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sexta-feira, 30 de março de 2018

Teobaldo - Lindo & Felicidade (CS 1971)

 Teobaldo ganhou fama em 1970 como personagem de propaganda da Antarctica
Quem viveu o início dos anos 1970 deve se lembrar do Teobaldo, personagem da propaganda da Antarctica que popularizou o bordão “Boko moko” para designar coisas fora de moda. Era o ator Roberto Marquis dando vida ao personagem, que ficou tão famoso a ponto de o humorista adotá-lo como nome artístico. Hoje, 30 de março, ele comemora 76 anos, e pra homenageá-lo vou apresentar este compacto simples, lançado pela RCA Victor em 1971, período em que a campanha publicitária da marca de bebida estava em veiculação. Segundo a Wikipédia, ele gravou nove discos como cantor, a maioria para o carnaval.

A mesma fonte informa que Teobaldo, na verdade, já estava na carreira artística desde 1962, quando começou como figurante na TV Tupi, no seriado "Dom Camilo e os Cabeludos", com Otelo Zeloni e Elias Gleiser. Em 1963, na TV Excelsior", foi diretor de elenco da telenovela "2-5499 Ocupado", estrelado pelo casal Tarcísio Meira e Glória Menezes . Ingressou na comédia participando de todos programas da casa, seguindo posteriormente para o Rio de Janeiro para trabalhar na TV Tupi Canal 6, no projeto chamado Telecentro, cujo diretor era Boni, com os maiores nomes da TV Brasileira. Em 1967, na inauguração da TV Bandeirantes, foi contratado para dirigir vários programas, incluindo o de Xênia Bier.

Em 1975 foi contratado pelo Estúdios Silvio Santos para ser produtor e ator. Abriu uma produtora de peças publicitárias que fazia todos os comerciais do Grupo Silvio Santos. Dirigiu e participou de várias propagandas para televisão, inclusive a de uma concessionária de automóveis, com Ary Toledo e Vianna Jr., que usou o bordão “Pois é” para designar carro velho. Teobaldo ainda trabalhou como dublador, produziu o longa metragem infantil, “Dani, um cachorro muito vivo”, atuou em vários filmes e também em peça de teatro. Trabalhou ainda no humorístico “A praça é nossa”, com Carlos Alberto de Nóbrega, ficando 25 anos no programa. Confira:

01 - Lindo
(Osmar Navarro)
02 - Felicidade
(Antonio Almeida - João de Barro)



quinta-feira, 29 de março de 2018

Trilha sonora da novela O direito de nascer (LP 1978)

 Adaptação da radionovela mexicana foi exibida pela extinta Rede Tupi
Quem gosta de trilha sonora certamente vai curtir este LP da novela “O direito de nascer”, produzida e exibida pela extinta Rede Tupi entre 31 de julho de 1978 e 26 de maio de 1979, às 19h30. Baseada na radionovela cubana escrita na década de 1940 por Félix Caignet, foi adaptada por Teixeira Filho e Carmem Lídia, e dirigida por Antonino Seabra. A trama, que fez muito sucesso na adaptação anterior, exibida nos anos 1960, teve Eva Wilma, Suzy Camacho, Carlos Augusto Strazzer, Cléa Simões, Aldo César, Beth Goulart, Adriano Reis, Henrique Martins, Percy Aires e Edgard Franco nos principais papéis. A trilha sonora, por sua vez, incluiu intérpretes como Maria Bethânia, Agostinho dos Santos, Altemar Dutra, Moacyr Franco e Fafá de Belém, entre outros, incluindo os atores Carlos Augusto Strazzer e Lolita Rodrigues, que participaram da novela. Confira:

01 - Maria Bethânia - Começaria Tudo Outra Vez
(Gonzaguinha)
02 - Altemar Dutra - O Vagabundo
(Victor Simon)
03 - Moacyr Franco - Sou Mais Um
(Guto)
04 - Agostinho dos Santos - Aqueles Olhos Verdes (Aquellos Ojos Verdes)
(Nilo Menendez - vs: João de Barro)
05 - Guto - Ave Ligeira
(Guto)
06 - Neuber - A Noite Eterna
(Neuber)
07 - Carlos Augusto Strazzer - Acalanto para Dolores
(Jackie - Paulo Roberto)
08 - Fafá de Belém - Dentro de Mim Mora Um Anjo
(Sueli Costa - Cacaso)
09 - Wildner - Santo Domingo
(W.E. Stein - Berno Dietrich - S.L. Goldfield)
10 - Cesar Sampaio - Por Dentro Estou Morrendo (Tu Carño Se Me Va)
(B. Richard - vs: Paulo Coelho)
11 - Lolita Rodrigues - Amor Eterno
(Alfredo Borba - Edison Borges)
12 - João José - Sorria (Smile)
(C. Chaplin - J. Turner - G. Parsons - vs: Paulo Coelho)



quarta-feira, 28 de março de 2018

Dudu França - Festa Pronta (CD 1997)

 Dudu França resgata grandes sucessos internacionais dos anos 1960/1970
Grandes hits internacionais dos anos 1960/1970 estão neste “Festa pronta”, CD lançado em 1997 por Dudu França pelo selo Fieldzz. O disco, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, é bem dançante, com 17 faixas produzidas sem intervalo entre as músicas. O repertório, que agradará os saudosistas, inclui sucessos do Creedence Clearwater Revival (“Proudy Mary”), Johnny Rivers (“Secret Agent Man” e “It´s too late”), Chriz Montez (“Sunny”, “Call me” e "The More I see You"), Paul Simon e Garfunkel (“Mrs. Robinson”), Christie (“Yellow River"), Shocking Blue ("Venus") e outras canções que deixarão sua festa completa.

Dudu França nasceu e cresceu no bairro de Pinheiros, em São Paulo, onde estudou engenharia, arquitetura e publicidade, conjugando o aprendizado tradicional com o musical. Estudou piano, violão, flauta, bateria e orquestração. Ao longo da carreira, iniciada no final dos anos 1960, fez parte de várias bandas com repertório em inglês, como Colt 45, Memphis, Joe Bridges, Kris Kringle, Beach Band, Baby Joe, Lee Jackson e outras. Foi com a carreira solo que obteve sucesso pelas mãos do Carlos Imperial no final dos anos 1970 e início dos 1980. Muitas de suas músicas viraram faixas de novelas. Seu primeiro grande hit foi em 1978, quando a música "Grilo na Cuca" estourou em todas as rádios e foi incluída na trilha da novela "Marrom Glacê", da Rede Globo.

No início dos anos 1980, Dudu ainda emplacaria muitos hits, como "Eu e ela" e "Fim de Semana", "Geração saúde", "Me leva" e "Foge comigo". Em 1982, ele foi o grande vencedor do Festival Internacional de la Canción de Viña del Mar, com a música "Dime, amor", composta por ele e por Morris Albert. Considerado "rei da geração saúde" nos anos 1980, Dudu também foi conhecido apresentador de TV: comandou um quadro do Globo de Ouro, chamado “Geração 80”. Entre 1981 e 1985, foi um dos apresentadores do programa de auditório para jovens "Vamos Nessa", no SBT, onde chegou a atuar como ator. A música-tema do programa acabou virando hit também, sendo executada nas pistas de dança. Posteriormente virou compositor e produtor de jingles de sucesso. Hoje, evangélico, o cantor continua na ativa, com a afinação e a bonita voz que o consagrou. Confira:

01 - Medley
You've Lost That Loving Feeling
(B. Mann - C. Weil - P. Spector)
Twist And Shout
(Medley - Russel)
La Bamba
(Trini Lopez)
Foot Loose
(Dean Pitch - Kenny Loggins)
02 - My Pledge of Love
(J. Stafford Jr.)
I've Been Hurt
(Ray Whitley)
03 - Yellow River
(Jeffrey Christie)
Venus
(Robby van Leeuwen)
04 - Long Train Running
(Tom Johnston)
05 - Mrs. Robinson
(Paul Simon - Garfunkel)
06 - I'm a Believer
(Neil Diamond)
07 - Memphis
(Cassandra Wilson)
08 - Judy is Disguise
(John F. Gaurrier - Andrew Bernard)
09 - Secret Agent Man
(Sloan - Barri)
10 - Sunny
(Bobby Heeb)
11 - Call Me
(Christian Hersch)
12 - The More I see You
(Mack Gordon - Harry Warren)
13 - There's a Kind of Hush
(Les Reed - Geof Stephens)
14 - Can't Take My Eyes off of You
(B. Crewe - B. Gaudio)
15 - It's Too Late
(Bobby Theele Jr.)
16 - Proud Mary
(John Fogerty)
17 - Natal Medley:
We Wish You A Merry Christimas
(D.P.)
Jingle Bells
(Dan Crow)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


terça-feira, 27 de março de 2018

Joelmah - Antes de fechar a porta (CD 1999)

 CD do selo independente For All Music inclui três canções de sua autoria 
Produtores, músicos e  compositores  são destaques no encarte do disco
Eis um belo trabalho da Joelma, que nesse CD independente resolveu mudar a grafia do nome, acrescentando um “h” no final, de acordo com a numerologia. O disco foi gentilmente enviado pelo amigo Carlos Alberto, do Fã Clube Joelma, a quem sou grato pela valiosa colaboração. Foi lançado em 1999 pelo selo For All Music, e se destaca por apresentar três canções de sua autoria. Com 14 faixas, o álbum também traz três músicas assinadas pela Martinha, incluindo a boa releitura de “Estou apaixonada por um velho amigo”, gravada originalmente pela cantora e compositora em 1988, sendo que as outras duas – “Eu sei que vou quebrar a cara” e “Separação” foram compostas em parceria com Ewaldir Luz.

Joelma Giro nasceu em 19 de setembro de 1944 na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, mas foi criada na cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Caçula de sete irmãos, começou a cantar ainda criança, aos seis anos, quando os pais Gabriel Giro e Zulmira Fioretti a ouviram interpretar o samba-canção "Violão", do cantor Onéssimo Gomes. Aos 12 anos, já era cantora mirim da Rádio Difusora de Duque de Caxias, onde apresentava um programa aos sábados a tarde e outro aos domingos pela manhã, nos quais defendia canções de sucesso da época, especialmente da Angela Maria, sua grande influência. Ganhou todos os concursos promovidos pela emissora, tornando-se 'hors concours', e culminou sendo eleita a melhor cantora do Estado do Rio de Janeiro.

Foi descoberta pela Emilinha Borba, ao participar da festa de aniversário da Rádio de Caxias, que a apresentou aos principais apresentadores de programas de auditório especializados em calouros na época, como Paulo Gracindo, Renato Murce e Édimo do Vale. Desafiou-se a cantar no polêmico programa do compositor Ary Barroso, e com medo de ser 'gongada', interpretando “Risque”, do próprio apresentador, usou o pseudônimo de Linda Maria. Não foi gongada, mas recebeu de Ary uma advertência por ter errado a letra, trocando duas palavras, pois havia decorado a canção pela Revista Modinha. Cantou também no auditório da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, no programa de Aérton Perlingeiro, outro comunicador conhecido por sua exigência, que a aprovou com louvor em sua interpretação de "Donde estarás mi vida", hit do garoto espanhol Joselito. 

Foi levada ao disco pelo amigo Alberto Soares, que a conhecia dos tempos da Rádio Difusora de Caxias, e em 1962 era divulgador da Chantecler. Lá, foi contratada por José Xavier, então diretor artístico da gravadora, onde registrou a primeira gravação, o bolero "Incompreendida", num disco de 78 RPM, que logo saiu de circulação porque esse formato estava deixando de ser fabricado no Brasil. Em 1964 lançou o segundo, "Se chover, não faz mal", mas o sucesso viria com o terceiro compacto simples, "Não diga nada" (na foto acima), que logo alcançou o topo das paradas de sucesso em todo o país. Por conta disso, deixou de lecionar, e optou pela música, trocando a cidade de Duque de Caxias por São Paulo. A partir daí, obteve outros sucessos, como “Perdidamente te amarei", "Onde estás", "Não te quero mais", "Acredito que te amo", "Aqueles tempos", "La Maritza", "Comecei uma brincadeira", "Casatschok", “Só para mim” e outros, lançados em compactos e LPs.

Participou em 1971 do VI Festival Internacional da Canção (FIC), da Rede Globo de Televisão, defendendo a romântica "Não existe nada além de nós", de Fernando César e Nenéo. Casou-se em 1972 com o músico João Carlos Montanaro, guitarrista do conjunto Os Moscas, com quem teria seus três filhos Ivy, Vito e Vívian. Nesse ano, registrou outro sucesso, "Fale amorosamente" (Fale baixinho), versão de 'Speak softly love', tema do filme “O Poderoso Chefão". Outro grande momento de sua carreira foi em 1976, quando gravou "Pombinha branca", atingindo novamente o topo das paradas em todo o Brasil. Na sequência veio outro sucesso, "Voltarei, voltarás", versão de 'Tornerai, torneró'. Devido à sua assiduidade nas reuniões realizadas pela Socinpro (Associação de administração e proteção dos direitos autorais musicais) foi convidada em 1979 a trabalhar na entidade, onde atua até hoje como Diretora de Controle de Arrecadação.

Em 1983 lançou "Olhos azuis", seu último sucesso ainda pela gravadora Continental, versão de Sebastião Ferreira da Silva para 'Flashdance - what a feeling', original de Irene Cara. Depois apenas lançaria mais um compacto no ano seguinte e um LP independente pelo selo Flipper em 1986. Pensando nos filhos, que começavam a crescer, Joelma decidiu dar um tempo na carreira artística. Ingressou no rádio, apresentando um programa na Rádio Mulher, e depois ficou no ar por 5 anos e meio na Rádio Diário do Grande ABC, com muito sucesso. Gravou em 1991 a música "Sem você", trilha da novela mexicana 'Simplesmente Maria', exibida pelo SBT, e em 1996 fez participação especial na música "Ladainha das criaturas", do Padre Zezinho, no CD 'Missa Fazedores da Paz'. No ano de 1999 lançou este CD e regravou o antigo sucesso "Voltarei, voltarás" para a coletânea 'Discoteca do Chacrinha', em homenagem ao Velho Guerreiro. Em 2006 participou com grande destaque do Programa 'Rei Majestade', exibido pelo SBT, sendo a cantora que mais votos teve do auditório, com mais de 77%. Atualmente, residindo em São Bernardo do Campo - SP, continua atuando na Socinpro e apresenta-se eventualmente relembrando seus sucessos. Em 2015, comemorando 50 anos de sucesso em disco, lançou o CD independente "50 Anos do primeiro sucesso", no qual traz um repertório interessante e eclético, como a releitura do pop rock "Vou deixar", sucesso da banda Skank, mostrando toda versatilidade como intérprete. Confira:

01 - Antes de fechar a porta
(Lucas Robles - Roberto Merli)
02 - Cultivando
(Neno Meyer - Eunice Barbosa)
03 - Eu sei que vou quebrar a cara
(Martinha - Ewaldir Luz)
04 - De mulher para mulher
(Joelmah)
05 -  Boca de mel
(Paulo Nascimento)
06 - Bodas de esperança
(Joelmah)
07 - Estou apaixonada por um velho amigo
(Martinha)
08 - Coisa louca
(Beto Scalla - Wally)
09 - Hora da verdade
(Elias Muniz)
10 - Corsário de prata
(Nino - Dimarco)
11 - Esses homens
(Versão: Joelmah)
12 - Meu vício, agora você
(Hilton José - Edson Frank)
13 - É tarde amor
(Ricardo Braga - J. Luiz)
14 - Separação
(Martinha - Ewaldir Luz)


COLABORAÇÃO: Carlos Alberto, do Fã Clube Joelma



segunda-feira, 26 de março de 2018

André Mazzini interpreta Roberto Carlos (CD 1999)

 Disco instrumental da Jovem Guarda reúne sucessos do Roberto Carlos 
Fãs do Roberto Carlos e apreciadores de músicas instrumentais da Jovem Guarda vão curtir este CD enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. O disco “André Mazzini interpreta Roberto Carlos”, lançado em 1999 pela Polydisc, faz parte da série “20 super sucessos”, uma coletânea com álbuns de diversos artistas dos mais variados gêneros musicais. O músico André Mazzini, sobre quem nada sei, executa os principais sucessos da fase dourada do rei, como “A garota do baile”, “Eu sou terrível”, “Parei... olhei”, “O calhambeque”, “Quando”, “Por isso corro demais”, “Você deixou alguém a esperar” e outras que farão você viajar pelo túnel do tempo. A única que foge à regra é “Você mexeu com a minha vida”, gravada em 1992, e nem por isso deixa o álbum desinteressante. Confira:

01 - Eu sou terrível
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
02 - Custe o que custar
(Edson Ribeiro - Hélio Justo)
03 - Por isso corro demais
(Roberto Carlos)
04 - É tempo de amar
(José Ari - Pedro Camargo)
05 - Você não serve pra mim
(Renato Barros)
06 - Com muito amor e carinho
(Eduardo Araújo - Chil Deberto)
07 - Eu disse adeus
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
08 - Parei... olhei
(Rossini Pinto)
09 - O calhambeque (Road hog)
(Loudermilk - Loudermilk - vs: Erasmo Carlos)
10 - Você deixou alguém a esperar
(Edson Ribeiro)
11 - Não quero ver você triste
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
12 - Quando
(Roberto Carlos)
13 - Eu amo demais
(Renato Correa)
14 - O sósia
(Getúlio Cortes)
15 - Como é grande o meu amor por você
(Roberto Carlos)
16 - A garota do baile
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
17 - Eu daria minha vida
(Martinha)
18 - Sorrindo para mim
(Helena dos Santos)
19 - Jesus Cristo
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
20 - Você mexeu com a minha vida
(Mauro Motta - Paulo Sérgio Valle)

COLABORAÇÃO: Laércio


domingo, 25 de março de 2018

Trilha sonora nacional da novela "Era uma vez" (1998)

 
Novela foi exibida entre 30 de março e 2 de outubro de 1998 em 161 capítulos
A postagem da trilha sonora nacional da novela “Era uma vez” atende ao pedido do internauta Luiz Veras. Produzida e exibida no horário das 18 horas pela Rede Globo, a trama foi ao ar entre 30 de março e 2 de outubro de 1998 em 161 capítulos. Foi a 53ª "novela das seis" da emissora. Escrita por Walther Negrão, com a colaboração de Elizabeth Jhin, Júlio Fischer e Márcia Prates, a ação foi dirigida por Rogério Gomes, Jorge Fernando, Marcelo Travesso e Fabrício Mamberti. O elenco contou com atores como Drica Moraes, Andréa Beltrão, Herson Capri, Cláudio Marzo, Elias Gleizer, Myrian Rios, Cláudio Heinrich, Deborah Secco e outros. A trilha traz intérpretes como Toquinho, Zeca Baleiro, Banda Eva (ainda com Ivete Sangalo no vocal), Kid Abelha, Barão Vermelho e Lenine. Confira:

01 - Toquinho e Sandy & Júnior - Era Uma Vez
(Toquinho) 
02 - Zeca Baleiro - Heavy Metal do Senhor
(Zeca Baleiro)
03 - Belô Veloso - Menos Carnaval 
(Alvim L. - Cris Braun)
04 - Banda Eva  - Madalena 
(Ivan Lins - Ronaldo Monteiro)
05 - Leandro & Leonardo - Um Sonhador 
(Cesar Augusto - Piska)
06 - Kid Abelha - No Seu Lugar (Monster Mix) 
(Paula Toller - George Israel - Luiz Farias)
07 - Roberta Miranda - Sempre Mais (Baby Can I Hold You)
(Tracy Chapman - vs: Claudio Rabello)
08 - Biquini Cavadão - Dançar Pra Não Dançar 
(Rita Lee)
09 - Barão Vermelho - Puro Êxtase 
(Guto Goffi - Maurício Barros)
10 - Angélica - Terra do Nunca 
(Aldir Blanc - Mú Carvalho)
11 - Lenine - Dois Olhos Negros
(Lenine)
12 - Toni Costa - A Sorte Muda 
(Chacal - Toni Costa)
13 - Milton Guedes - Outra Pessoa
(Arlindo da Paixão - Milton Guedes)
14 - Léo Gandelman - Morar na Areia 
(Léo Gandelman)



sábado, 24 de março de 2018

Os Rapazes de Lenços Escarlates - De como fazer um disco de música jovem para dançar (LP 1969)

 Lafayette, sob pseudônimo, executa grandes sucessos da Jovem Guarda
Este disco d’Os Rapazes de Lenços Escarlates foi originalmente postado pelo Toque Musical, site do nosso amigo Augusto, e tomo a liberdade de reapresentá-lo a vocês, fornecendo o mesmo link para download. O álbum, intitulado “De como fazer um disco de música jovem para dançar", pertence ao acervo do Fares, que o emprestou para o Augusto ripar, conforme me informa. O meu agradecimento público a ambos. O LP é instrumental, e foi lançado pela Beverly em 1969, com texto do radialista Antonio Aguilar na contracapa. O desconhecido grupo, de acordo com o TM,  é o tecladista/organista Lafayette sob pseudônimo. Confira:

01 – É meu, é meu, é meu
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
02 – No dia em que parti
(Carlos Roberto)
03 – Sou louca por você
(Elizabeth)
04 – Veja
(Sidney Quintella)
05 – O tempo vai apagar
(Paulo César Barros – Getúlio Cortes)
06 – Não fico aqui
(Nenéo)
07 – Se tu soubesses
(Luiz Ayrão)
08 – Se você pensa
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
09 – Alice long (You’re still my favorite girlfriend)
(Tommy Boyce – B. Hart)
10 – Não brinque comigo (Tanta maldade)
(Paulo Sérgio – Fernando Sanxo)
11 – Deixe-me outro dia, menos hoje
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
12 – Aquela canção
(Renato Barros – Gileno)
13 – E não vou mais deixar você tão só
(Antonio Marcos)
14 – Those were the days
(Gene Raskin)




The Fevers - Coletânea Especial (2018)

Coletânea se destaca pelas versões de grandes sucessos internacionais
Esta excelente coletânea do grupo The Fevers foi montada pelo nosso amigo Aderaldo, a quem agradeço por enviá-la para postagem. A seleção, com 25 músicas, inclui a faixa bônus “Fique junto a mim”, uma versão de “Stand by me” (clássico gravado por vários artistas, e que fez sucesso com John Lennon), interpretada pelo Almir, vocalista d’Os Fevers. Assim como esta versão, o repertório se destaca por outras releituras de hits internacionais, como “The ballad of John and Yoko” e “Let it be” (The Beatles), “Sugar, sugar” (The Archies), “My pledge of love” (Joe Jeffrey Group), “Rose garden” (Lynn Anderson), “Have you ever seen the rain” (Creedence Clearwater Revival) e outras. O resultado é uma coletânea pra lá de especial, pra curtir da primeira até a última faixa. Confira:

01 – Pot-pourri:
Escreva uma carta meu amor
Eu te adoro meu amor
Não precisa chorar
Só vou gostar de quem gosta de mim
02 – Como o sábio diz (Simon Says)
03 – Se você me quisesse (I’d Love You To Want Me)
04 - Cândida (Candida)
05 – Mar de rosas (Rose Garden)
06 – Aquela garota linda (She’s A Woman)
07 - Madre (Mother Of Mine)
08 – Por causa de você 
09 – Meu grande amor (My Pledge Of Love)
10 – Balada de John  e Yoko (The Ballad Of John And Yoko)
11 – Não consigo viver sem você
12 – Se você me quiser (If You Can’t Give Me Love)
13 – Estou com azar
14 – Sou assim (C’Est Ma Vie)
15 – Ninguém vai acreditar (Tell The World)
16 – My sentimental friend
17 – Semente do mal 
18 – Não devo mais ficar (Have You Ever Seen The Rain)
19 – Deixa assim (Let It Be)
20 – Sinto mas não sei dizer (Suffering In The Land)
21 – Deus
22 – Menina doce (Sugar Sugar)
23 – Não tenha medo (Nuevo Laredo)
24 - Nathalie (Nathalie)

BÔNUS

25 - Almir – Fique junto a mim (Stand By Me)


COLABORAÇÃO: Aderaldo




sexta-feira, 23 de março de 2018

Rolando & Luiz Antonio - Au discophage Sarava (1980)

 Brasileiros que formavam a dupla Les Etoiles gravam clássicos da MPB
Quatro clássicos da MPB para francês ouvir foram gravados em Paris por Luiz Antonio e Rolando, brasileiros que formavam a dupla Les Etoiles, neste compacto duplo de 1980. Gravado ao vivo, o disco de 45 RPM foi enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. A dupla de andróginos, que já tem álbum postado aqui, lançou vários discos na Europa, e fez muito sucesso por lá, graças à ousadia, talento e repertório formado por pérolas da nossa música. Confira:

01 - O pato
(Newton Mendonça - Tom Jobim)
02 - Samba do Arnesto
(Adoniran Barbosa)
03 - Jeanne la française (Joana Francesa)
(Chico Buarque de Hollanda)
04 - Alô, alô
(André Filho)


COLABORAÇÃO: Laércio


quinta-feira, 22 de março de 2018

Trilha sonora original da novela A Indomada - vol. 2

 Telenovela da Rede Globo foi exibida entre fevereiro e outubro de 1997
Em atenção ao pedido do Marcelo Vitor, apresento o segundo volume da trilha sonora da telenovela “A Indomada”, produzida e exibida pela Rede Globo entre 17 de fevereiro e 10 de outubro de 1997. Escrita por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, com colaboração de Maria Elisa Berredo e Nelson Nadotti, a trama foi dirigida por Marcos Paulo, Roberto Naar e Luiz Henrique Rios, com direção geral e de núcleo de Marcos Paulo. Contou com as participações de Adriana Esteves, José Mayer, Eva Wilma, Cláudio Marzo, Ary Fontoura, Renata Sorrah e Betty Faria nos principais papéis. A trilha traz intérpretes como Gilberto Gil, Jerry Adriani, Sylvia Telles, Paulo Ricardo e até Falcão, entre outros. Os destaques ficam por conta das releituras de “Avohai”, com o próprio autor Zé Ramalho, e “Maluco beleza”, sucesso do Raul Seixas na interpretação de Felicidade. Uma das curiosidades é o ator Maurício Mattar, que interpreta “Pra ficar contigo”, de Ed Wilson e Gilson. Confira:

01 – Gilberto Gil - Estrela
(Gilberto Gil) 
02 – Paulo Ricardo - Felicidade (Love Of My Life)
(Freddie Mercury - vs: Paulo Ricardo) 
03 – Simone Guimarães - Cirandeiro
(Tradicional) 
04 – Falcão - I Love You Tonight
(Falcão - Dudu Marote - Marcos Romero) 
05 – Zé Ramalho - Avohai
(Zé Ramalho) 
06 – José Augusto - Por Eu Ter Me Machucado
(Peninha) 
07 – Na Boquinha da Garrafa - Vem Nhanha
(Vera Lima) 
08 – Felicidade - Maluco Beleza
(Raul Seixas - Cláudio Roberto) 
09 – Jerry Adriani - Engenho
(Ricardo Feghali - Aldir Blanc) 
10 – Mauricio Mattar - Pra Ficar Contigo
(Ed Wilson - Gilson) 
11 – Sylvia Telles - Por Causa de Você (Gardez Moi Pour Toujours)
(Tom Jobim - Dolores Duran – vs: Serge Rodhe) 
12 – Guilherme Rondon - Vida Bela, Vida
(Guilherme Rondon - Paulo Simões) 
13 – Jorge Vercilo - O Infinito Amor
(Jota Maranhão - Jorge Vercillo) 
14 – Pat Escobar - Ingênuo
(Pixinguinha - Benedito Lacerda - Paulo César Pinheiro) 




quarta-feira, 21 de março de 2018

Little Boys - Peça Bis 1960 (LP 1976)

 Músicas que marcaram os anos 1960 são destaques do álbum da Square
Em 1976, quando a Rede Globo colocou no ar a novela “Estúpido Cupido”, com trilha sonora que resgatou canções dos chamados anos dourados, as gravadoras encontraram uma oportunidade pra relançar sucessos da época. O selo Square, da CID, foi uma delas, e encheu as prateleiras das lojas com este “Peça Bis 1960”, do desconhecido grupo Little Boys, com destaque para a faixa “Stupid cupid” na capa. A banda, na verdade, foi criada em estúdio, pois as mesmas gravações já haviam sido lançadas pela gravadora em nome do grupo The Flowers. Mudou apenas o nome e a embalagem, sem nada de novo ao consumidor. Uma postagem que vale apenas pela curiosidade. Confira:

01 - Stupid cupid
(Howard Greenfield - Neil Sedaka)
02 - No milk today
(Graham Gouldman)
03 - Only you
(Ram - Rand)
04 - Venus
(Rob Van Leeuwen)
05 - My pledge of love
(Joe Stafford Jr.)
06 - Son of my father
(Giorgio Moroder - Michael Holm - P.Bellote)
07 - Yellow river
(J. Christie)
08 - Rock around the clock
(Max C. Freedman - J. de Knight)
09 - Sugar, sugar
(Barry - Kim)
10 - Get ready
(W.Robinson)
11 - Hanky panky
(J. Barry - Ellie Greenwich)
12 - I've been hurt
(Ray Whithey)



terça-feira, 20 de março de 2018

Gilson - 2 LPs em 1 CD (1997)

 Disco inclui músicas dos álbuns "Casinha branca" (1979) e "Vitrine" (1980)
 Postagem traz duas faixas bônus do compacto simples lançado em 1983
A postagem hoje reúne dois LPs do cantor e compositor Gilson, lançados em 1979 e 1980 pela Tapecar, e reeditados em CD em 1997 no formato 2 em 1. Trata-se de mais uma colaboração do amigo Aderaldo, a quem agradeço não só pela colaboração, mas também por adicionar duas faixas bônus, do compacto simples produzido pela Lança/PhonoGram em 1983 e gentilmente fornecidos pelo colecionador Valdi Santos em seu canal no Youtube. O post se destaca pelo LP de 1979, que inclui o hit “Casinha branca”, grande sucesso do artista, que também assina ao lado de Joran, seu principal parceiro musical, todas as faixas dos dois álbuns. Confira:

01 - Andorinha 
(Gilson - Joran)
02 - Fim de primavera
(Gilson - Joran)
03 - Lembrança
(Gilson - Joran)
04 - Chuva
(Gilson - Joran)
05 - Sonho de verão
(Gilson - Joran)
06 - Casinha branca
(Gilson - Joran)
07 - Eu sou feliz
(Gilson - Joran)
08 - O trem
(Gilson - Joran)
09 - Dentro do meu quintal
(Gilson - Joran)
10 - Não vou deixar
(Gilson - Joran)
11 - Revoada I
(Gilson - Joran)
12 - Vitrine
(Gilson - Joran)
13 - O vapor
(Gilson - Joran)
14 - Volto sem saber (Arrependimento)
(Gilson - Joran)
15 - Na minha idade
(Gilson - Joran)
16 - De repente
(Gilson - Joran)
17 - A mesma porta 
(Gilson - Joran)
18 - Tarzan
(Gilson - Joran)
19 - Ainda bem (Que Bom Que Você Veio)
(Gilson - Joran)
20 - Panorama
(Gilson - Joran)
21 - Revoada II
(Gilson - Joran)
22 - Arco-iris (Bônus) *
(Gilson - Joran)
23 - A música do nosso amor (Bônus) *
(Joran - Luiz Sarmanho - Vicente Telles)


* ACERVO: Valdi Santos
COLABORAÇÃO: Aderaldo



segunda-feira, 19 de março de 2018

Painel de Controle - Chutando pedra (LP 1973)

 Grupo Painel de Controle fez sucesso em 1978 com a música "Black coco"
Antes de obter sucesso com a música “Black Coco”, gravada em 1978 na RCA Victor, o grupo Painel de Controle fez parte do cast da gravadora Continental. Lá, gravou este álbum, gentilmente enviado pelo amigo Geraldo, a quem agradeço pela colaboração. O disco, lançado em 1973, é muito bom, e se destaca por três versões: “O tempo me traiu” (“Listen to the music”, hit da banda “The Doobie Brothers”, “A mais linda canção (“La decadance”, gravada pelo casal Jane Birkin e Serge Gainsbourg, o mesmo de “Je t'aime moi non plus”) e “Eu me rendo” (“Sweet surrender”, do repertório da banda Bread). O álbum também traz composições da Lilian Knapp e Nenéo, além da releitura de “Canário do reino”, sucesso do Tim Maia, no pot-pourri com “Boiadeiro”, de Armando Cavalcante e Klecius Caldas, Confira:

01 - Eu Não Vou Não (Hey down below)
(Iris Kobi Oshrat - vs: Lilian Knapp)
02 - A Espera
(Lilian Knapp - Márcio Augusto)
03 - Chutando Pedra
(Nenéo)
04 - O Tempo Me Traiu (Listen to the music)
(Tom Johnston - vs: Dino Rossi)
05 - A Mais Linda Canção (La decadance)
(Serge Gainsbourg - vs: Lilian Knapp)
06 - Cão, Cão, Mani Picão
(J. Carbó Menéndes)
07 - Eu Me Rendo (Sweet surrender)
(David Gates - vs: Lilian Knapp)
08 - Eu Te Dispensei
(Lilian Knapp - Márcio Augusto)
09 - Pot-pourri:
Canário do Reino
(Carvalho - Zapatta)
Boiadeiro
(Armando Cavalcante - Klecius Caldas)
10 - Noche Sin Final
(Papi Rodrigues)
11 - Pra Te Receber
(Lilian Knapp - Márcio Augusto)
12 - Vem Me Ensinar O Caminho
(Nenéo)

COLABORAÇÃO: Geraldo


domingo, 18 de março de 2018

Cauby Peixoto - Cauby! Cauby! (LP 1980)

LP tem as participações especiais do Jorge Ben Jor, Jessé e Silvio Caldas
Abro a Porta da Esperança para o internauta George Solano, que usou o nome do antigo quadro do programa Silvio Santos para solicitar este álbum do Cauby Peixoto, lançado em 1980 pela Som Livre. Infelizmente, a porta será aberta apenas pela metade, pois ele solicitou também a versão em castelhano deste mesmo disco,  que nem consta na discografia do cantor, publicada na biografia “Bastidores”, do Rodrigo Faour. O álbum “Cauby! Cauby!” é, na minha opinião, um dos melhores discos do intérprete, e reúne canções de renomados compositores, como Chico Buarque, Tom Jobim, Roberto e Erasmo Carlos, Caetano Veloso e Jorge Ben Jor, que participa da faixa “Dona Culpa”, de sua autoria. Outro destaque é a releitura do clássico “Chão de estrelas”, gravado ao vivo, com as participações do Silvio Caldas e Jessé. Com este disco, muito elogiado na época, Cauby recuperou o prestígio pra nunca mais perdê-lo. Confira:

01 - Bastidores
(Chico Buarque de Holanda)
02 - Loucura
(Joanna - Sarah Benchimol - Tony Bahia)
03 - Oficina
(Tom Jobim)
04 - Ronda
(Paulo Vanzolini)
05 - Chão de estrelas (com Silvio Caldas e Jessé)
(Silvio Caldas - Orestes Barbosa)
Gravação direta do especial da Rede Globo "Cauby! Cauby!"
06 - Dona Culpa (com Jorge Ben Jor)
(Jorge Ben Jor)
07 - Brigas de amor
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
08 - Não explique
(Eduardo Dusek - Cássio)
09 -  Cauby ! Cauby!
(Caetano Veloso)
10 - Onde foi que eu errei
(Carlos Dafé - Jon Lemos)
11 - Mistura
(João Roberto Kelly)


sábado, 17 de março de 2018

The Supersonics - Mandando brasa - Vol. 1 (LP 1966)

 Sucessos nacionais e internacionais da época estão presentes no álbum
Aqui está o primeiro volume da série “Mandando brasa”, álbum gravado em 1966 pelo grupo The Supersonics, mais um dos pseudônimos da banda The Fevers. Lançado pela Imperial, selo da gravadora Odeon, o disco foi enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. Grandes sucessos nacionais e internacionais compõem o repertório, como “A festa do Bolinha”, “Quero que vá tudo pro inferno”, “Festa de arromba” e “A pescaria”, entre as canções brasileiras, assim como “Help!”, “The House Of Rising Sun” e “Let Kiss”, entre as estrangeiras. Confira:

01 - O Calhambeque (Road hoag)
(Gwen - John Loudermilk - vs: Erasmo Carlos)
02 - Whipped Cream
(Naomi Neville)
03 - Help!
(Lennon - McCartney)
04 - A Pescaria
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 - Menina Linda ( I should have know better)
(Lennon - McCartney - vs: Renato Barros)
06 - The House Of Rising Sun
(Alan Price)
07 - Woody Bully
(Domingo Samudio - vs: Pedrinho)
08 - Quero Que Vá Tudo Pro Inferno
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
09 - Festa De Arromba
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
10 - Let Kiss
(R. Lehtinen)
11 - O Escândalo (Shame and scandall in the family)
(Donaldson - Henry Brown - vs: Renato Barros)
12 - A Festa Do Bolinha
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)

COLABORAÇÃO: Laércio


sexta-feira, 16 de março de 2018

Pedro Paulo - Compactos simples (1972 - 1974)

 Compactos simples do Pedro Paulo foram produzidos pela Epic/CBS
A postagem reúne dois compactos simples do cantor e compositor Pedro Paulo. Os dois discos, lançados em 1972 e 1974 pela Epic/CBS, hoje Sony, foram enviados pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. O destaque é o samba “Rei da mironga”, não incluída na coletânea postada aqui. Não tenho referências sobre as gravações, e pouco se encontra na rede a respeito do artista, que iniciou carreira no programa de calouros do Ary Barroso, onde ganhou nota máxima com música do próprio apresentador, "Morena boca de ouro", no final dos anos 1950. Confira:

01 -  Rei da mironga
(C. Vilela – M. Santos – Roberto Silva)
02 – Maria beleza 
(Neide Motta)
03 – Antes ele do que eu
(Paulinho Soares)
04 – Não vou mais chorar
(Pedro Paulo – Othon Russo)

COLABORAÇÃO: Aderaldo


quinta-feira, 15 de março de 2018

Tim Maia - Série "Personalidade" (LP 1988)

 Tim Maia morreu há exatos 20 anos, e deixou importante legado na MPB
Parece que foi ontem, mas hoje faz 20 anos que recebíamos a triste notícia sobre o falecimento do Tim Maia (28/09/1942 – 15/03/1998) no hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, no Rio, de choque séptico (colapso do organismo causado por infecção generalizada). O cantor e compositor tinha 55 anos e foi responsável pela introdução do estilo soul na MPB. Pra lembrar do “Síndico do Brasil”, apelido dado pelo amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil, vou postar a coletânea “Personalidade”, lançada em 1988 pela Philips. O disco, com 12 faixas, inclui principais músicas do acervo da gravadora, e traz texto de apresentação, assinado por Luiz Antonio Giron, que acho interessante reproduzir:

“O futuro é um ruído estranho. Em 1970, quando Tim Maia lançava o seu primeiro LP (pela Philips), o tropicalismo agonizava. O terreno para a internacionalização da cultura pop já havia sido cultivado no Brasil. O primeiro fruto realmente comercial desse cultivo chamou-se Tim Maia. Ele sintetizava os anseios tropicalistas: rompia com o círculo vicioso da música folclórica e sangrava influências por todo lado. A consciência de que a cultura brasileira não passava de uma geleia geral deu condições para o nascimento do pop. Pop era Tim. Vinha, aos 28 anos de idade, com a carreira já estabelecida pelos catorze anos de aventuras; fora parteiro da jovem guarda ao lado de Roberto Carlos, formara-se em soul em Nova York, onde viveu entre 1959 e 1964, gravara um compacto, dividira algumas gravações com Claudete Soares, Elis Regina e Antonio Marcos, atingira o sucesso com a canção “Não vou ficar”, cantada por Roberto Carlos em 1967. Era difícil aceitar uma voz rouca e inflexões melódicas tão parentes do soul americano. Só quem possuía as antenas para a história vindoura pode entender que o ruído estranho se transformaria em fundamento para uma nova modalidade de som e forma de vida na música brasileira.

Hoje esse ruído está incorporado como semente. Os 18 LPs gravados por Tim nos últimos 18 anos integram o patrimônio da música negra nacional, ao lado das obras de Gil, Jorge Ben e Paulinho da Viola. Entre todos, Tim é o mais internacional. Nunca beijou o anel nacionalista. Acendia os ouvidos para a música mundial. Basta ouvir agora seus seguidores – Ed Motta & Conexão Japeri, Claudio Zoli, Sandra Sá – para se chegar à constatação: Tim é o pai do pop brasileiro. O pop mesmo, com sua agressividade, visão de mercado, talento para transfundir as mais diversas faixas estéticas.

“A música brasileira não existe”, declarou Tim ao Jornal do Brasil em 22 de novembro de 1970. “O que há é o pop internacional. Autêntico mesmo só o samba de cavaquinho ou o regional nordestino. Bossa Nova é bossa-jazz. Música popular brasileira, não sei, não entendo”. Na época, a declaração soava pérfida, sem patriotismo. Agora, é lugar-comum dizer que não há problema se um pouco de soul for usado no samba ou vice-versa. A música brasileira internacionalizou-se. Baladas como “Primavera (Vai chuva)” e “Azul da cor do mar”, primeiros sucessos daquele disco inaugural de 1970, eram grávidas de futuro. Mais palatáveis aos dias que correm, “Me dê motivo” e “Neves e parques”, ambas de 1983, conseguem forjar lirismo dentro dos padrões mais pasteurizados. Impor a voz rouca sobre os vícios da produção tem sido o papel recente de Tim. Nem precisava. O futuro que anunciou acontece. Eis aqui doze de suas melhores profecias”. Confira:

01 - 1970 - Primavera (Vai chuva)
(Cassiano - Silvio Rochael)
02 - 1984 - Sufocante
(Carlos Dafé - Willian)
03 - 1973 - Gostava tanto de você
(Edson Trindade)
04 - 1983 - O descobridor dos sete mares
(Michel - Gilson Mendonça)
05 - 1980 - Tudo vai mudar
(Tim Maia)
06 - 1983 - Neves e parques
(Michel - Gilson Mendonça)
07 - 1970 - Azul da cor do mar
(Tim Maia)
08 - 1984 - Bons momentos
(Marquinhos - Michel)
09 - 1973 - Réu confesso
(Tim Maia)
10 - 1980 - Você e eu, eu e você (Juntinhos)
(Tim Maia)
11 - 1971 - Preciso aprender a ser só
(Marcos Valle - Paulo Sérgio Valle)
12 - 1983 - Me dê motivo
(Michael Sullivan - Paulo Massadas)



quarta-feira, 14 de março de 2018

Trilha sonora do Sítio do picapau amarelo (LP 1977)

 Compositores renomados compõem o repertório deste LP da Som Livre
A trilha original do programa “Sítio do Picapau Amarelo”, adaptado da obra do Monteiro Lobato, atende ao pedido do internauta Sebastião. O disco, lançado pela Som Livre em 1977, pertence a série produzida pela Rede Globo entre 1977 e 1986, sendo que a emissora voltou a adaptá-la para a telinha entre 2001 e 2007. O repertório se destaca pelos autores das canções, envolvendo grandes compositores da nossa música, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, João Bosco, Aldir Blanc, Ivan Lins, Chico Buarque, Caetano Veloso e outros. Entre os intérpretes, destacam-se MPB-4, Gilberto Gil, Sérgio Ricardo, Doces Bárbaros, Dorival Caymmi e até a atriz e cantora Lucinha Lins. Confira:

01 - Lucinha Lins - Narizinho
(Ivan Lins - Vitor Martins)
02 - Papo De Anjo - Ploquet Pluft Nhoque (Jaboticaba)
(Dory Caymmi - Paulo Cesar Pinheiro)
03 - Doces Bárbaros - Peixe
(Caetano Veloso)
04 - Papo De Anjo - Saci
(Guto Graça Mello)
05 - João Bosco - Visconde De Sabugosa
(João Bosco - Aldir Blanc)
06 - José Luis - Dona Benta
(Ivan Lins - Vitor Martins)
07 - Gilberto Gil - Sítio Do Picapau Amarelo
(Gilberto Gil)
08 - Aquarius - Pedrinho
(Dory Caymmi - Paulo Cesar Pinheiro)
09 - Ronaldo Malta - Arraial Dos Tucanos
(Geraldo Azevedo - Carlos Fernando)
10 - Dorival Caymmi - Tia Nastácia
(Dorival Caymmi)
11 - MPB-4 - Passaredo
(Francis Hime - Chico Buarque de Hollanda)
12 - Sergio Ricardo - Emília
(Sergio Ricardo)
13 - Marlui Miranda & Jards Macalé - Tio Barnabé
(Marlui Miranda - Jards Macalé - Xico Chaves)



terça-feira, 13 de março de 2018

Silvinha Soares - Grande Ciúme (CS 1965)

 Silvinha Soares também gravou na Som Livre, Beverly e MZ Produções 
Silvinha Soares é uma cantora de MPB sobre a qual só tomei conhecimento graças ao amigo Geraldo, a quem agradeço por me enviar este compacto simples, lançado em 1965 pela Mocambo. Pesquisei na internet pra conseguir alguma informação a seu respeito, e só descobri que gravou compactos pelas gravadoras Som Livre, Beverly e MZ Produções, do Mário Zan, um dos compositores deste single. Se alguém souber de algo sobre a artista, peço a gentileza de escrever nos comentários. Agradeço desde já. Confira:

01 - Grande Ciúme
(José Domingos)
02 - Um Novo Amor Em Meu Caminho
(Mário Zan - Messias Garcia)

COLABORAÇÃO: Geraldo


segunda-feira, 12 de março de 2018

Nilo Amaro - Os anjos cantam - Volume 2 (LP 1970)

Disco lançado originalmente em 1963 foi reeditado em 1970 pela Imperial 
Diante da citação do grupo Nilo Amaro e seus cantores de Ébano na postagem d’Os Umuaramas, o nosso amigo Laércio me enviou, e agradeço, pelo segundo volume do álbum “Os anjos cantam”, lançado originalmente em 1963 pela Odeon. Esta é uma reedição de 1970 pela imperial, selo da própria Odeon. O disco se destaca pela faixa “Uirapuru”, outro grande sucesso do grupo, que também se popularizou com a música “Leva eu sodade”, incluída no primeiro volume, lançado em 1962. Os Cantores de Ébano tinham como característica o fato de todos os cantores serem negros, formados por um soprano, um mezzo soprano, um contralto, dois baixos, um tenor e três barítonos. Tinha como destaque o cantor Noriel Vilela que fazia o tom mais grave, o chamado ‘baixo profundo”. Na década de 1970, com o falecimento de Noriel, o grupo criado por Nilo Amaro (1928 – 2004) se desfaz. Várias foram as tentativas de voltar, investindo até no segmento gospel, mas não obtiveram êxito. Confira:

01 - Vaqueiro prevenido
(Jacobina - Manoel Macedo)
02 - A lenda do rio Amazonas
(Jairo Aguiar)
03 - Quando morre o amor (Quand l'amour est mort)
(Pierre Delanoe - Gilbert Becaud - vs: Romeo Nunes)
04 - Suas mãos
(Antonio Maria - Pernambuco)
05 - Maldito o homem que confia no homem
(Nilo Amaro)
06 - Tammy
(Jay Livingston - Ray Evans - vs: Othon Russo)
07 - Urutau
(Murillo Latini - Jacobina)
08 - Nobody knows the trouble I've seen
(Nat King Cole - Gordon Jenkins - Adap: Sy Oliver)
09 - Uirapuru
(Murillo Latini - Jacobina)
10 - Devaneio
(Djalma Ferreira - Luis Antonio)
11 - Despreocupadamente
(Freddy Chateaubriand - Vinicius de Carvalho)
12 - Ellie Lou (You left me there in charleston)
(Loose - Sigman - Olias - vs: Romeo Nunes)


COLABORAÇÃO: Laércio