros. O primeiro CD vem em 1994, “Zé Luiz Mazziotti” (Perfil Musical), com produção da cantora Leny Andrade. Como produtor, trabalhou em discos de Eduardo Conde (“Íntimo”), Pedro Paulo Castro Neves & Michel Legrand, Cauby Peixoto (“Cauby Canta Sinatra”) e de Lucinha Lins sobre a obra de Sueli Costa com arranjos de Gilson Peranzzetta. Lança em 2000 “Pra Fugir da Saudade” (Jam) juntamente com a cantora Célia, dedicada ao repertório de Paulinho da Viola. Em 2009 ingressou na EMESP, Escola de Música do Estado de São Paulo, onde dá aulas de interpretação do canto popular e de prática de conjunto. Durante os últimos anos, Zé Luiz Mazziotti faz show por todo o Brasil, notadamente em Brasília, Curitiba e Fortaleza, com vários nomes da musica popular brasileira. Confira:

01 - Embarcação
(Francis Hime - Chico Buarque)
02 - Cadê Você (part. esp. Chico Buarque)
(João Donato - Chico Buarque)
03 - Almanaque
(Chico Buarque)
04 - Mulher, Vou Dizer Quanto Eu Te Amo
(Chico Buarque)
05 - Meninos, Eu Vi
(Tom Jobim - Chico Buarque)
06 - O Velho Francisco
(Chico Buarque)
07 - As Vitrines
(Chico Buarque)
08 - Ela Desatinou
(Chico Buarque)
09 - Tantas Palavras
(Dominguinhos - Chico Buarque)
10 - Carolina
(Chico Buarque)
11 - Dis-Mois Comment (Eu te amo)
(Tom Jobim - Chico Buarque - vs: Chico Buarque)
12 - Estação Derradeira
(Chico Buarque)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito


domingo, 4 de novembro de 2018

A arte de Billy Blanco - Informal (CD 1996)

CD ao vivo inclui participações do Pery Ribeiro, Sonia Delfino e outras
Gravado ao vivo em 1996 no Vinicius Piano Bar, no Rio de Janeiro, este álbum do cantor e compositor Billy Blanco se destaca pelas participações especiais do Pery Ribeiro, Sonia Delfino, Ana Lemgruber e Célia Vaz. O disco, lançado pela CID e enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, é uma reedição do álbum "Informal" (capa original na foto abaixo), agora com o subtítulo "A arte de Billy Blanco". O CD traz 23 faixas, sendo duas que registram momentos de descontração do artista, nas quais conta piadas ao público. No repertório estão alguns sucessos de sua autoria, como “Mocinho bonito”, “Piston de gafieira”, “Tereza da praia” (feita em parceria com Tom Jobim), "Camelô" e “Viva meu samba”, entre outros.

William Blanco Abrunhosa Trindade, seu nome de batismo, nasceu em Belém do Pará no dia 8 de maio de 1924. Ele começou a se interessar por música desde quando era criança. Nessa época, já começou a escrever seus sambas. Entretanto, suas composições tinham assuntos e letras mais elaboradas para a época. Após se formar em arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Belas Artes em 1950, o agora arquiteto começou a focar em suas músicas. Com estilo único, utilizando sua capacidade de observação e humor refinado, Blanco começou a chamar a atenção dos músicos da época, pois fugia, e muito, da tendência existente no estilo. Em 1951, ele lança sua primeira canção, chamada “Pra Variar”. 

A partir desse momento, suas composições fazem um enorme sucesso, sendo destaque na interpretação de diversos cantores, como Dick Farney, Lúcio Alves, João Gilberto, Dolores Duran, Sílvio Caldas, Nora Ney, Jamelão, Elizeth Cardoso, Dóris Monteiro, Os Cariocas, Pery Ribeiro, Miltinho, Elis Regina e até Wanderléa, que regravou “A banca do distinto”. A sua música que mais fez sucesso foi “Estatutos da Gafieira”, interpretada por Inezita Barroso, em 1954. A partir daí, suas parcerias com músicos famosos que na época começavam a ganhar destaque na Bossa Nova elevaram o nome de Billy Blanco como um dos principais músicos do país. Faleceu em 8 de julho de 2011, aos 87 anos, no Hospital Pan-americano, no Rio de Janeiro, devido a um AVC hemorrágico sofrido em outubro de 2010, deixando um acervo com cerca de 500 músicas, como as incluídas neste CD. Confira:

01 - Não Vou Pra Brasília
(Billy Blanco)
02 - Se A Gente Grande Soubesse
(Billy Blanco)
03 - Meu Filho
(Billy Blanco)
04 - O Moço É
(Billy Blanco)
05 - Piada 1
06 - Piada 2
07 - Mocinho Bonito
(Billy Blanco)
08 - Feiura Nao É Nada
(Billy Blanco)
09 - Se O Papai Fosse Eleito
(Billy Blanco)
10 - Receita De Mandar Mulher Embora
(Billy Blanco)
11 - Camelô
(Billy Blanco)
12 - Piston De Gafieira
(Billy Blanco)
13 - O Morro
(Billy Blanco)
14 - Domingo Azul
(Billy Blanco)
15 - Aeromoça
(Billy Blanco)
16 - Tereza Da Praia
(Billy Blanco - Tom Jobim)
17 - Encontro Com A Saudade (Part. Sonia Delfino)
(Billy Blanco - Nilo Queiroz))
18 - Desencanto (Part. Ana Lemgruber)
(Billy Blanco - Sebastião Tapajós)
19 - Samba Triste
(Billy Blanco - Baden Powell)
20 - Canto Chorado
(Billy Blanco)
21 - Viva Meu Samba
(Billy Blanco)
22 - Samba Da Lagoa (Part. Celia Vaz)
(Billy Blanco)
23 - Isabela (Part. Pery Ribeiro)
(Billy Blanco)

COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)



sábado, 3 de novembro de 2018

Getúlio Lorran - Positivamente Jovem (LP 1968)

 Intérprete da Jovem Guarda é acompanhado pelo conjunto Univer-Som
Getúlio Lorran... Alguém conhece? Não o conhecia até encontrar o áudio deste LP postado no canal do Valdi Santos no Youtube. O disco, fornecido ao youtuber pelo colecionador Gomes, foi lançado em 1968 pelo selo Op-Disc, e tomei a liberdade de montá-lo para a presente postagem, pois trata-se de mais um raro álbum da Jovem Guarda. Sob o título “Positivamente jovem”, o cantor é acompanhado pelo conjunto Univer-Som, igualmente desconhecido por mim. Infelizmente, não encontrei nenhuma informação sobre o cantor e o grupo, a não ser que este é o segundo LP do intérprete, gravado logo após o primeiro, “Getúlio Lorran e os sucessos”, no qual canta inéditas e releituras de hits como “Perto dos olhos, longe do coração” (Dori Edson), “Já nem sei” (Wanderléa) e “Murmura o mar” (Altemar Dutra). Confira:

01 - Entenda-me
(Olavo Sergio - Marguerit Ventre)
02 - Meu bem
(David de Lima)
03 - Profanação
(Olavo Sergio - João Cardoso)
04 - Não chore
(Olavo Sergio - Djalma Santos)
05 - Só você não vê
(Olavo Sergio - Francisco Lara)
06 - Estou apaixonado
(David de Lima - Getúlio Leite)
07 - Destino
(Niquinho - Othon Russo)
08 - É a saudade de você
(Olavo Sergio - Alberto de Oliveira)
09 - Maria da praia
(Ari Moreno)
10 - Todo o amor é pouco
(Olavo Sergio - Francisco Lara)
11 - Só pra me magoar
(Olavo Sergio - Francisco Lara)
12 - Escuta meu bem
(Olavo Sérgio - Roberto Linhares)


ACERVO: Gomes
FONTE: Canal do Valdi Santos no Youtube


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Vários intérpretes - A saudade que ficou (2018)

 Coletânea  homenageia grandes  intérpretes que deixaram saudades
Hoje, 2 de novembro, é feriado de Finados, dia em que homenageamos aqueles que partiram, mas que permanecem vivos em nossas lembranças. Foi pensando nisso que o nosso amigo Aderaldo, a quem agradeço, montou esta coletânea, sabiamente intitulada “A saudade que ficou”, com boa parte de intérpretes que embalaram as jovens tardes de domingo. Entre os homenageados estão artistas que marcaram época, como Jerry Adriani, Celly Campello, Antonio Marcos, Paulo Sérgio, Sylvinha Araújo, Sérgio Murillo, Wilson Miranda, Meire Pavão e outros que merecem ser lembrados por todos admiradores. Confira:

01 - Jerry Adriani - És meu amor (It´s For You)
02 - Celly Campello - Palavras (Words)
03 - Ed Wilson - Ela é minha (She’s A Lady)
04 - Nenê (Os Incríveis) - Eu acho isso uma bossa
05 - Luiz Fabiano - Só seu amor (That’s What I Want)
06 - Cleide Alves - Beijo quente
07 - Marcos Roberto - A tarde em que te amei 
(La Tarde En Que Te Ame)
08 - Wilson Simonal - Impossível acreditar que perdi você
09 - Teddy Milton - Meu broto (My Bonnie)
10 - Gilberto Lima - Semente de amor
11 - Meire Pavão - A mesma praia, o mesmo mar 
(Stessa Spiaggia, Stesso Mare)
12 - Rossini Pinto - Quero beijar-te agora
13 - Dori Edson - Seu adeus
14 - Luiz Keller - Doce amargura (Ti Guarderó Nel Cuore)
15 - Wilson Miranda - Estou começando a chorar
16 - Sérgio Murilo - Não tenho ninguém (As Tears Go By)
17 - José Ricardo - São coisas da vida
18 - Silvinha - Palavras de amor (Parole D'Amore)
19 - Roberto Rei - Não fico aqui
20 - Manito (Os Incríveis) & Dom - Na baixa do sapateiro
21 - Ely (The Brazilian Bitles) - New 70
22 - Paulo Henrique - Por querer demais
23 - Inês Jordan - Meu coração não quis
24 - Cristiano - Se chover não faz mal 
(Me And You And A Dog Named Boo)
25 - Tim Maia - Cristina
26 - Ronnie Cord - Só eu e você (There's A Kind Of Hush)
27 - Sandra - Só de brincadeira
28 - Paulo Sérgio & Antonio Marcos - Última canção


COLABORAÇÃO: Aderaldo


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Vários artistas - O sucesso pelo mundo nº 4 (LP 1967)

 Coletânea da Philips apresenta 14 sucessos nacionais e internacionais
Na cola da série “As 14 mais”, coletânea da CBS/Sony que fez muito sucesso entre os anos 1960 e 1970, a Philips também lançou projeto similar, intitulado “O sucesso pelo mundo”. A série, que desconheço o tamanho, se diferencia por selecionar 14 sucessos nacionais e internacionais do momento. Este quarto volume, de 1967, enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço, traz apenas três gravações nacionais, sendo duas interpretadas pela Maritza Fabiani, e uma pelo Cláudio Faissal. As demais são internacionais, e incluem sucessos do Johnny Halliday, Paul Muriat, Hervé Vilard, Wayne Fontana e Bobby Hebb, entre outros. Confira:

01 - Johnny Halliday - Cheveux Longs Et Idées Courtes
(J. Halliday - G. Thibaut)
02 - Bobby Hebb - Sunny
(Bobby Hebb)
03 - Hervé Vilard - Etrangers Dans La Nuit
(B. Kaempfert - C. Singleton - E. Snyder - J. Mareuli)
04 - Ferre Grignard - Ring Ring I've Got To Sing
(Ferre Grignard)
05 - I Giganti - Tema
(Amadesi - Albula)
06 - Ronaldo - Sag Warum
(Spector - Nicolas)
07 - Maritza Fabiani - Não Me Deixe Só 
(I only want to be with you)
(M. Wawker - J. Raymonde - vs: P.C. Barros)
08 - Wayne Fontana - Gina
(L. Reed - M. Murray)
09 - Cláudio Faissal - La Fisamonica
(Migliacci - Zambrini - Enriquez)
10 - The 4 Seasons - Opus 17 (Don't you worry bout me)
(S. Linzer - D. Randell)
11 - Maritza Fabiani - Bang Bang
(Sonny Bono - vs: Carlos Wallace)
12 - The Spencer Davis Group - Keep On Running
(J. Edwards)
13 - Iva Zanicchi - Ma Pecchè
(Vian - Fiore)
14 - Paul Mauriat e sua Orquestra - Merci, Cherie
(U. Jurgens - T. Horblger - A. Salvet - C. Carrère)


COLABORAÇÃO: Geraldo


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Trepidant's ao vivo - 20 Super Sucessos (CD s/d)

 Grandes sucessos do grupo pernambucano estão neste CD lançado pela Polydisc
Bem diferente de álbuns anteriores, este 20 Super Sucessos, CD da banda Trepidant’s, se destaca por ser um disco ao vivo, gravado pela Polydisc em Recife, cidade onde o grupo foi formado em 1970. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, é mais uma delícia de ouvir, com muito reggae, pop rock, e canções românticas que resumem o repertório do grupo ao longo de sua trajetória iniciada em 1977, quando gravou o primeiro LP, “Remember me” (aqui) pela Tapecar. Com discos gravados em selos como RCA Victor, Copacabana, 3M e Eldorado, a banda passou por transformação após 22 anos de existência, com saída dos músicos mais velhos, e ingresso de uma nova geração, formada por descendentes e amigos. Confira:

01 - Shake it up
02 - To be or not to be everytime
03 - Take me
04 - Can't carry
05 - Remember me
06 - São Francisco river
07 - Looking forward
08 - Stay with me
09 - A good reason
10 - It's ganna be hard
11 - Doubts all love
12 - Little lady
13 - Amor natural
14 - Leave me or let me ride
15 - We said goodbye
16 - Far away - No more cruel
17 - Chariot of love
18 - If
19 - Vadiar
20 - Lua dos namorados

COLABORAÇÃO: Laércio


terça-feira, 30 de outubro de 2018

Fredson - História igualzinha a nossa (LP 1978)

Álbum produzido pela Copacabana apresenta inéditas e regravações
Eis mais um disco do Fredson, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço. Salvo engano, trata-se do sexto álbum do cantor e compositor, lançado em 1978 pela Copacabana. A postagem se destaca pela qualidade do áudio, remasterizado em CD, e traz 12 faixas, sendo 10 com a assinatura do artista como autor. O repertório merece duas observações. A faixa “Nem de brincadeira" é uma regravação da original “Até no inferno eu vou lhe buscar”, lançada pelo artista num compacto simples em 1968. Outra releitura é “Rock de verão”, que fecha o disco, e foi originalmente lançada como “Pra não dar na pinta” na coletânea “As 13 da sorte 2” em 1970, e já postada aqui. Confira:

01 - Precisa de uma secretária
(Lindolfo Barbosa - Cátia Cristina)
02 - O guarda da Barra
(Fredson - C. Lazzarini)
03 - Amante, mais que amante
(Fredson - Carlos André)
04 - Este cara não me deixa em paz
(Fredson - G. Amorim)
05 - História igualzinha a nossa
(Fredson - Joanita Cavalcante)
06 - Nem de brincadeira
(Fredson)
07 - Menina você vai ser minha
(Antonio Gonzaga - Fredson)
08 - Eu vou pensar
 (Tony Cesar)
09 - Susy eu quero o seu amor
(Fredson - Ed Pires)
10 - Dá im jeito meu amor
(Fredson)
11 - Apanha ele e você
(Fredson - Mamede)
12 - Rock de verão
(Fredson - Ed Pires)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Trilha sonora do filme Os reis do mambo (CD 1991)

 Antonio Banderas e Armand Assante são os principais astros do filme
 Longametragem teve uma música indicada ao Oscar de melhor canção
Aqui está a excelente trilha sonora do filme The Mambo Kings (no Brasil, “Os reis do mambo”). O disco, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, traz como curiosidade na trilha a presença do ator Antonio Banderas, um dos astros do filme, interpretando a música “Bella Maria de Mi Alma”, uma versão de “Beautiful Maria of My Soul”, acompanhado pelo grupo Mambo All-Stars, presente em outras quatro entre as 16 faixas do CD. A música recebeu a indicação ao Oscar de melhor canção. O longa, adaptado do livro "The Mambo Kings Play Songs of Love", de Oscar Hijuelo, premiado com o Pulitzer, é ambientado nos anos 1950. Dois irmãos músicos, Cesar e Nestor Castillo (Armand Assante e Antonio Banderas) fogem de violenta disputa contra gangsteres, donos do clube onde trabalhavam, e vão parar em Nova York. Forçados a fazerem trabalhos temporários, eles precisam se esforçar para alcançar o sonho de serem músicos reconhecidos. Confira:

01 - Celia Cruz - La Dicha Mia
(Johnny Pacheco)
02 - Tito Puente - Ran Kan Kan
(Tito Puente)
03 - Tito Puente - Cuban Pete
(Tito Puente)
04 - Arturo Sandoval - Mambo Caliente
(Arturo Sandoval)
05 - Linda Ronstadt - Quiereme Mucho
(Gonzalo Roig - Augustin Rodriguez)
06 - Mambo All-Stars - Sunny Ray
(Ray Santos)
07 - Celia Cruz - Melao De Caña (Moo La Lah)
(Mercedes Pedroso)
08 - Antonio Banderas & Mambo All-Stars - Beautiful Maria of My Soul 
(Bella Maria de Mi Alma)
(Robert Kraft - Arne Glimcher)
09 - Tito Puente - Para los Rumberos
(Tito Puente)
10 - Linda Ronstadt - Perfidia
(Alberto Dominguez - Milton Leeds)
11 - Celia Cruz - Guantanamera
(Fernandez Diaz)
12 - Mambo All-StarsTea for Two
(Vincent Youmans - Erving Caesar)
13 - Mambo All-Stars - Accidental Mambo
(Carlos Franzetti)
14 - Beny Moré - Como Fue
(Ernesto Duarte Brito)
15 - Mambo All-StarsTanga, Rumba-Afro-Cubana
(Mario Bauza)
16 - Los Lobos - Beautiful Maria of My Soul
(Robert Kraft - Arne Glimcher)


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito



domingo, 28 de outubro de 2018

Elymar Brasileiro dos Santos ao vivo no Olympia (CD)

 Disco lançado em 2000 traz repertório que inclui clássicos da nossa MPB
Hoje é dia de exercemos a cidadania por meio do voto que decidirá quem será o próximo presidente. Peço a Deus que prevaleça o bom senso na hora da escolha, e seja quem for o  eleito, devemos respeitar a decisão da maioria e torcer para que faça um bom governo. Pra celebrar o dia, vou postar este CD do Elymar Santos, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço pela colaboração. A capa destaca as cores verde e amarela da bandeira, e o repertório exalta a grandeza do nosso País. Entre as  canções selecionadas estão clássicos da nossa música, como “Aquarela do Brasil”, “Pra não dizer que falei das flores”, “Romaria”, “Brasil”,  “Carinhoso” e outras. O álbum, lançado em 2000, foi gravado ao vivo no Olympia, casa de espetáculos de São Paulo que fechou as portas em abril deste ano após 18 de atividades. Confira:

01 - Brasileiro (Música incidental - Hino nacional brasileiro)
(Altay Veloso - Paulo César Freital) (Duque Estrada - F.M. da Silva)
02 - Aquarela Do Brasil
(Ary Barroso)
03 - Romaria
(Renato Teixeira)
04 - Gente Humilde
(Chico Buarque - Vinicius de Moraes - Garoto - Scott Joplin)
05 - Pot-pourri:
Nem Eu
(Dorival Caymmi) 
Nunca
(Lupicinio Rodrigues)
Nada Além
(Mario Lago - Custído Mesquita)
06 - Alguém Me Disse
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
07 - Pot-pourri:
Somos Iguais 
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
Sentimental Demais
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
08 - Pot-pourri:
Saudosa Maloca 
(Adoniran Barbosa)
Trem Das Onze
(Adoniran Barbosa)
09 - Carinhoso
(Pixinguinha - Evaldo Gouveia)
10 - Súplica Cearense
(Gordurinha - Nelinho)
11 - Pot-pourri:
Asa Branca 
(Humberto Teixeira - Luiz Gonzaga)
Boiadeiro 
(A. Cavalcanti - Klecius Caldas)
Disparada
(Geraldo Vandré - Theo)
12 - A Volta Da Fogueira
(Martinho da Vila - Rui Mingas)
13 - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores 
(Musica incidental: Hino da independência do Brasil)
(Geraldo Vandré) (Evaristo Ferreira da Veiga - D. Pedro I)
14 - Pot-pourri:
Chico Mendes, O Arauto Da Natureza 
(João Banana - Serjão - Jorge Paulo - Paulinho - Tuca)
Iunankiê
(Ronaldo Barbosa)
15 - Pot-pourri:
Eu Sou Índio, Também Sou Imortal
(Evandro "Bocão - Serginho "20" - Tito - Leonel - Ivan da Wanda)
Quem descobriu o Brasil, foi seu Cabral, no dia 
22 de abril, dois meses depois do carnaval
(Marquinho Lessa - Guga - Tuninho Professor - Chopinho - Amaurizão)
16 - Brasil
(Nilo Romero - George Israel - Cazuza)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


sábado, 27 de outubro de 2018

Dona Ivone Lara - Música original da peça Vargas (CS)

 Samba-enredo deu o tom da peça encenada no centenário do ex-presidente em 1983
Aproveitando o calor das discussões em torno do segundo turno da eleição presidencial, que acontece amanhã, vou postar este raro compacto simples da Dona Ivone Lara, que interpreta o samba enredo “Doutor Getúlio”, da peça “Getúlio”, levada ao palco em 1983, ano do centenário do nascimento do ex-presidente Getúlio Vargas, quando a ditadura vivia seus estertores, porém ainda subsistia, por mais cambaleante que estivesse. A peça, de Dias Gomes e Ferreira Gullar, estreou em 3 de outubro no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro,  e apresenta o mesmo tema e a mesma proposta formal da original, que estreou em 10 de agosto de 1968 no Teatro Leopoldina, em Porto Alegre. Há 50 anos, a peça foi encenada pelo Grupo Opinião, fundado após o golpe de 1964, com música de Silas de Oliveira e Walter Rosa. A remontagem de 1983 trouxe algumas alterações na coreografia, cenários, figurinos e na música, agora assinada por Edu Lobo e Chico Buarque de Hollanda.

No elenco, estavam atores como  Paulo Gracindo , Osvaldo Loureiro, Isabel Ribeiro, Grande Otelo, Milton Gonçalves, Jorge Chaia, Zózimo Bulbul e outros. Vale lembrar que na época o então governador do Rio, Leonel Brizola, entendeu que a peça era omissa em relação ao papel de João Goulart e deliberadamente falaciosa. Criou-se uma polêmica em torno do espetáculo. Chegou-se até mesmo a aventar a possibilidade de Brizola retirar o apoio financeiro à peça. Mas a melhor defesa da peça foi feita pelo ator Paulo Gracindo, que interpretou dois papéis, Simpatia e Getúlio, nessa montagem, em declaração ao jornal O Globo, de 6 de outubro de 1983: “[...] a peça é um hino de amor a Getúlio e dá toda a dimensão da sua grandeza moral”. Apesar da controvérsia ao longo dos anos em torno da figura do ex-presidente, apontado por muitos como ditador e também como o "pai dos pobres", pela legislação trabalhista e políticas sociais adotadas sob seus governos, o samba-enredo enaltece a figura do político, nascido em São Borja, em 19 de abril de 1883, e falecido no Rio de Janeiro em 24 de agosto de 1954, quando cometeu suicídio. Confira:

01 - Doutor Getúlio
(Chico Buarque de Holanda - Edu Lobo)
02 - Festa animada
(Dona Ivone Lara)