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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Trepidant's ao vivo - 20 Super Sucessos (CD s/d)

 Grandes sucessos do grupo pernambucano estão neste CD lançado pela Polydisc
Bem diferente de álbuns anteriores, este 20 Super Sucessos, CD da banda Trepidant’s, se destaca por ser um disco ao vivo, gravado pela Polydisc em Recife, cidade onde o grupo foi formado em 1970. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, é mais uma delícia de ouvir, com muito reggae, pop rock, e canções românticas que resumem o repertório do grupo ao longo de sua trajetória iniciada em 1977, quando gravou o primeiro LP, “Remember me” (aqui) pela Tapecar. Com discos gravados em selos como RCA Victor, Copacabana, 3M e Eldorado, a banda passou por transformação após 22 anos de existência, com saída dos músicos mais velhos, e ingresso de uma nova geração, formada por descendentes e amigos. Confira:

01 - Shake it up
02 - To be or not to be everytime
03 - Take me
04 - Can't carry
05 - Remember me
06 - São Francisco river
07 - Looking forward
08 - Stay with me
09 - A good reason
10 - It's ganna be hard
11 - Doubts all love
12 - Little lady
13 - Amor natural
14 - Leave me or let me ride
15 - We said goodbye
16 - Far away - No more cruel
17 - Chariot of love
18 - If
19 - Vadiar
20 - Lua dos namorados

COLABORAÇÃO: Laércio


terça-feira, 30 de outubro de 2018

Fredson - História igualzinha a nossa (LP 1978)

Álbum produzido pela Copacabana apresenta inéditas e regravações
Eis mais um disco do Fredson, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço. Salvo engano, trata-se do sexto álbum do cantor e compositor, lançado em 1978 pela Copacabana. A postagem se destaca pela qualidade do áudio, remasterizado em CD, e traz 12 faixas, sendo 10 com a assinatura do artista como autor. O repertório merece duas observações. A faixa “Nem de brincadeira" é uma regravação da original “Até no inferno eu vou lhe buscar”, lançada pelo artista num compacto simples em 1968. Outra releitura é “Rock de verão”, que fecha o disco, e foi originalmente lançada como “Pra não dar na pinta” na coletânea “As 13 da sorte 2” em 1970, e já postada aqui. Confira:

01 - Precisa de uma secretária
(Lindolfo Barbosa - Cátia Cristina)
02 - O guarda da Barra
(Fredson - C. Lazzarini)
03 - Amante, mais que amante
(Fredson - Carlos André)
04 - Este cara não me deixa em paz
(Fredson - G. Amorim)
05 - História igualzinha a nossa
(Fredson - Joanita Cavalcante)
06 - Nem de brincadeira
(Fredson)
07 - Menina você vai ser minha
(Antonio Gonzaga - Fredson)
08 - Eu vou pensar
 (Tony Cesar)
09 - Susy eu quero o seu amor
(Fredson - Ed Pires)
10 - Dá im jeito meu amor
(Fredson)
11 - Apanha ele e você
(Fredson - Mamede)
12 - Rock de verão
(Fredson - Ed Pires)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Trilha sonora do filme Os reis do mambo (CD 1991)

 Antonio Banderas e Armand Assante são os principais astros do filme
 Longametragem teve uma música indicada ao Oscar de melhor canção
Aqui está a excelente trilha sonora do filme The Mambo Kings (no Brasil, “Os reis do mambo”). O disco, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, traz como curiosidade na trilha a presença do ator Antonio Banderas, um dos astros do filme, interpretando a música “Bella Maria de Mi Alma”, uma versão de “Beautiful Maria of My Soul”, acompanhado pelo grupo Mambo All-Stars, presente em outras quatro entre as 16 faixas do CD. A música recebeu a indicação ao Oscar de melhor canção. O longa, adaptado do livro "The Mambo Kings Play Songs of Love", de Oscar Hijuelo, premiado com o Pulitzer, é ambientado nos anos 1950. Dois irmãos músicos, Cesar e Nestor Castillo (Armand Assante e Antonio Banderas) fogem de violenta disputa contra gangsteres, donos do clube onde trabalhavam, e vão parar em Nova York. Forçados a fazerem trabalhos temporários, eles precisam se esforçar para alcançar o sonho de serem músicos reconhecidos. Confira:

01 - Celia Cruz - La Dicha Mia
(Johnny Pacheco)
02 - Tito Puente - Ran Kan Kan
(Tito Puente)
03 - Tito Puente - Cuban Pete
(Tito Puente)
04 - Arturo Sandoval - Mambo Caliente
(Arturo Sandoval)
05 - Linda Ronstadt - Quiereme Mucho
(Gonzalo Roig - Augustin Rodriguez)
06 - Mambo All-Stars - Sunny Ray
(Ray Santos)
07 - Celia Cruz - Melao De Caña (Moo La Lah)
(Mercedes Pedroso)
08 - Antonio Banderas & Mambo All-Stars - Beautiful Maria of My Soul 
(Bella Maria de Mi Alma)
(Robert Kraft - Arne Glimcher)
09 - Tito Puente - Para los Rumberos
(Tito Puente)
10 - Linda Ronstadt - Perfidia
(Alberto Dominguez - Milton Leeds)
11 - Celia Cruz - Guantanamera
(Fernandez Diaz)
12 - Mambo All-StarsTea for Two
(Vincent Youmans - Erving Caesar)
13 - Mambo All-Stars - Accidental Mambo
(Carlos Franzetti)
14 - Beny Moré - Como Fue
(Ernesto Duarte Brito)
15 - Mambo All-StarsTanga, Rumba-Afro-Cubana
(Mario Bauza)
16 - Los Lobos - Beautiful Maria of My Soul
(Robert Kraft - Arne Glimcher)


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito



domingo, 28 de outubro de 2018

Elymar Brasileiro dos Santos ao vivo no Olympia (CD)

 Disco lançado em 2000 traz repertório que inclui clássicos da nossa MPB
Hoje é dia de exercemos a cidadania por meio do voto que decidirá quem será o próximo presidente. Peço a Deus que prevaleça o bom senso na hora da escolha, e seja quem for o  eleito, devemos respeitar a decisão da maioria e torcer para que faça um bom governo. Pra celebrar o dia, vou postar este CD do Elymar Santos, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço pela colaboração. A capa destaca as cores verde e amarela da bandeira, e o repertório exalta a grandeza do nosso País. Entre as  canções selecionadas estão clássicos da nossa música, como “Aquarela do Brasil”, “Pra não dizer que falei das flores”, “Romaria”, “Brasil”,  “Carinhoso” e outras. O álbum, lançado em 2000, foi gravado ao vivo no Olympia, casa de espetáculos de São Paulo que fechou as portas em abril deste ano após 18 de atividades. Confira:

01 - Brasileiro (Música incidental - Hino nacional brasileiro)
(Altay Veloso - Paulo César Freital) (Duque Estrada - F.M. da Silva)
02 - Aquarela Do Brasil
(Ary Barroso)
03 - Romaria
(Renato Teixeira)
04 - Gente Humilde
(Chico Buarque - Vinicius de Moraes - Garoto - Scott Joplin)
05 - Pot-pourri:
Nem Eu
(Dorival Caymmi) 
Nunca
(Lupicinio Rodrigues)
Nada Além
(Mario Lago - Custído Mesquita)
06 - Alguém Me Disse
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
07 - Pot-pourri:
Somos Iguais 
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
Sentimental Demais
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
08 - Pot-pourri:
Saudosa Maloca 
(Adoniran Barbosa)
Trem Das Onze
(Adoniran Barbosa)
09 - Carinhoso
(Pixinguinha - Evaldo Gouveia)
10 - Súplica Cearense
(Gordurinha - Nelinho)
11 - Pot-pourri:
Asa Branca 
(Humberto Teixeira - Luiz Gonzaga)
Boiadeiro 
(A. Cavalcanti - Klecius Caldas)
Disparada
(Geraldo Vandré - Theo)
12 - A Volta Da Fogueira
(Martinho da Vila - Rui Mingas)
13 - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores 
(Musica incidental: Hino da independência do Brasil)
(Geraldo Vandré) (Evaristo Ferreira da Veiga - D. Pedro I)
14 - Pot-pourri:
Chico Mendes, O Arauto Da Natureza 
(João Banana - Serjão - Jorge Paulo - Paulinho - Tuca)
Iunankiê
(Ronaldo Barbosa)
15 - Pot-pourri:
Eu Sou Índio, Também Sou Imortal
(Evandro "Bocão - Serginho "20" - Tito - Leonel - Ivan da Wanda)
Quem descobriu o Brasil, foi seu Cabral, no dia 
22 de abril, dois meses depois do carnaval
(Marquinho Lessa - Guga - Tuninho Professor - Chopinho - Amaurizão)
16 - Brasil
(Nilo Romero - George Israel - Cazuza)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


sábado, 27 de outubro de 2018

Dona Ivone Lara - Música original da peça Vargas (CS)

 Samba-enredo deu o tom da peça encenada no centenário do ex-presidente em 1983
Aproveitando o calor das discussões em torno do segundo turno da eleição presidencial, que acontece amanhã, vou postar este raro compacto simples da Dona Ivone Lara, que interpreta o samba enredo “Doutor Getúlio”, da peça “Getúlio”, levada ao palco em 1983, ano do centenário do nascimento do ex-presidente Getúlio Vargas, quando a ditadura vivia seus estertores, porém ainda subsistia, por mais cambaleante que estivesse. A peça, de Dias Gomes e Ferreira Gullar, estreou em 3 de outubro no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro,  e apresenta o mesmo tema e a mesma proposta formal da original, que estreou em 10 de agosto de 1968 no Teatro Leopoldina, em Porto Alegre. Há 50 anos, a peça foi encenada pelo Grupo Opinião, fundado após o golpe de 1964, com música de Silas de Oliveira e Walter Rosa. A remontagem de 1983 trouxe algumas alterações na coreografia, cenários, figurinos e na música, agora assinada por Edu Lobo e Chico Buarque de Hollanda.

No elenco, estavam atores como  Paulo Gracindo , Osvaldo Loureiro, Isabel Ribeiro, Grande Otelo, Milton Gonçalves, Jorge Chaia, Zózimo Bulbul e outros. Vale lembrar que na época o então governador do Rio, Leonel Brizola, entendeu que a peça era omissa em relação ao papel de João Goulart e deliberadamente falaciosa. Criou-se uma polêmica em torno do espetáculo. Chegou-se até mesmo a aventar a possibilidade de Brizola retirar o apoio financeiro à peça. Mas a melhor defesa da peça foi feita pelo ator Paulo Gracindo, que interpretou dois papéis, Simpatia e Getúlio, nessa montagem, em declaração ao jornal O Globo, de 6 de outubro de 1983: “[...] a peça é um hino de amor a Getúlio e dá toda a dimensão da sua grandeza moral”. Apesar da controvérsia ao longo dos anos em torno da figura do ex-presidente, apontado por muitos como ditador e também como o "pai dos pobres", pela legislação trabalhista e políticas sociais adotadas sob seus governos, o samba-enredo enaltece a figura do político, nascido em São Borja, em 19 de abril de 1883, e falecido no Rio de Janeiro em 24 de agosto de 1954, quando cometeu suicídio. Confira:

01 - Doutor Getúlio
(Chico Buarque de Holanda - Edu Lobo)
02 - Festa animada
(Dona Ivone Lara)



sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Vários intérpretes - A Canção Política (CD s/d)

 Canções criadas ao longo dos 21 anos de ditadura no País estão no repertório
Já informei no blog que não confio em políticos e partidos. O meu desprezo por eles chegou ao ponto de fazer algo nas duas eleições anteriores a esta que sempre condenei: anular o voto. Agora, neste segundo turno para escolha do presidente, entendo que estamos passando por uma eleição diferente de todas que testemunhei, e por isso deixarei de lado meu desprezo para votar na única opção que considero possível: Fernando Haddad. Por que? “Ele é do PT”, já me alertaram. Porque o que está em jogo nesta eleição é a manutenção da nossa Democracia, um bem que não podemos perder. A guerra entre partidos é secundária no pleito atual. Anular ou votar em branco apenas beneficia quem não quero. O #elenão, que considero despreparado e nunca administrou nem um boteco, defende valores que não combinam com os meus, e suas declarações ofensivas contra a mulher, negros, gays, índios e nordestinos representam o que considero desprezíveis no ser humano.

Sei que, ao expressar meu ponto de vista no blog, estou sujeito a críticas, como as que recebi recentemente por chamar o candidato de fascista, racista, homofóbico e misógino. Um eleitor do #elenão escreveu que nunca mais visitaria o blog, como se eu e meus colaboradores dependêssemos disso, e outro até defendeu o AI-5, que considero o mais duro golpe contra a democracia na história do País. Enxergo, porém, algo positivo na censura instalada pelo governo militar. Por falta de vez e voz pra se manifestarem contra a ditadura, muitos compositores usaram subterfúgios pra driblar a censura, e criaram verdadeiras pérolas da MPB, graças ao talento criativo. Um exemplo está nesta coletânea, “A canção política”, lançada pela Folha de S. Paulo, a mesma que o #elenão quer censurar após recente denúncia de caixa 2 em sua campanha. O disco, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, traz 10 faixas criadas ao longo dos 21 anos de ditadura, mas lamento pela falta no repertório da música “Apesar de você”, uma das minhas preferidas do Chico Buarque. Isso não tira o brilho do disco, que é muito bom, e vale a pena ouvi-lo neste momento que antecede as eleições. Confira:

01 - Elis Regina - O Bêbado E A Equilibrista
(João Bosco - Aldir Blanc)
02 - Gilberto Gil - Não Chore Mais (No woman, no cry)
(B. Vicent - vs: Gilberto Gil)
03 - Gonzaguinha - É
(Gonzaguinha)
04 - Sérgio Ricardo - Calabouço
(Sérgio Ricardo)
05 - Gilberto Gil - Nos Barracos Da Cidade
(Liminha - Gilberto Gil)
06 - Chico Buarque - O Que Será (À flor da pele)
(Chico Buarque)
07 - Maria Bethânia - Carcará
(João do Vale - José Candido)
08 - Elis Regina - Como Nossos Pais
(Belchior)
09 - Sérgio Ricardo - Antonio Das Mortes
(Sérgio Ricardo - Glauber Rocha)
10 - Chico Buarque - Gota D'Água
(Chico Buarque)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Milton Carlos - Inédito (LP 1978)

Álbum foi lançado pela RCA Victor após a morte do artista aos 22 anos
Este “Inédito”, álbum do Milton Carlos lançado em 1978 pela RCA Victor, atende ao pedido do internauta Nei Malmann. Trata-se de um LP póstumo, com canções que tinham sido previamente gravadas, antes de sua morte aos 22 anos em 21 de outubro de 1977, há 41 anos. Apesar do falecimento prematuro, o cantor e compositor deixou uma obra eclética, que se destaca pela referência aos velhos tempos, onde sempre está presente uma homenagem aos antigos artistas, lugares históricos e comportamentos de época. O romantismo é a palavra chave, aliado ao bom humor, uma constante em seu trabalho, marcado pela parceria com a irmã Isolda e também por composições feitas com a cantora Martinha.  Ao lado da irmã, criou canções gravadas por Roberto Carlos, que eternizou músicas como “Jogo de damas”, “Elas por Elas”, “Um jeito estúpido de amar” e “Pelo avesso”.

Milton Taciano Fantucci Filho nasceu em São Paulo, no bairro de Vila Mariana, dia 13 de novembro de 1954. Era bisneto e neto de maestros-compositores, e buscou a música como sua maior forma de expressão desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro violão. Ainda menino, se apresentava em programas infantis, como o “Clube Papai Noel”, e na adolescência participava de programas de calouros, começando a compor suas primeiras canções. Participou, ganhou o primeiro prêmio no programa “Flavio Cavalcanti”, e conseguiu sua chance de gravar em 1969 seu primeiro single na Fermata através do programa “É proibido colocar cartazes”, na então TV Record. Em 1972, fez a direção musical da peça “O casamento de Figaro” e sempre dizia que se não fosse músico, seria ator.

Por meio de um amigo em comum, ele enviou em 1974 uma canção para Roberto Carlos – “Amigos, amigos”. A gravação dessa música despertou o interesse da RCA , que lhe propôs um contrato para seu primeiro LP – “Samba Quadrado”. A música título conseguiu uma repercussão inesperada por todo o território nacional, e lhe propuseram um contrato ainda mais extenso, com o lançamento de mais um LP – “Largo do Boticário”. Com a agenda repleta de shows e compromissos musicais, Milton e sua irmã (na foto acima) tiveram composições gravadas por diversos intérpretes, e se tornavam praticamente sinônimos de sucesso e reconhecimento popular. No auge de sua carreira – em outubro de 1976 – sofreu um acidente de carro próximo a cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo, finalizando uma carreira que estava no começo, mas suficiente para marcar seu talento e o refinado bom gosto em suas composições. Confira:

01 - Eu e a companhia
(Isolda - Milton Carlos)
02 - Saudade do Bixiga (Ao amigo Adoniran Barbosa)
(Isolda - Milton Carlos)
03 - Entre seis milhoes de pessoas
(Marcos Roberto - Chil Deberto - Jean Pierre)
04 - Ana Claudia
(Isolda - Milton Carlos)
05 - Amigos amigos
(Isolda - Milton Carlos)
06 - Jogo de damas
(Isolda - Milton Carlos)
07 - Dados biográficos
(Isolda - Milton Carlos)
08 - Maria de tal
(Isolda - Milton Carlos)
09 - Feira de artesanato
10 - Enredo
(Isolda - Milton Carlos)
11 - Elas por elas
(Isolda - Milton Carlos)
12 - Samba quadrado
(Isolda - Milton Carlos)



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Angélica - Meu jeito de ser (edição de luxo)

 Álbum duplo inclui as músicas do LP de 1993 e mais seis faixas em remix
A postagem hoje é especial, e vai agradar aos fãs da cantora e apresentadora Angélica. Trata-se de uma versão especial de luxo, montada pelo amigo Luã Ferreira, que gentilmente a enviou para postagem. Agradeço a ele pela colaboração. O álbum duplo, traz no primeiro disco as faixas do LP “Meu jeito de ser”, lançado pela Columbia em 1993, incluindo como faixa bônus a música “Montanha russa”, só disponível na versão em CD. O segundo apresenta seis versões em remix da música “O meu jeito de ser”, lançadas originalmente no início de 1994. O repertório traz canções de autores como Fernanda Abreu e Evandro Mesquita (ambos da Blitz), Vinicius Cantuária, Lincoln Olivetti, George Israel e Paula Toller (do Kid Abelha), Fausto Fawcett, Arnaldo Saccomani, Renato Correa e outros. Confira:

CD - 01

01 - O Meu Jeito de Ser
(Tuta Aquino - Fernanda Abreu)
02 - Flecha de Amor
(Vinicius Cantuária - Evandro Mesquita)
03 - Ponto Forte
(Anne Duá - Lincoln Olivetti - Jimmy Moreno - Fred Pereira)
04 - Deixa Tudo Assim (Precious little thing)
(Robinson - Tarttin - Maffett - vs: Ivo Meirelles)
05 - Na Beira do Mar
(Franckye Arduiel - Arnaldo Saccomani)
06 - Uh! Baby
(George Israel - Paula Toller)
07 - Loura Romântica
(Laufer - Fausto Fawcett)
08 - Lua
(Robertinho do Recife - Luiz Antonio - Caca Moraes)
Música incidental - Shy moon
(Caetano Veloso)
09 - Um Love Lindo
(Ronaldo Barcellos)
10 - Guarde Para os Dias de Chuva
(Cecelo - Sylvia Patricia)
Música incidental - What's going on
(M. Gaye - A. Cleveland - R. Benson)
11 - Pra Te Amar de Paixão
(Bozo Barretti)
12 - Tô Fora
(Mauro Motta - Arnaldo Saccomani)
13 - Montanha Russa (Bônus)
(Claudio Rabello - Renato Correa)

CD - 02 - REMIXES

01 - O Meu Jeito De Ser (Culture 12')
02 - O Meu Jeito De Ser (Culture Rádio)
03 - O Meu Jeito De Ser (The Angelical Voice Mix)
04 - O Meu Jeito De Ser (Soulful 12')
05 - O Meu Jeito De Ser (Soulful Rádio)
06 - O Meu Jeito de Ser (Original Version)
(Tuta Aquino - Fernanda Abreu)


COLABORAÇÃO: Luã Ferreira



terça-feira, 23 de outubro de 2018

Medida Certa - Sabendo usar não vai faltar (LP 1975)

 Álbum lançado pela Polydor foi produzido por Tony Bizarro e Romeu Giosa
“Sabendo usar não vai faltar” é o nome deste álbum do trio Medida Certa, lançado em 1975 pela Polydor. O disco, enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço, é de forró, e certamente agradará aos apreciadores do gênero. Produzido por Tony Bizarro e Romeu Giosa, o álbum é muito bom, e traz muitas canções compostas por Roberto Koruga, Carlos Mária e Villanova. Infelizmente, não encontrei informações sobre o trio, mas desconfio que é formado por esses três compositores. Se alguém souber algo sobre os músicos, agradeço se puder informar nos comentários. Confira:

01 - Quando o Forró Esquentou
(Luiz Quirino - Carlos Mária)
02 - Saudade de Pernambuco
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
03 - Maria do Sertão Sem Nome
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
04 - Maricota
(Luiz Kirino - Roberto Koriga)
05 - Restinho de Saudades
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
06 - Every Sapo
(Marco Antonio Carillo)
07 - Midubim
(Artulio Reis - Monalisa)
08 - Pulga Dorotéia
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
09 - Pula Corda
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
10 - Tô Comendo Vento
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
11 - Nega dos Fricotes
(Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)
12 - Intriga
(Adap. de Roberto Koruga - Carlos Mária - Villanova)


COLABORAÇÃO: Geraldo



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Vários artistas - Bailes jovens de domingo (CD 1993)

 Coletânea traz grandes sucessos da Jovem Guarda gravados na RGE
Grandes sucessos da Jovem Guarda, interpretados por artistas contratados da gravadora RGE, compõem o repertório deste “Bailes jovens de domingo”. O disco, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, foi lançado em 1993, e traz intérpretes como Erasmo Carlos, Marcos Roberto, Jerry Adriani, Dori Edson, Meire Pavão, Demétrius, Cleide Alves e The Clevers (em sua segunda formação, após a banda original trocar o nome para Os Incríveis), entre outros. No repertório, canções como “Sentado à beira do caminho”, “Perto dos olhos, longe do coração”, “Será?”, “Estou feliz”, “Festa de arromba” e “America”. Confira:

01 - Erasmo Carlos - Sentado à beira do caminho
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
02 - The Clevers - La tramontana
(D. Pace - M. Panzeri - vs: Fred Jorge)
03 - Marcos Roberto - Será?
(Marcos Roberto - Dori Edson)
04 - The Playing's - Love me forever
(Guthrie - Lynes)
05 - Meire Pavão - Romeu e Julieta (Romeo And Julia)
(Henry Mayer - Hans Bradtke - vs: Fred Jorge)
06 - Demétrius - Não se preocupe
(Demétrius)
07 - Cleide Alves - Mamãe acha que é normal
(Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
08 - Prini Lorez - America
(Sandheim - Bernstein)
09 - Ed Carlos - Estou feliz (Puppet On A String)
(B. Martin - P. Coulter - vs: Lilian Knapp)
10 - Dori Edson - Perto dos olhos, longe do coração
(Marcos Roberto - Dori Edson)
11 - Erasmo Carlos - Festa de arromba
(Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
12 - George Freedman - Multiplication
(Bobby Darin)
13 - The Bells - O escândalo 
(Shame And Scandal In The Family)
(H. Donaldson - S.H.Brown)
14 - Jerry Adriani - Diário (The Diary)
(Howard Greenfield - Neil Sedaka - vs: Jerry Adriani)
15 - Dick Danello - Nessuno mi puó giudicari
(Beretta - Del Prete - Pace - Panzeri)
16 - Bubby - Diga de uma vez (Tell Me To My Face)
(A. Clarke - T. Hicks - G. Nash - vs: Lilian Knapp)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


domingo, 21 de outubro de 2018

Orlando Morais - 20 Preferidas (CD 1997)

 Coletânea reúne as principais gravações realizadas pelo artista na RGE
Uma confissão: nunca parei para ouvir o cantor e compositor Orlando Morais, apesar de conhecê-lo, e saber que é casado com a atriz Glória Pires. A oportunidade chegou com este “20 preferidas”, CD enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço pela colaboração. O disco, lançado em 1997, é uma coletânea com as principais canções de sua discografia. Dono de voz agradável, Orlando se destaca por suas composições, muitas das quais feitas em parceria com grandes nomes da nossa música, como Caetano Veloso, Cazuza, Djavan, Frejat, Ronaldo Bastos e Antonio Cícero, como as apresentadas neste disco. Uma das curiosidades do repertório é a releitura de “Se você pensa”, hit do Roberto Carlos, que tem as participações especiais do Erasmo Carlos e João Penca e seus Miquinhos Amestrados.

Orlando de Morais Filho nasceu no dia 22 de janeiro de 1962, na cidade de Goiânia – GO. Filho de um fazendeiro com uma artista plástica, Orlando Morais e seus seis irmãos cresceram em contato permanente com a natureza. Aos 6 anos, já despertava a atenção ao tocar piano, e nessa época sua família o levou a Brasília para que se apresentasse em seu primeiro recital. Foi um sucesso! Com 16 anos, fez as malas e partiu para o Rio de Janeiro, decidido a matricular-se no curso de Direito. Mas a veia artística pulsou com mais intensidade, e se inscreveu num curso de Artes Cênicas. Participou de um concurso no Conservatório de Música, tirou o primeiro lugar, e ganhou, como prêmio, o seu primeiro violão.

Após um curto período na faculdade, foi convidado a embarcar para Portugal, a fim de se apresentar no suntuoso Hotel Vermar. Foram dois anos de apresentações ao piano e novos desafios. Viver de música começava a se tornar uma realidade para Orlando. Após essa temporada, seguiu para a França, e por lá permaneceu por mais dois anos, tocando em um dos bares mais badalados do cenário parisiense. Na volta para casa, montou com seus amigos a banda Cavalo de Tróia, com a qual pôde mostrar todo o seu talento como cantor e compositor em suas apresentações. Em 1988 conheceu Glória Pires, e após seis meses estavam casados. A carreira solo foi inaugurada em 1990 com o álbum Orlando Morais, do qual a canção "Portuga" – parceria com Cazuza – levou o Prêmio Sharp na categoria Pop-Rock. "Divinamente Nua a Lua”, dele e de Caetano Veloso, entrou na trilha sonora da novela “Pantanal” (Rede Manchete) e “Cruzando Raios” (em parceria com Toni Costa) para a novela “Mico Preto” (Rede Globo). A partir daí, não parou mais, e continua em plena atividade, como mostra o site do artista (aqui). Confira:

01 - Cruzando Raios
(Orlando Morais - Toni Costa)
02 - Divinamente Nua A Lua
(Caetano Veloso - Orlando Morais)
03 - Vento E Lareira
(Orlando Morais - Roberto Frejat)
04 - Se Você Pensa 
Participações especiais do Erasmo Carlos e João Penca
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 - Dita
(Antonio Cicero - Orlando Morais)
06 - A Rota Do Indivíduo
(Orlando Morais - Djavan)
07 - Portuga
(Cazuza - Orlando Morais)
08 - Judeu
(Orlando Morais)
09 - A Cara Do Rio
(Ronaldo Bastos - Orlando Morais)
10 - Limpar
(Orlando Morais - Toni Costa)
11 - Grunhir
(Orlando Morais - Toni Costa)
12 - Oriental
(Cazuza - Orlando Morais)
13 - No Trânsito
(Orlando Morais - Cecelo)
14 - Logrador
(Antonio Cicero - Orlando Morais)
15 - Certo País
(Orlando Morais - Toni Costa)
16 - Marujo De Estrada
(Orlando Morais - Toni Costa)
17 - Transas De Amor
(Marina Lima - Antonio Cicero)
18 - Noite Asiática
(Orlando Morais - Carlos Fucks)
19 - O Futuro
(Orlando Morais - João Rebouças)
20 - Mãe
(Caetano Veloso)

COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)

sábado, 20 de outubro de 2018

Vanusa Diferente - Brincando com a vida (CD 2004)

 Compilação reúne 14 músicas selecionadas pela cantora e compositora
Coletânea privilegia canções compostas por grandes autores da MPB 
Bem diferente de outras coletâneas, com repertório selecionado pelas gravadoras, esta seleção se destaca por ter sido escolhida pela própria cantora e compositora, que vasculhou sua discografia realizada na RCA Victor, onde iniciou a carreira artística em 1967, e separou 14 gravações que considera as mais significativas. O CD, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, foi lançado em 2004 pela BMG. Para apresentá-lo, vou reproduzir as palavras da artista, impressas no encarte e redigidas do próprio punho: “Me sinto honrada com este projeto onde pude participar ativamente da escolha do repertório porque conseguimos escolher as músicas de tantos compositores maravilhosos. Com a ajuda deles, durante toda a minha carreira pude manter o sopro da vidas nestas canções onde minha alma brilhou e meu coração se emocionou. Sons e notas que ficarão na eternidade”. Confira:

01 - Mudanças
(Vanusa - Sérgio Sá)
02 - Paralelas
(Belchior)
03 - Congênito
(Luiz Melodia)
04 - Avohai
(Zé Ramalho)
05 - Basta um dia
(Chico Buarque)
06 - Duas Manhas
(Caetano Veloso)
07 - Riacho do Navio
(Zé Dantas - Luiz Gonzaga)
08 - Coração Americano
(Antonio Marcos - Fagner)
09 - Brincando com a vida
(Belchior)
10 - Travessia
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
11 - Amor desempregado
(Mario Marcos - Antonio Marcos)
12 - Primeira estrela
(Antonio Marcos - Toninho da Cruz)
13 - Rotina
(Vanusa - Mario Campanha)
14 - Amigos novos e antigos
(Aldir Blanc - João Bosco)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

KLB - Bandas - Aos garotos que como nós amam os Beatles e os Rolling Stones (CD 2007)

 Trio de irmãos resgata grandes sucessos de bandas dos anos 60, 70 e 80
Releituras de grandes sucessos dos anos 1960, 1970 e 1980 compõem o repertório deste CD do KLB, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. O álbum “Bandas – Era um garoto que como nós amam os Beatles e os Rolling Stones” foi lançado em 2007, e resgata canções de grupos como Renato e seus Blue Caps, The Sunshines,  Golden Boys, Secos & Molhados, Mutantes, RPM, Barão Vermelho e outros. No repertório, canções como “Meu primeiro amor”, “Erva venenosa”, “Nós vamos invadir sua praia”, "Balada do louco", “Whisky a go go” e “Todo azul do mar”, a mais executada nas rádios entre as 14 músicas do disco. O KLB é um grupo formado em 2000 pelos irmãos Kiko (Franco Finato Scornavacca), Leandro Finato Scornavacca e Bruno Finato Scornavacca, filhos do cantor Franco, falecido recentemente, ex-baixista da banda Os Brasas.

A música sempre esteve presente na vida dos irmãos. Kiko aos 5 anos aprendeu com a mãe Regina as primeiras notas musicais em um violão, Leandro fez de potinhos de sorvete sua primeira bateria até ganhar de presente uma original do cantor Luciano Camargo. Em 1991 decidiram montar uma banda com o caçula Bruno, na época com 7 anos, herdando o baixo do pai, usado na Jovem Guarda. Os primeiros nomes para as bandas que formaram foi "The Fenders" e depois "Neon", que tinha a cantora Wanessa como vocalista e os meninos tocando os instrumentos. Foi em 1998 que os irmãos receberam uma canção composta especialmente para eles chamada "Uma noite de amor" (Junno Andrade e Antônio Luiz) e gravaram seu primeiro CD demo. O trabalho foi apresentado pelo pai para a diretoria da Sony Music, que gostou do que ouviu e transformou o demo em seu álbum de estreia (capa na foto acima). Com ele, o KL recebeu o disco de diamante e disco de platina triplo por ter vendido mais de 1 milhão e meio de cópias. A partir daí, não parou mais, e continua em atividade até hoje. Confira:

01 - O Último Trem (Last Train To Clarksville)
(B. Hart - T. Boyce - vs: Gileno)
02 - Meu Primeiro Amor (You're Going To Lose That Girl)
(Lennon - McCartney - vs: Lilian Knapp)
03 - Não Devo Mais Ficar (Have You Ever See The Rain)
(John Fogerty - vs: Rossini Pinto)
04 - Todo Azul Do Mar
(Flavio Venturini - Ronaldo Bastos)
05 - Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles E Os Rollings Stones 
(C'Era Un Ragazzo Che Come Me Amava I Beatles E I Rolling Stones)
(M. Luzini - Francesco Migliacci - vs: Brancato Junior)
06 - Menina Linda (I Should Have Know Better)
(Lennon - McCartney - vs: Renato Barros)
07 - Erva Venenosa (Poison Ivy)
(Jerry Leibert - vs: Rossini Pinto)
08 - Balada Do Louco
(Rita Lee - Arnaldo Baptista)
09 - Rádio Pirata
(Paulo Ricardo - Luiz Schiavon)
10 - Nós Vamos Invadir Sua Praia
(Roger)
11 - O Astronauta De Mármore (Starman)
(David Bowie - Sady Homrich - vs: Thedy Correa - Carlos Stein) 
12 - Whisky À Go-Go
(Michael Sullivan - Paulo Massadas)
13 - Pro Dia Nascer Feliz
(Roberto Frejat - Cazuza)
14 - O Vira
(Luli - João Ricardo)


COLABORAÇÃO: Laércio

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Cidinha - Gravações Raras (2018)

 Cantora dos primórdios do rock gravou na Mocambo e na Copacabana
 Compacto duplo produzido pela gravadora Mocambo foi lançado em 1962
Esta postagem reúne gravações feitas pela misteriosa Cidinha, cantora que atuou nos primórdios do rock no Brasil, entre 1961 e 1963. As informações disponíveis sobre ela são apenas discográficas. Segundo o nosso amigo Paulo Castelo Branco, a cantora gravou dois discos de 78 RPM’s com as músicas "24 Mil Desejos (24000 Baci)" /"Batatinha (Patatina)" e "Beijo Louco"/"Vamos menear", ambos pelo selo Mocambo. Pela mesma gravadora, ainda foi lançado o compacto duplo com as faixas "Ford Thunderbird"/"24 Mil Desejos (24000 Baci)"/"Beijo Louco" /"Vamos menear". A Mocambo ainda incluiu "24 Mil Desejos (24000 Baci)" no LP-miscelânea "Estas venceram” em 1962. No ano seguinte, contratada pela Copacabana, lançou o terceiro 78 RPM, e provavelmente o último disco, contendo "Não Senhor (Non, Monsieur)"/"Gosto de Alguém (Yomme Yomme), faixas que foram reunidas em 1964 num compacto duplo compartilhado com a cantora Maria Inêz, já postado aqui. Confira:

01 - 1961 - Batatinha (Patatina)
(Gianni Meccia - Franco Migliacci - vs: Fred Jorge)
02 - 1961 - 24 mil desejos (24000 Baci)
(Fuici - Vivarelli - Celentano - vs: Cesare Ratt - J. Lima)
03 - 1962 - Beijo louco
(Ciloca Madeira)
04 - 1962 - Vamos menear
(Ciloca Madeira - Omar Ortaly)
05 - 1962 - Ford Tunderbird
(Ciloca Madeira)
06 - 1963 - Gosto de alguém (Yomme yomme)
(Suerte - Drake - Marnay - vs: Paulo Rogério)
07 - 1963 - Não senhor (Non monsier)
(H. Giraud - F. Gerald - vs: Fred Jorge)


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Marcos Valle - Preferência Nacional (CD 1998)


Álbum resgata principais sucessos emblemáticos do cantor e compositor
Para apresentar este CD, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, vou reproduzir o texto impresso na contracapa, assinado por Henrique Cazes: “Um dos caçulas da Bossa Nova, Marcos Valle estreou como compositor em 1963 com a gravação de ‘Sonho de Maria’ pelo Tamba Trio e no ano seguinte gravou seu primeiro LP (capa na foto abaixo), com o repertório dividido entre composições próprias e de alguns craques da MPB. Para o primeiro disco de um compositor que se lançava como intérprete, o resultado foi acima das expectativas. Roberto Menescal disse que Marcos como intérprete ‘transmitia mesmo’ e Luizinho Eça o classificou como ‘um extraordinário reforço para a nossa música’.

A partir daí, uma série de sucessos como ‘Preciso aprender a ser só’ e ‘Samba de verão’ feitos em parceria com Paulo Sérgio Valle firmaram seu nome como compositor. Em 1968 após passar um tempo nos Estados Unidos foi que Marcos, já liberto da Bossa Nova, encontrou um caminho mais pessoal para compor, que se tornaria sua marca registrada. O repertório de ‘Marcos Valle – Preferência Nacional’ faz um significativo retrospecto da obra do cantor e compositor, resgatando músicas emblemáticas da década de 70 como ‘Mustang cor de sangue’ e ‘Black is beautiful’. Destaque para a participação de Milton Nascimento, que em pouco tempo de carreira já se mostrava um cantor excepcional”. Confira:

01 - Viola Enluarada (com Milton Nascimento)
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
02 - Preciso Aprender A Ser Só
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
03 - Samba De Verão
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
04 - Terra De Ninguém (com Golden Boys)
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
05 - Os Grilos
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
06 - Ela É Carioca
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
07 - Mustang Cor De Sangue
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
08 - Com Mais De 30
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
09 - Que Bandeira
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle - Mariozinho Rocha)
10 - Wanda Vidal
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
11 - Marcos Valle - Black Is Beautiful (com Marizinha)
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
12 - Os Ossos Do Barão
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
13 - Mentira
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
14 - Flamengo Até Morrer
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
15 - O Cafona
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
16 – Diálogo (com Milton Nascimento)
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle - Milton Nascimento)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


terça-feira, 16 de outubro de 2018

Deny - A parada musical do seu ídolo (2013)

 Deny, da dupla com Dino, revela as músicas que marcaram sua vida
Lembra-se do cantor e compositor Deny, que fez sucesso em dupla com Dino, e se consagrou na Jovem Guarda com canções como “Coruja”, “O ciúme” e “Eu só quero ver”? O artista foi mais um dos convidados que participaram em 2013 do quadro “A parada musical do seu ídolo”, atração do programa “No tempo do rock’n’roll”, transmitido aos domingos, das 16h00 às 18h00, pela Rádio Web Vitrola da Saudade, que esteve no ar entre 2009 e 2013. O programa teve origem na Rádio Rio de Janeiro - 1400 - AM, e foi transmitido entre 1986 e 1992. O hiato entre a primeira e a segunda temporada do programa deve-se a impossibilidade do radialista Carlos Alberto, que gentilmente enviou este material para postagem, de apresentá-lo por motivos profissionais, uma vez que suas atividades no rádio são secundárias. Nele, o artista indicava 15 músicas preferidas que marcaram sua vida e justificava os motivos da escolha. Confira:

Prefixo do Programa
Prefixo do Quadro - "A parada musical do seu ídolo"
Nat King Cole - Smile
Deny & Dino - Ri melhor quem ri no fim
15 - Deny & Dino - Nem eu nem você
14 - Orlando Silva - Caprichos do destino
13 - Ray Charles - What's I say
12 - Brenda Lee - If you love me
11 - The Beatles - The long and winding road
10 - The Rolling Stones - Ruby tuesday
09 - The Platters - He great pretender
08 - Roy Orbison - Lana
07 - Little Richard - Read Teddy
06 - Elvis Presley - Love me  
05 - Deny & Dino - Pra ver você chorar
04 - Conway twitty & Cliff Richard - Lonely blue boy
03 - Little Joe - Pinouts
02 - The Diamonds - Little darling
01 - Dion & The Belmonts - Runaround Sue
Deny & Dino - Vivo a chamar
Encerramento

COLABORAÇÃO: Carlos Alberto, do Fã Clube Joelma



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Edith Veiga - Eu te amei, te amo, sempre te amarei

Grandes sucessos da carreira estão neste LP lançado em 1977 pela Alvorada
Quem gosta de bolero e samba canção deve conhecer a cantora e compositora Edith Veiga, que comparece no blog com este LP “Eu te amei, eu te amo, eu sempre te amarei”, enviado pelo nosso amigo Geraldo, a quem agradeço pela colaboração. O disco, lançado em 1977 pelo selo Alvorada, da gravadora Chantecler, é uma coletânea com os principais sucessos da artista, que esteve em evidência principalmente nas décadas de 1960 e 1970. O álbum se destaca por incluir “Faz-me rir”, sua primeira gravação, e também o maior sucesso de sua carreira profissional, iniciada em 1961, com a qual vendeu mais de 500 mil cópias.

Aos 79 anos, completados em 12 fevereiro, Benedita Edith Veiga nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Juquiá. Teve uma infância simples, mas com a morte do pai, quando tinha 15 anos, mudou-se para a capital com a mãe e a família. Começou então a trabalhar, foi cabelereira e demonstradora de eletrodomésticos. Gostava de cantar e começou a frequentar programas de calouros. Em 1961, ganhou o 2º lugar no “A Voz de Ouro ABC’, que era líder de audiência da TV Record de São Paulo, e seu canto foi ouvido pelo diretor da gravadora Chantecler, que se chamava Diogo Mulero, conhecido como Palmeira. Ele gostou da voz e a contratou para gravar “Faz-me rir”. Começou então a carreira profissional da cantora, que até participou como atriz em 1962 da novela “A canção que a noite levou”, na TV Tupi, cuja trama trazia na trilha “Acho graça”, outro sucesso da intérprete.

Em 1963 já considerada uma das melhores cantoras brasileiras. Fez shows no Japão, e em muitos países da América do Sul e da Europa. Passou também a apresentar no Canal 2, de São Paulo, o programa “Edith Veiga em 2 Tempos”, onde cantava e recebia personalidades. Casou-se em 1967 e depois teve sua primeira filha. Com isso, afastou-se da carreira artística, e só retornou em 1972, gravando vários discos a partir daí, com destaque para a música “Meu homem”, que fez sucesso em 1980, ano em que se apresentou no “Carnegie Hall”, nos Estados Unidos. Em 1987, casou-se pela segunda vez, e o marido impôs que deixasse a arte. Foi morar em sua cidade natal, mas em 2001 voltou à carreira artística, lançando em 2003 o CD "Edith Veiga canta Amália Rodrigues - Eternamente o Fado" , sendo que em 2006, em comemoração aos 45 anos de carreira, lançou dois novos CDs, um com novas gravações e outro com uma compilação de sucessos. O mais recente, de 2011, é o CD "Edith Veiga Canta Lupicínio Rodrigues", e continua se apresentando por todo o País. Confira:

01 - Eu Te Amei, Eu Te Amo, Eu Sempre Te Amarei
(Silfrancis - Jean Garfunkel)
02 - Desespero Moça
(P.Aguiar - U. Silva - Luiz Mergulhão)
03 - De Quem Estás Enamorado (De quien estás enamorado)
(Rafael Ramirez - vs. Alba Prado)
04 - Faz-Me Rir (Me dá risa)
(F. Yoni - E. Arias - vs: Teixeira Filho)
05 - Chão
(Claudio Paraiba - Antonio de Aguiar)
06 - Cantador
(Théo)
07 - Humilhação
(Alberto Roy - Paulo Queiroz)
08 - Maldito
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
09 - Nunca Num Domingo (Never on Sunday)
(Manos Hadjidakis - vs: Steve Bernard - Valéria)
10 - Sózinha
(Rago - Teixeira Filho)
11 - Amor Segredo
(Cézar - Manoel N. Pinto)
12 - Acho Graça
(Arquimedes Messina - Jucata)

COLABORAÇÃO: Geraldo



domingo, 14 de outubro de 2018

Eduardo Araújo - Nunca deixe de sonhar (LP 1985)

 Álbum do Eduardo Araújo foi produzido em 1985 pela gravadora Pointer
Este LP, “Nunca deixe de sonhar”, gravado pelo Eduardo Araújo em 1985, atende ao pedido do internauta Agnaldo de Jesus. Ele solicitou o disco, e como não o tenho em acervo, consultei o amigo Aderaldo, que prontamente me enviou para postagem. Agradeço a ele por mais essa colaboração. O álbum, lançado pelo selo Pointer, tem como curiosidade o fato de não possuir nenhuma música de autoria do cantor, que sempre apresentou composições próprias em seus discos. Confira:

01 - Silvia
(Don Beto)
02 - Nunca deixe de sonhar
(Danilo)
03 - Reencontro
(Don Beto - Albino)
04 - Vamos lá
(Don Beto)
05 - Tempo que é tempo
(Don Beto)
06 - Memórias
(Fernando Nilo Távora)
07 - Perdidos no tempo
(Don Beto - Albino)
08 - Flor de algodão
(Don Beto)
09 - Pelos teus campos
(Danilo)
10 - Raio de luar
(Marcão)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


sábado, 13 de outubro de 2018

Maria Creusa - Seleção da série Maxximum (2005)

 Grandes sucessos da cantora, gravados na RCA, estão incluídos no disco
Faz tempo que não colocava disco da Maria Creusa para ouvir. É um calmante para os meus ouvidos diante do que hoje faz sucesso, e me deixa indignado constatar como uma intérprete como ela é ignorada pelos meios de comunicação. O lixo musical que nos é imposto se assemelha ao que acontece hoje na política, com o Brasil prestes a escolher para a presidência um senhor fascista, racista, homofóbico e misógino. Frente ao cenário caótico que o País se transformou, a música da Maria Creusa é um santo remédio pra relaxar, e como foi bom receber do amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, este CD da série Maxximum. A preferida do Vinicius de Moraes canta 17 músicas gravadas entre 1973 e 1982, período em que foi contratada pela RCA Victor, e o repertório inclui algumas lançadas pela primeira vez em CD. Confira:

01 - Onde Anda Você
02 - Dom de Iludir
03 - Nosso Momentos
04 - Com Açúcar, Com Afeto
05 - De Conversa Em Conversa
06 - Chega Pra La
07 - Tortura de Amor
08 - Trocando Em Miúdos
09 - Otalia Da Bahia
10 - Tudo Se Transformou
11 - Quase
12 - Começaria Tudo Outra Vez
13 - Lua de São Jorge
14 - Frenesi
15 - Tarde Em Itapoã
16 - Escravo Da Alegria
17 - Exaltação a Tiradentes


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito