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terça-feira, 31 de julho de 2018

Canecão apresenta Maysa (CD 1992)

 Disco gravado ao vivo no Canecão foi reeditado em CD pela Movieplay
Álbum foi originalmente lançado em 1969 pela gravadora Copacabana
Este álbum da Maysa, gravado ao vivo no Canecão, foi originalmente lançado em 1969 pela Copacabana. A postagem aqui apresentada é a reedição em CD, produzida em 1992 pela Movieplay, e foi enviada pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço pela colaboração. O LP, quando lançado, foi muito elogiado, e traz alguns clássicos da nossa música, como “Chão de estrelas”, “Se todos fossem iguais a você”, “Eu e a brisa” e sucessos da própria intérprete em pot-pourri, como “Meu mundo caiu”, “Ouça” e “Tarde triste”. Destaque para a releitura de "Light my fire", sucesso do grupo The Doors. Confira:

01 - Pot-pourri:
Demais 
(Tom Jobim - Aloysio de Oliveira) 
Meu Mundo Caiu 
(Maysa) 
Preciso Aprender a Ser Só 
(Marcos Valle - Paulo Sergio Valle)
02 - Pra Quem Não Quiser Ouvir Meu Canto 
(César Roldão Vieira)
03 - Pot-pourri:
Por Causa de Você 
(Tom Jobim - Dolores Duran) 
Dindi 
(Tom Jobim - Aloysio de Oliveira)
04 - Se Você Pensa 
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 -  Ne Me Quitte Pas 
(J. Brel)
06 - Light My Fire 
(Morrison - Manzarek - Krieger - Densmore)
07 - Pot-pourri:
Chão de Estrelas 
(Orestes Barbosa - Silvio Caldas)
08 - Pot-pourri:
Tarde Triste 
(Maysa) 
Meu Mundo Caiu 
(Maysa) 
Ouça 
(Maysa)
09 - Eu e a Brisa 
(Johnny Alf)
10 - Dia de Vitória 
(Marcos Valle - Paulo Sergio Valle)
11 - Dia das Rosas 
(Luis Bonfá - Maria Helena Toledo)
12 - Se Todos Fossem Iguais a Você 
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Trepidant's - Love Me Forever (LP 1978)

 Segundo álbum do grupo, produzido pela Tapecar, traz repertório em inglês
Ao ver os pedidos do Silas, da Rádio Lago Azul, e do Valdir Muniz por discos do grupo Trepidant’s, o nosso amigo Laércio, a quem agradeço, me enviou o álbum “Love me forever”, lançado em 1978 pela Tapecar. Trata-se do segundo LP da banda, ainda na fase em que só gravava em inglês. A maioria das canções foi composta por Vincent Jr., provavelmente integrante da banda, que fez muito sucesso na época, especialmente em Pernambuco, onde surgiu em 1970. Os principais destaques do álbum foram as faixas “Love me forever”, que dá título ao disco, e “Arizona”, muito executas pelas emissoras de rádio. Confira:

01 - Love Me Forever
(Vincent Jr.)
02 - Arizona
(Vincent Jr.)
03 - Trepidant's Love Theme
(F. Bourget)
04 - You're My Shooting Star
(Vincent Jr.)
05 - More Than A Match For You
(Vincent Jr.)
06 - Emotion
(Tann Wight - Vincent Jr.)
07 - Everything I Need
(Vincent Jr.)
08 - Now Too Late
(Tann Wight - Vincent Jr.)
09 - Ready To Love
(Vincent Jr.)
10 - Not To Day
(Vincent Jr.)
11 - Gimme What I Want
(Vincent Jr.)
12 - Promise
(Vincent Jr.)


COLABORAÇÃO: Laércio



Bubby - Compactos raros - Diga de uma vez

Postagem reúne três compactos gravados entre os anos de 1967 e 1974 
Estes três compactos simples da Bubby foram originalmente apresentados em duas postagens no Sanduíche Musical, blog embrionário do Sintonia Musikal. Aproveito pedidos de repostagem para reunir os discos em único post, razão pela qual reeditei as ilustrações e melhorei o áudio, agora em 320 kbps (o anterior foi ripado em 192 kbps). Além desses três singles, a cantora teria gravado em 1963 um 78 RPM, pelo selo V.S., com as músicas “Kimi na kutê noozomi arazu” (“Samba em prelúdio” em japonês) e “Canção da súplica”, segundo informa o internauta Edmar, de Belo Horizonte, em comentário no blog. Olga Hayashi, seu nome de batismo, nasceu em 23 de março de 1945 na cidade paulista de Pompeia e mora em Kansas nos Estados Unidos. Iniciou a carreira na Rádio Clube de Marília em programas infantis. Mais tarde, transferiu-se para a capital, sendo logo contratada pela extinta TV Excelsior - Canal 9, apresentando-se no "Programa dos Incríveis". Confira:

01 - 1967 - Diga de uma vez (Tell me to my face)
(A. Clarke - T. Hicks - G. Nash - vs: Lilian Knapp)
02 - 1967 - Ele me deixou (Cheryl's goin' home)
(Bob Lind - vs: Fred Jorge)
03 - 1968 - Melhor é ser feliz com o que se tem  
(The other man's grass is always greener)
(T. Hatch - J. Trent - vs: Lilian Knapp)
04 - 1968 - Once I had a dream
(Roger Cook - Roger Greenaway)
05 - 1974 - Canção para um ser só 
(Tokiniwa haha no naiko no yohni)
(Terayama - Tanaka - vs: Bubby)
06 - 1974 - O mundo é você (Part. especial de Dom)
(Dom)


sábado, 28 de julho de 2018

The Pop's - Mexa-se (Rock and roll e outros ritmos)

 LP lançado em 1975 pela Padrão tem a participação vocal de Anne & Peter
Este álbum do grupo The Pop’s é rock puro, e provavelmente o mais dançante da banda. O disco, muito raro, intitulado “Mexa-se – Rock and roll e outros ritmos”, foi lançado em 1975 pelo selo Padrão, e foi enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela valiosa colaboração. Ao contrário de outros álbuns da banda, essencialmente instrumentais, o LP se destaca pelos vocais de Anne & Peter, convidados especiais de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde nasceram. O casal, segundo texto assinado por Pipo na contracapa, passaria a integrar a banda desde então. Um dos destaques é a faixa “Traveling band”, sucesso do Creedence Clearwater Revival. Tenho certeza que os roqueiros vão gostar. Confira:

01 - Keep on rocking
(Lea - Holder – Powell - Hill)
02 - Rebel rebel
(David Bowie)
03 - I was wrong
(I. Dee)
04 - Seaside shuffle
(J. G. Lewis)
05 - Let the good times roll
(Lea)
06 - Rockin' roll baby
(Bell – Creed)
07 - Feel the need in me
(Tilmon Jr. - Allen)
08 - Travelin band
(J. Fogerty)
09 - Too busy thinking about my baby
(J. Bradford – N. Whitfield)
10 - Skweese me please me
(Holder - Lea)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Maria Inêz - Cidinha - Feminilidade (EP 1964)

Compacto duplo produzido pela Copacabana é compartilhado entre duas cantoras
O nosso amigo Geraldo, a quem agradeço, viu a postagem “A obra e o canto de Baby Santiago”, apresentada no blog nesta terça-feira, 24, e ao constatar a falta da música “Feminilidade” na lista das versões feitas pelo artista, gentilmente me enviou este compacto duplo pra enriquecer a coletânea. O correto seria editar uma nova contracapa para o referido post, mas não é possível incluí-la na compilação porque excede o limite de 80 minutos para a gravação do CD, daí a postagem individual do disco. O EP, lançado em 1964 pela Copacabana, é compartilhado entre duas cantoras: Maria Inêz (ou seria Maria Inês, como aparece grafado na capa?), incluindo a faixa “Feminilidade” no lado A, e Cidinha no B. Infelizmente, não tenho referências sobre as duas intérpretes. Confira: 

01 - Maria Inêz - Não Esquecerei (Never love again)
(Rusty - D. Kershaw - vs: Newton Ramos)
02 - Maria Inêz - Feminilidade
(Montgomery - vs: Baby Santiago)
03 - Cidinha - Gosto de Alguém (Yomme Yomme)
(Suerte - Drake - Marnay - vs: Paulo Rogério)
04 - Cidinha - Não, Senhor (Non monsieur)
(H. Giraud - F. Gerald - vs: Fred Jorge)

COLABORAÇÃO: Geraldo


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Vinicius, Clara Nunes e Toquinho - Poeta, moça e violão

 CD de 2008 resgata show gravado ao vivo na Bahia e Rio de Janeiro em 1973
Fãs do Vinicius de Moraes, Clara Nunes e Toquinho vão curtir este “Poeta, moça e violão”, uma edição em CD do show gravado em 1973 no Teatro Castro Alves, na Bahia, e na boate Sucata, no Rio de Janeiro. O disco é mais uma valiosa colaboração do amigo Roberto de Brito, a quem agradeço por enviá-lo. Pelo que apurei, o registro foi originalmente lançado num álbum triplo, em vinil, dentro da série “Shows inesquecíveis”, com 30 faixas. A edição remasterizada, com 17 faixas, é uma síntese do espetáculo com seus melhores momentos. Confira:
 
01 - Poética 
(Vinicius de Moraes)
 Quando a Noite me Entende 
(Vinicius de Moraes - Antônio Maria)
02 - Serenata do Adeus 
(Vinicius de Moraes)
03 - Rancho das Flores 
(Vinicius de Moraes - Johann Sebastian Bach)
04 - Lamento 
(Pixinguinha - Vinicius de Moraes)
05 - Mundo Melhor 
(Pixinguinha - Vinicius de Moraes)
06 - Rancho das Namoradas 
(Ary Barroso - Vinicius de Moraes)
07 - Poema dos Olhos Da Amada 
(Vinicius de Moraes - Paulo Soledade)
08 - Samba em Prelúdio 
(Baden Powell - Vinicius de Moraes)
09 - A Felicidade 
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
 Garota de Ipanema 
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
 Marcha de Quarta-Feira de Cinzas 
(Vinicius de Moraes - Carlos Lyra)
10 - Berimbau 
(Baden Powell - Vinicius de Moraes)
 Consolação 
(Baden Powell - Vinicius de Moraes)
 Canto de Ossanha 
(Baden Powell - Vinicius de Moraes)
11 - Na Boca da Noite 
(Toquinho - Paulo Vanzolini)
12 - Veja Você 
(Toquinho - Vinicius de Moraes)
13 - Samba de Orly 
(Chico Buarque - Vinicius de Moraes - Toquinho)
14 - Cotidiano nº2 
(Toquinho - Vinicius de Moraes)
15 - Regra Três 
(Toquinho - Vinicius de Moraes)
16 - Como Dizia o Poeta 
(Toquinho - Vinicius de Moraes)
17 - Se Todos Fossem Iguais a Você 
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Adriana - Dom de amar (LP 1988)

 Álbum produzido em 1988 pela RGE inclui o sucesso "Combinado assim"
Este “Dom de amar”, álbum gravado pela Adriana em 1988 na RGE, atende ao pedido do internauta Thiago. O disco é da fase romântica da cantora, que iniciou carreira na época dourada da Jovem Guarda, e marca período de muito sucesso, especialmente após emplacar as músicas “I love you baby” e “Pra sempre vou te amar”, incluídas no LP anterior, produzido em 1986 e postado aqui. Os principais destaques deste vinil são “Combinado assim”, muito executado nas emissoras de rádio, e “Dom de amar”, que dá título ao álbum. Confira:

01 - Combinado assim 
(Gilson - Joran)
02 - Eu te amo 
(Eduardo Lages - Paulo Sérgio Valle)
03 - Bom demais 
(Márcio Monteiro - Gene Araújo)
04 - Delírios 
(Prentice - Gabriel O'Meara)
05 - Trama 
(Márcio Monteiro - Marcos Monteiro - Luis Sarmanho)
06 - Será que é paixão 
(Cesar Rossini - Gil Gerson - Reinaldo)
07 - Viver é ter você pra mim (The Greatest Love Of All
(Michael Masser - Linda Creed)
(Versão: Márcio Monteiro - Marcos Monteiro - Carlos Duarte - Cláudio Bocca)
08 - Luz do sol 
(José Augusto - Paulo Sergio Valle)
09 - Caras e bocas 
(Ed Wilson - Cury)
10 - Dom de amar 
(Márcio Monteiro - Carlos Duarte - Savalla)
11 - Mais que real 
(Thomas Roth - Arnaldo Saccomani)


terça-feira, 24 de julho de 2018

Vários artistas - A obra e o canto de Baby Santiago

 Coletânea resgata gravações e composições do "Chuck Berry brasileiro"
Quem se interessa pelos primórdios do rock no Brasil deve conhecer o Baby Santiago, também conhecido como o  “Chuck Berry brasileiro” por ser um dos primeiros autores do rock. No final dos anos 1950, quando deixou o samba de lado e se interessou pelo novo ritmo que tomava conta do mundo, ele decidiu criar suas próprias letras. Na época,  o gênero por aqui era basicamente feito de versões. De certa forma, antecipou os grandes letristas do rock doméstico e até misturou rock com baião, antes mesmo do Raul Seixas nos anos 1970.  Para resgatar o artista, nascido em São Paulo em 17 de novembro de 1933, nosso amigo Aderaldo montou esta coletânea, e agradeço a ele por enviá-la, contendo gravações do cantor e dos artistas que interpretaram suas composições.

A compilação não está completa. Segundo o Aderaldo, ainda faltam duas gravações do cantor – “Vem, vem” e “Seu Valério” – ambas de 1961, além dos registros das músicas “Estou só” (gravada por Agnaldo Alencar), “Feminilidade” (Maria Inês),  “Foi alguém” (Mário Augusto) e “Tudo é carnaval” (Jacinto Figueira). Trata-se, é claro, de detalhe, pois a presente coletânea é suficiente pra mostrar o cantor e compositor, daí o título “A obra e o canto de Baby Santiago”. Grandes sucessos do autor compõem a seleção, com destaque para “A bruxa” e “Estou louco”, interpretadas pelo Demétrius, “Adivinhão”, gravada originalmente pelo George Freedman, nas releituras do Magazine e Rodney, e “O twist é bom”, hit do Mário Augusto em 1962, entre outros. Vale observar que "Viver sem você" (The Jet Blacks) e "Meu tudo pra mim" (Pedro Wilson) são títulos diferentes para a mesma música. Confira:

01 - 1953 - Baby Santiago - Salve a Carolina
(Felisberto Martins - Mário Aguinaldo)
02 - 1953 - Baby Santiago - Rainha do jardim
(D. Silva - José Astolfi)
03 - 1962 - Baby Santiago - Estou louco (Tô Muito Louco)
(Fulgêncio Santiago)
04 - 1962 - Baby Santiago - Xaxado rock
(Baby Santiago)
05 - 1963 - Baby Santiago - Boogie do guarda
(Baby Santiago)
06 - 1963 - Baby Santiago - Bola no taco
(Baby Santiago)
07 - 1963 - Baby Santiago - Segura essa mulher
(Jucata - A. Lopes)
08 - 1968 - Baby Santiago - Onde está Tatá
(Baby Santiago – Toni Chaves)
09 - 1967 - Conjunto Op-Art - A cegonha
(Baby Santiago)
10 -  1963 - Demétrius - A bruxa
(Demétrius - Baby Santiago)
11 - 1966 - Cidinha Santos - A despedida
(Baby Santiago)
12 - 1983 - Magazine - Adivinhão
(Baby Santiago - Tony Chaves)
13 - 1960 - Wilson Miranda - Bata baby (Long Tall Sally)
(Johnson – Penniman - Blackwell – Versão: Tony Chaves - D. Fulgêncio)
14 - 1963 - Tony Campello - Coisinha linda
 (Tony Chaves - Baby Santiago)
15 - 1967 - Orlando Alvarado - Coração solitário
 (Baby Santiago - F. Torres)
16 - 1977 - Reginaldo Rossi - RP Rock
(Baby Santiago - Reginaldo Rossi)
17 - 1965 - The Jet Blacks - Viver sem você  
(Wilson Miranda - Baby Santiago)
18 - 1964 - Demétrius - Estou louco
(Fulgêncio Santiago)
19 - 1965 - Sergio Murilo - Lucifer
(Baby Santiago)
20 - 1962 - George Freedman - Lurdinha
(Baby Santiago - Nat Santos)
21 - 1966 - Pedro Wilson - Meu tudo pra mim
(Wilson Miranda - Baby Santiago)
22 - 1966 - Arturzinho - Na crista da onda
(Julio Rosemberg - Baby Santiago)
23 - 1962 - Mário Augusto - O twist é bom
(Baby Santiago)
24 - 1974 - Zé Di - Outro bouquet
(Zé Di – Baby Santiago)
25 - 1962 - Chiquita - Twist big bom
(Baby Santiago)
26 - 1962 - Tony Campello - Vamos dançar o twist
(Baby Santiago)
27 - 1965 - Sérgio Murilo - La bruja (A Bruxa)
(Demétrius - Baby Santiago – Versão: Ernesto Flores)
28 - 2005 - Rodney - Adivinhão
(Baby Santiago - Tony Chaves)
29 - 1980 - Reginaldo Rossi - Uma tentação
(Reginaldo Rossi – Baby Santiago)
30 - 1961 - George Freedman - Inveja
(Baby Santiago)
31 - 1961 - Demétrius - Rock do saci
(Tony Chaves - Baby Santiago)

COLABORAÇÃO: Aderaldo



segunda-feira, 23 de julho de 2018

Os Infernais - Eu te amo, te amo, te amo (LP 1968)

 Banda instrumental do Rio de Janeiro gravou único LP pela DN, selo da Codil
Já encontrei vários discos do blog postados no Youtube. Agora é a vez de inverter essa ordem. O áudio deste LP do grupo Os Infernais foi ripado do canal do Valdi Santos (aqui), um dos poucos que apresentam discos do próprio acervo no Youtube, sem apelar para material baixado em blogs. Por se tratar de um disco raro, que nunca vi disponível para download, e por encontrar a arte gráfica do álbum na rede, achei interessante apresentá-lo, dando o devido crédito ao autor da postagem. O LP é instrumental e foi lançado em 1968 pela DN, selo da Codil, com texto de apresentação na contracapa assinado por Mariozinho Rocha.

A banda, muito competente, era formada por Aderir Valença (piston), Hélio Silva (guitarra solo), David Viot (guitarra centro), Maurício Medeiros (guitarra baixo) e Alceir Valença (bateria). Os músicos formaram o grupo no Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro da Taquara, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, e não deve ser confundido com a banda homônima surgida na mesma época em Brasília. Fizeram um grande sucesso no local e chegaram a participar em 1968 do programa "A grande chance", do apresentador Flávio Cavalcante, muito rigoroso em relação ao talento dos seus convidados. Infelizmente, o conjunto lançou apenas este álbum, do qual foi extraída a faixa “You only live twice” para o CD “A Jovem Guarda vai ao cinema”, lançado em 2011 pelo selo Discobertas. Confira:

01 - Can't take my eyes of you 
(B. Crewe - B. Gandis)
02 - Darling 
(Wilson Love)
03 - Mexican shufle 
(Sol Lake)
04 - Boogaloo down Broadway 
(James Last)
     Bend me, shape me 
(English Weis)
05 - Pro diabo os conselhos de vocês 
(Carlos Imperial - Nenéo)
06 - Miniskirto in Moscow or
(B. Creve - H. Davie)
07 - You only live twice 
(L. Brianse - S. Barry)
08 - Muito incrementada 
(Jean Zanoni)
09 - Up up and away 
(J. Webb)
10 - Infernal 
(Mauricio Medeiros)
11 - Eu te amo, te amo, te amo 
(Roberto Carlos)
12 - Salud, amor y dinero 
(Sol Lake)
Oh baby shake 
(James Last)

ÁUDIO: Valdi Santos/Youtube


domingo, 22 de julho de 2018

The Fevers - Sucessos de Ouro (LP 1985)

 Coletânea produzida pela EMI-Odeon traz principais sucessos da banda
Uma seleção pra nenhum fã do grupo The Fevers botar defeito. Esta é a coletânea “Sucessos de Ouro”, enviada pelo amigo Laércio, a quem agradeço, e foi lançada em 1985 pela EMI-Odeon. O que chama a atenção é a participação massiva do cantor, compositor e produtor Rossini Pinto no repertório. O disco, originalmente produzido com 12 faixas, tem a assinatura do autor em 11 músicas, incluindo as versões. Apenas uma canção, “Ninguém vive sem amor”, do vocalista Almir Bezerra, não tem a participação do artista. Pra completar o repertório, adicionei três faixas bônus, que são regravações de músicas incluídas no disco. Confira:

01 - Mar de rosas (Rose garden)
(Joe South - vs: Rossini Pinto)
02 - Cândida
(T. Wine - I. Levine - vs: Rossini Pinto)
03 - Nathalie
(Hans Bouwens - vs: Rossini Pinto)
04 - Já cansei (It's too late)
(Bobby Goldsboro - vs: Rossini Pinto)
05 - Sou feliz (I am so happy)
(Anibal Conte - Carlos Iturbide - vs: Rossini Pinto)
06 - Barbarella
(Freitag - Siegel Jr. - Jay - vs: Rossini Pinto)
07 - Vem me ajudar (Get me some help)
(Daniel Vangarde - Nelly Byl - vs: Rossini Pinto)
08 - Agora eu sei (I've been hurt)
(Ray Whitley - vs: Rossini Pinto)
09 - Ninguém vive sem amor
(Almir Bezerra)
10 - Você morreu pra mim
(Miguel - Almir Bezerra - Rossini Pinto)
11 - Angel baby
(I. Levine - L. Russell Brown - vs: Rossini Pinto)
12 - A vida na cidade
(Miguel - Cleudir Borges - Rossini Pinto)
13 - Bônus - Cândida
(T. Wine - I. Levine - vs: Rossini Pinto)
14 - Bônus - Nathalie
(Hans Bouwens - vs: Rossini Pinto)
15 - Bônus - Agora eu sei (I've been hurt)
(Ray Whitley - vs: Rossini Pinto)

COLABORAÇÃO: Laércio


sábado, 21 de julho de 2018

Tetê Espindola - Pássaros na garganta (LP 1982)

 Álbum produzido pelo selo Som da Gente ganhou prêmio APCA em 1982
Com este álbum, “Pássaros na garganta”, Tetê Espindola ganhou o prêmio revelação da APCA de 1982. A oportunidade de postá-lo se deve ao amigo Roberto de Brito, a quem agradeço por enviá-lo. Na época do lançamento, Tetê disse que considerava esse trabalho o seu primeiro disco solo, pois pode colocar nele todas suas ideais musicais de forma ampla e irrevente. “Aqui pude de fato registrar toda a preocupação ecológica vinculada em meu trabalho. Além das composições focadas no conteúdo da paisagem central do Brasil, toda a composição gráfica também explorava a exuberância da região. As gravações registraram momentos únicos de voz e craviola, sem montagens, captando a real emoção das interpretações, quase como um show ao vivo”, disse Tetê, ao informar que o nome do disco foi dado pelo poeta concretista Augusto de Campos. Confira:

01 - Amor e guavira
(Tetê Espindola - Carlos Rennó)
02 - Cunhataiporã
(Geraldo Espindola)
03 - Canção dos vagalumes
(Arrigo Barnabé)
04 - Olhos de jacaré
(Geraldo Espindola - Carlos Rennó)
05 - Fio de cabelo
(Tetê Espindola)
06 - Cuiabá
(Tetê Espindola - Carlos Rennó)
07 - Pássaros na garganta
(Tetê Espindola - Carlos Rennó)
08 - Sertaneja
(Rennê Bittencourt)
09 - Longos prazeres de amor
(Celito Espindola)
10 - Paisagem fluvial
(Tetê Espindola - Arrigo Barnabé)
11 - Ibiporã
(Arrigo Barnabé)
12 - Jaguadarte - Galadriel
(Arrigo Barnabé - Tetê Espindola)
13 - Sertão
(Tetê Espindola - Arrigo Barnabé)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito



sexta-feira, 20 de julho de 2018

Os Showpignons - Se essa lua fosse minha (CS 1969)

Single da RCA Victor foi lançado na época em que o homem pousou na lua
Há exatos 49 anos, em 20 de julho de 1969, o homem pousou na lua. O feito, realizado pelo astronauta americano Neil Armstrong seguido do seu colega de missão Buzz Aldrin, ficou marcado na história. O fato foi tão comentado e explorado pelos meios de comunicação que até a narração do evento foi lançada em disco (aqui), e parte do diálogo entre a terra e os astronautas foi incluída na introdução da música “Se essa lua fosse minha”, lançada na época num compacto simples do grupo Os Showpignons pela RCA Victor. O grupo, nesse mesmo ano, lançou um LP, hoje muito raro, que não tenho em acervo. O single, igualmente raro, tem no lado B o pot-pourri com dois clássicos da nossa música: “Preciso aprender a ser só” e “Eu e a brisa”. Confira:

01 - Se essa lua fosse minha 
(Extra: bate-papo entre a terra e a Apolo 8)
(Adaptação: Paladino)
02 - Pot-pourri:
Preciso aprender a ser só
(Marcos Valle - Paulo Sergio Valle)
Eu e a brisa
(Johnny Alf)



quinta-feira, 19 de julho de 2018

Vários artistas - Censurar ninguém se atreve (CD 2000)

 Álbum em vinil foi originalmente lançado em 1989 pelo selo  Wop Bop
Raridades do rock nacional, gravadas entre meados dos anos 1950 e início dos 1960, foram garimpadas por Albert Pavão e reunidas neste “Censurar ninguém se atreve”, LP lançado originalmente em 1989 pelo selo Wop Bop. O disco aqui apresentado é uma reedição em CD, lançada em 2000 pela RDS Fonográfica, e enviada pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. O disco traz algumas pérolas, como “Rock around the clock”, interpretada pela Nora Ney e considerada o primeiro rock gravado no Brasil, e “Até logo, jacaré”, gravado pelo Agostinho dos Santos, um dos ícones da Bossa Nova que também marcou presença no pioneirismo do rock nacional. A seleção também reúne primeiras gravações de astros da Jovem Guarda, como Renato e seus Blue Caps, Rosemary, The Jordans e Sérgio Murilo. Confira:

01 - Nora Ney - Rock around the clock
(M. Freedmam – J. de Knight)
02 - Agostinho dos Santos - Até logo, jacaré
(R. Guidry – Versão: J. Nagib)
03 - Rosemary - Eu sei (I Know)
(B. George - Versão: R. Nunes)
04 - Renato e seus Blue Caps - Espante a tristeza (Shoo Ya Blues) (com Os Adolescentes)
(D. Luther Smith – Versão: P. Lopes)
05 - The Avalons - China rock
(Dudu)
06 - Clerio Morais - Dinah
(G. Almeida – M. Araujo)
07 - Albert Pavão - Vigésimo andar (Twenty Flight Rock)
(E. Cochran – N. Fairchild – Versão: A. Pavão)
08 - Sérgio Murilo - Rock de morte
(L. Panicali – N. Perez)
09 - Sonia Delfino - Diga que me ama (Make Believe Baby
(E. Lewis – B. Weisman – Versão: L. Bittencourt)
10 - Fernando Costa - Rock do soluço
(A. Chamarelli – A. Marsillac – A. Luis)
11 - Conjunto Alvorada - Lição de twist (La Leçon De Twist) (com Meire Pavão)
(D. Gerard – L. Maurice – G. Mengozzi – Versão: T. Pavão)
12 - The Jordans - Boudah
(G. Dovan – B. Drean)
13 - Regiane - Frankie (com The Avalons)
(N. Sedaka – H. Greenfield)
14 - Eduardo Araújo - Prima Daisy
(Carlos Imperial)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os Incríveis - 1910 (LP 1971)

 Quinto álbum da banda na RCA Victor inclui o sucesso "Sem vergonheira"
Este é o quinto álbum do grupo Os Incríveis na RCA Victor, onde desenvolveu uma trajetória de sucesso desde 1967, após deixar o cast da gravadora Continental. O disco, enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço, foi lançado em 1971, e traz o título “1910”, nome da música que abre o LP. O principal destaque entre as 10 faixas é a música “Sem vergonheira”, da dupla Antonio Carlos e Jocafi, muita executada nas emissoras de rádio. O grupo retornou ao disco dois anos depois, mas como trio formado por Mingo, Nenê e Risonho, sem Manito e Netinho, que partiram para outros projetos. Pode-se dizer que este “1910” foi o último álbum de sucesso da banda, que lançaram outros LPs e compactos, mas sem a mesma repercussão obtida em discos anteriores. Confira:

01 - 1910
(Isolda - Milton Carlos)
02 - O Maior Amor Do Mundo
(Dom - Ravel)
03 - Sem Vergonheira
(Antonio Carlos - Jocafi)
04 - Venha Nos Amar
(Tony - Frankye)
05 - Na Baixa Do Sapateiro
(Ary Barroso)
06 - Te Quero Ver Dançar
(Francis Smith - Osmar Navarro)
07 - Canção dos Imigrantes
(Dom - Ravel)
08 - Paz E Amor
(Dom - Ravel)
09 - Viva Santo Antonio
(Dom - Ravel)
10 - Repent Walpurgis
(Fisher)

COLABORAÇÃO: Geraldo


terça-feira, 17 de julho de 2018

Mara Maravilha - Romântica - Um grande amor (2018)

Repertório apresenta 16 canções românticas da cantora e apresentadora 
Esta coletânea, montada pelo amigo Bryan Platão, a quem agradeço por enviá-la para postagem, reúne 16 canções românticas do repertório da cantora e apresentadora Mara, popularmente conhecida como Mara Maravilha. Eliemary Silva da Silveira, seu nome de batismo, nasceu em Itapetinga, na Bahia, em 6 de março de 1968, e desde pequena sonhava ser artista. Na infância, já apresentava a versão local do Clube do Mickey pela TV Itapoan, então emissora afiliada ao SBT para todo o estado da Bahia, e ficou conhecida como "Miss Mara". No início da década de 1980 tornou-se a principal atração produzida por TV fora do eixo Rio-São Paulo. Em 1982, Mara assinou seu primeiro contrato com uma multinacional, a EMI-Odeon, onde lançou seu primeiro disco. Na época, como apresentadora da versão local do Clube do Mickey, Mara ganhou a atenção do apresentador e empresário Silvio Santos.

A partir daí, deixou de ser chamada de Miss Mara, e o “homem do baú” a batizou de Mara Maravilha, nome que emplacou e a consagrou na mídia. Mas foi em 1987, quando estreou o programa infantil "Show Maravilha", que a baiana viu seu nome tornar-se uma febre nacional. Em pouco tempo, Mara virou um dos maiores ídolos infantis da história da televisão brasileira, emplacou vários sucessos no disco, virou boneca e marca de brinquedos. O repertório, com algumas canções voltadas para o público adolescente, com letras melodiosas e temática juvenil, agradou o público. Na década anos 90 seu sucesso extrapolou as fronteiras brasileiras e apresentou programa na TV argentina. Em 1995, em depressão, encerrou seu contrato de trabalho e voltou definitivamente ao Brasil, onde iniciou tratamento psicológico, e passou a investir no segmento gospel. Hoje, é uma das apresentadoras do programa Fofocando, do SBT, onde retornou em 2017 como contratada após 22 anos. Confira:

01 - Um grande amor
02 - Não faz mal (Tô carente, mas tô legal)
03 - Liga pra mim
04 - Quando penso em você
05 - Coração de papel
06 - Vem
07 - Sem compromisso  (Part. Dominó)
08 - Meu coração
09 - Quero sonhar
10 - Estou amando outra vez
11 - Menino de brinco
12 - Por um olhar
13 - Outra vez
14 - Oitava maravilha
15 - Olha pra mim
16 - Uma noite de solidão (9 to 5)


COLABORAÇÃO: Bryan Platão



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Tom & Dito - Revertério (LP 1976)

 Álbum lançado pela Continental traz tema da novela "Os apóstolos de Judas"
Tom & Dito, dupla famosa nos anos 1970, especialmente pelo sucesso da música “Tamanco malandrinho”, comparece no blog com este “Revertério”, LP produzido pela Continental em 1976. O disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, se destaca pela faixa “Cretina”, incluída na trilha sonora da novela “Os apóstolos de Judas”, exibida pela extinta Rede Tupi. O repertório é integralmente autoral, e mostra que, além de bons intérpretes, Tom e Dito produzem música de qualidade. Intérpretes como Alcione, MPB-4, Wanderléa, Jair Rodrigues, Antonio Carlos e Jocafi, Doris Monteiro e outros gravaram canções da dupla, desfeita no início dos anos 1980. A partir daí, Tom assume o nome artístico de Tom da Bahia, iniciando a carreira solo e compondo em parcerias eventuais. Confira:

01 - Cretina
(Tom - Dito - Vevé)
02 - Bolero
(Tom - Dito)
03 - Incenso
(Tom - Dito)
04 - Vinte Meninas
(Folclore adapt. Tom & Dito)
05 - Hortelã
(Tom - Dito)
06 - Meus Camaradas
(Tom - Dito)
07 - Revertério
(Tom - Dito)
08 - Moça Bonita
(Tom - Dito)
09 - Catibiriba
(Tom - Dito)
10 - Procura-se Vivo ou Morto
(Tom - Dito)
11 - Água Viva
(Tom - Dito)
12 - Divã
(Tom - Dito - Vevé)


COLABORAÇÃO: Laércio


domingo, 15 de julho de 2018

Fábio - Em busca das canções perdidas (LP 1969)

 Álbum foi originalmente apresentado em 2011 no Sanduíche Musical
Diante de pedidos para atualização do link para download do primeiro LP do Fábio (hoje Fábio Stella), postado originalmente em 26 de maio de 2011 no Sanduíche Musical, blog embrionário do SintoniaMusikal, decidi fazer a repostagem por aqui. Aproveitei a oportunidade para adicionar como bônus o compacto simples, de 1970, com as músicas “O que é que eu estou fazendo aqui” e “Não deixo não”, também apresentado no Sanduíche, além do outro single, de 1968, com “Sonho lindo delirante” e “Reloginho”, já incluído no post original. Por conta das mudanças, refiz as ilustrações da contracapa e do CD. Confira:

01. Prelúdio para os olhos de Vanusa 
Fábio - Paulo Imperial)
02. Simpre te recordaré
(Yaco Monti) 
03. Ana Luisa 
(Fábio - Paulo Imperial)
04. Onde andará você 
(Fábio - Paulo Imperial)
05. Uma canção, eu e você 
(Fábio - Betto Costa)
06. Não vá 
(Fábio - Paulo Imperial)
07. Em busca das canções perdidas 
(Fábio - Paulo Imperial)
08. Chuva de verão 
(Fábio - Paulo Imperial)
09. Não vai ser fácil te esquecer
(Fábio)
10. Tributo a James Dean 
(Fábio - Paulo Imperial)
11. A cidade sem você 
(Fábio - Paulo Imperial)
12. Stella 
(Fábio - Paulo Imperial)

BÔNUS

13. Lindo sonho delirante (LSD) 
(Carlos Imperial - Fábio)
14. Reloginho 
(Carlos Imperial - Paulo Imperial)
15. O que é que eu estou fazendo aqui
(Fábio - Paulo Imperial)
16. Não deixo não
(Fábio - Paulo Imperial)



sábado, 14 de julho de 2018

Dianna Pequeno - Cantigas (CD 2002)

Com "n" dobrado em seu prenome, cantora grava belo CD pela Rádio MEC 
Eis aqui mais um belo trabalho da Dianna Pequeno, que neste CD acrescentou um “n” em seu prenome. O disco, enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, foi produzido em 2002 pelo selo Rádio MEC. Para apresentá-lo, vou reproduzir o primeiro parágrafo do texto assinado no encarte por Ricardo Cravo Albin: “Este disco reconfirma as características básicas de Dianna Pequeno. Ou seja, exibe com generosa fartura os instrumentos de que a cantora vem se utilizando ao longo desses vinte e dois anos de carreira. E que se resumem em fazer sempre o melhor e mais sofisticado da maneira mais simples e verdadeira. Em outras palavras, Dianna Pequeno fez do CD “Cantigas” um momento de reluzente brasilidade, um mergulho naquilo que ouso chamar de nossa “alma criativa cristalina”, que ainda existe, sim, apesar de tantos modismos e desencontros provocados pela indústria fonográfica”. Confira:

01 - Flores Do Mal 
(Ney Marques - Diana Pequeno)
02 - Azul 
(Diana Pequeno)
03 - Reza 
(Edu Lobo - Ruy Guerra
04 - Maria 
(Tradicional - Castro Alves) 
05 - Por Que Lloras Morenita? 
(Francisco Mignone)
06 - Cantigas 
(Alberto Nepomuceno - D. Branca Colaço)
07 - A Morena 
(Chiquinha Gonzaga - Ernesto de Souza)
08 - O Sol Em Si 
(Diana Pequeno)
09 - Ontem Ao Luar 
(Pedro de Alcântara - Catulo da Paixão Cearense)
10 -  A Casinha Pequenina 
(Tradicional)
11 - Lua Branca 
(Chiquinha Gonzaga)
12 -  Semanário 
(Diana Pequeno)
13 - Não Vai, Morena 
(Guerra Peixe - Alberto Lopes)
14 - Prenda Minha 
(Tradicional)
15 -  Balada Do Rei Das Sereias 
(Dorival Caymmi - Manuel Bandeira)
16 -  O Trenzinho Do Caipira 
(Villa-Lobos - Ferreira Gullar)
17 -  Samba Clássico 
(Villa-Lobos - Villalba Filho)
18 - Quem Sabe? 
(Carlos Gomes - Bittencourt Sampaio)


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito



sexta-feira, 13 de julho de 2018

The Selvis - É hora de rock'n'roll (LP 1960)

LP instrumental do grupo de estúdio The Selvis tinha Bolão entre os integrantes
Hoje, 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock. A data foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. Pra entrar no clima da festa, vou apresentar este “É dia de rock’n’roll”, LP lançado pela RCA Victor em 1960 pelo grupo The Selvis. Segundo comentário do internauta Druca em antigo comentário no blog, a banda era, na realidade, um grupo de estúdio do qual participava o grande saxofonista e, à época, o maior especialista brasileiro no gênero "rock", o saudoso Bolão. O músico, entre 1958 e 1959, esteve no elenco de artistas da Columbia; passou pelo selo California, e na sequência gravou discos pela RCA usando seu próprio nome artístico. O nome The Selvis certamente foi inspirado no Elvis Presley, grande sucesso na época, e o repertório inclui alguns hits do rei do rock. Confira:

01 - Jailhouse rock
(J. Leiber - M. Stoller)
02 - Personality
(H. Logan - L. Price)
03 - Long tall Sally
(Emotris Johnson)
04 - Love me tender
(Elvis Presley - Vera Matson)
05 - I need your love tonight
(Sid Wayne - Bix Reichner)
06 - Oh! Carol
(H. Greenfield - Neil Sedaka)
07 - Stupid cupid
(Neil Sedaka - H. Greenfield)
08 - Tutti-frutti
(D. LaBostrie - R. Penniman)
09 - Ready Teddy
(Blackwell - Marascaleo)
10 - A big hunk o'love
(Aaron Schroeder - Sid Jaxon)
11 - King creole
(J. Leiber - M. Stoller)
12 - I go ape
(Neil Sedaka - H. Greenfield)



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Joelma - Homenagem a cidade de Duque de Caxias

 Compacto simples, produzido em 1967, foi lançamento especial da Chantecler
Para apresentar este raro compacto simples da Joelma, enviado pelo Carlos Alberto, do Fã Clube da cantora, a quem agradeço, vou reproduzir o texto da contracapa: “Sob o patrocínio da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias, progressista cidade fluminense, os Discos Chantecler, em lançamento especial, apresenta com a cantora convidada Joelma e com a Banda da Cidade de Duque de Caxias, a marcha hino ‘Sou de Caxias’, de autoria de Fernando Barreto e Antonio Motta. Esta gravação é em homenagem à laboriosa e ordeira gente caxiense, por ocasião dos festejos do Dia do Soldado, quando transcorrerá mais um aniversário de fundação da cidade”.

“Para tal, foi convidada a notável cantora Joelma, do elenco Chantecler que, aliás, é uma caxiense de coração, pois nessa cidade viveu durante 20 anos, tendo aí chegado com um ano de idade; aí cresceu, estudou, formou-se professora, lecionou e, pela primeira vez, cantou diante de um microfone, o que praticamente lançou-a como cantora. Joelma, a 25 de agosto, dia do patrono da cidade, o Duque de Caxias, será alvo de todas as atenções, pois a Prefeitura local outorgar-lhe-a o título Cidadã Caxiense. A Chantecler, encarregada deste lançamento especial, nesta feliz oportunidade, parabeniza a cidade de Duque de Caxias, por mais um ano de exuberante existência”. Confira:

01 - Joelma - Sou de Caxias
(Fernando Barreto - Antonio Motta)
02 - Orquestra C.D.C. - Sou de Caxias (Instrumental)
(Fernando Barreto - Antonio Motta)


COLABORAÇÃO: Carlos Alberto (Fã Clube Joelma)



quarta-feira, 11 de julho de 2018

Fredson - Compactos Raros (2018)

 Seleção reúne músicas lançadas em quatro compactos simples e dois duplos
Fãs do Fredson, cantor que fez parte do Trio Melodia, e que partiu para carreira solo a partir de 1969, vão gostar desta coletânea montada pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. A postagem reúne canções lançadas em quatro compactos simples e dois duplos, um dos quais com apenas três músicas, além de duas faixas bônus. O cantor, pra quem não sabe, enfrenta problemas financeiros e de saúde, conforme anunciamos aqui, e não tenho informações atualizadas a respeito. Confira:

01 - Até no inferno eu vou lhe buscar
(Fredson – Erly Muniz)
02 - Porque me apaixonei
(Fredson – Erly Muniz)
03 - Só sei que te amo
(Fredson – Marcos Pereira)
04 - Diga, meu amor, aonde estás
(Maurileno – Fernando Sanxo)
05 - Aniversário do meu bem
(Celso Castro)
06 - Oh! Meu imenso amor
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
07 - Você mudou demais
(Dick Junior)
08 - Tenho ciúme de tudo
(Waldir Machado)
09 - Macumbê, macumbá (Com conjunto Blow Up)
(Fredson Cerqueira)
10 - O marido dela vai saber (Com conjunto Blow Up)
(Fredson Cerqueira)
11 - Su marido se vaya enterá (O Marido Dela Vai Saber) (Com conjunto Blow Up)
(Fredson Cerqueira – Versão: Jorge Botter)
12 - Duvido que você esqueça
(Fredson – Joanita Cavalcante)
13 - Rock do caju
(Fefé – Maria Libania)
14 - Assim já é demais
(Tony Cesar – Zé Mamede)
15 - O que mais quer você
(Joanita Cavalcante – Cátia Cristina)

BÔNUS: 
16 - Mãe, deixe-me nascer (Com Thildo Gama)
(Fredson)
17 - Larga esse cara
(Fredson)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


terça-feira, 10 de julho de 2018

Octávio Burnier - Disco infernal (MPB Contemporânea)

 Primeiro álbum solo, basicamente instrumental, foi lançado em 1979 pela Philips
Este álbum do cantor, compositor, arranjador, violonista e guitarrista Octavio Burnier foi enviado pelo amigo Laércio, a quem sou grato pela colaboração. O disco “Dança infernal – Música Popular Brasileira Contemporânea” foi lançado em 1979 pela Philips. Sobre o disco, Ivan Wrigg, autor de três faixas do LP em parceria com o artista, escreveu na contracapa que “Octavio se entrega ao instrumento vivendo cada acorde e cada variação, e dessa forma pode gravar o que gosta de fazer, com a liberdade de fazer o que quer. Aí, cabe ser lembrada a ousadia da Polygram de lançar esse disco basicamente instrumental, na faixa da MPB Contemporânea, ousadia essa que tem como arma o talento de um músico que sabe muito bem o que quer e que faz no meio dessa “Dança infernal” por uma fatia do mercado musical dessa terra de tantas raças, de tantas lutas e de tantos carnavais”.

Luiz Octavio Bonfá Burnier nasceu no Rio de Janeiro em 28 de julho de 1952. É sobrinho do violonista Luiz Bonfá, com quem aprendeu os primeiros acordes. Aos 15 anos já participava de movimentos musicais universitários. Nessa época conheceu Aldir Blanc, Gonzaguinha, e Ivan Lins. No final dos anos 1960 formou, junto com o também violinista Claudio Cartier, a dupla Burnier & Cartier e lançou em 1974 o seu primeiro álbum (na foto ao lado). Com o parceiro Mariozinho Rocha, compôs a canção "Clarear", gravada pelo grupo Roupa Nova em 1982. A canção foi tema da telenovela "Jogo da Vida", da Rede Globo. Formado em publicidade, adotou outros nomes artísticos. Em 1969, ao assinar com a Som Livre, usou o nome de Otavinho Bonfá. Em 1979, contratado da Polygram, se apresentava sob o nome de Octavio Burnier. Nos anos 1980, em carreira nos Estados Unidos, adotou o pseudônimo de Távio Bonfá. Em 1988, de volta ao Brasil, adotou o nome de Tavinho Bonfá. Desde 1998, trocou o “i” por “y”, resultando em Tavynho Bonfá. Confira:

01 - Aproximação 
(Octávio Burnier) 
02 - Beijo submerso 
(Octávio Burnier) 
03 - Por quase nada 
(Octávio Burnier - Ivan Wrigg) 
04 - Zanga aborígine 
(Octávio Burnier) 
05 - Dança infernal 
(Octávio Burnier - Ivan Wrigg)
06 - Dança de rua  
(Octávio Burnier - Ivan Wrigg) 
07 - Todos os meninos 
(Octávio Burnier) 
08 - Um dos meninos e sua mãe 
(Octávio Burnier) 
09 - Dança dos ventos 
(Octávio Burnier) 
10 - Biruta 
(Octávio Burnier) 
11 - Exercício matinal 
(Octávio Burnier - Claudio Cartier) 

COLABORAÇÃO: Laércio



segunda-feira, 9 de julho de 2018

Jair Rodrigues - Sambas de enredo nota 10! (LP 1985)

Principais sambas das escolas do Rio estão reunidos neste LP da Philips
Ao longo de sua vitoriosa carreira, o saudoso Jair Rodrigues gravou sambas de enredo de várias agremiações, e com todo esse material disponível, a Philips decidiu reunir os principais registros num único álbum. Trata-se deste “Sambas de enredo nota 10!”, numa clara demonstração de que as canções receberam avaliação máxima dos jurados que assistiram o desfile na avenida. De fato, a seleção é ótima, e inclui sambas que ficaram na memória, como “O mundo melhor de Pixinguinha” (Portela), “Festa para um rei negro” (Salgueiro), “A festa do divino” (Mocidade Independente de Padre Miguel) e outros. Confira:

01 - Mulher a brasileira
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia)
02 - A festa do divino
(Tatu - Nezinho - Campo)
03 - A criação do mundo na tradição nagô)
(Neguinho da Beija-Flor - Mazinho - Gilson)
04 - O mundo melhor de Pixinguinha (Pinzindin)
(Jair Amorim - Evaldo Gouveia - Velha)
05 - Bahia de todos os deuses
(Bala - Manoel)
06 - O teu cabelo não nega (Só da Lalá)
(Gibi - Serjão - Zé Catimba)
07 - Contos de areia
(Paulo da Portela - Norival Reis)
08 - O mundo encantado de Monteiro Lobato
(Batista - Darcy da Mangueira - Luiz)
09 - Heróis da liberdade
(Silas de Oliveira - Décio da Viola - M. Ferreira)
10 - Mangueira minha querida madrinha (Tengo tengo)
(Zuzuca)
11 - Festa para um rei negro (Pega no ganzê)
(Zuzuca)
12 - Martin cerere
(Zé Catinga - Gibi)