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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Jorge Ben Jor ao vivo no Rio (LP 1991)

 Álbum gravado ao vivo reconduz Jorge Ben Jor para as paradas de sucesso
Um excelente disco pra baixar é este “Jorge Ben Jor ao vivo no Rio”, álbum lançado em 1991 pela Som Livre, e que traz vários hits da carreira. O destaque é "W/Brasil", uma homenagem ao “síndico” Tim Maia e a agência de propaganda com o mesmo nome. A música fez sucesso e agregou novas gerações em sua plateia. Jorge Duílio Lima Meneses, nome de batismo, nasceu no Rio de Janeiro em 22 de março de 1945, ficou inicialmente conhecido como Jorge Ben, e posteriormente adotou o nome Jorge Ben Jor. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos, e dois anos depois já cantava no coro da igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock'n'roll. É conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly "Bop-A-Lena", de Ronnie Self.

No início da anos 1960 apresentou-se no Beco das Garrafas, que se tornou um dos redutos da Bossa Nova. Em 1963, ele subiu no palco e cantou "Mas que nada" - que já tinha gravado como vocalista do conjunto do organista Zé Maria, para uma pequena plateia. Dois meses depois, era lançado o primeiro compacto de Jorge Ben, que inclui ainda "Por Causa de Você Menina". No mesmo ano lançou o primeiro LP, "Samba Esquema Novo", acompanhado pelo conjunto de samba jazz Meirelles e os Copa Cinco. Nessa época Jorge Ben tornou-se unânime entre os críticos musicais da época, pois vinha com uma batida nova, o chamado Samba rock, que agradava ao mesmo tempo grupos extremos como a Bossa Nova e a Jovem Guarda. "Mas que Nada" foi seu primeiro grande sucesso no Brasil e também é uma das canções em língua portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje.

Jorge Ben se aproxima do pessoal da Jovem Guarda, divide casa com Erasmo Carlos no Brooklin, bairro nobre da cidade de São Paulo, daí o título "Silêncio no Brooklin", do seu quinto álbum, e ganha o apelido de "Bidu". Seu estilo incorpora elementos novos no suingue e na maneira de tocar violão, com características do samba, do rock, soul e funk norte-americanos. Além disso, trouxe influências árabes e africanas, oriundas de sua mãe, nascida na Etiópia. No anos 1970, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como "Tábua de Esmeralda" (1974), "Solta o Pavão" (1975) e "África Brasil" (1976). Embora não tenham obtido sucesso comercial, estes álbuns são considerados clássicos da música brasileira, e Jorge conquistou novas plateias a partir dos anos 1990 com sucessos dançantes como este "W/Brasil". Confira:

01 - W/Brasil (Chama O Síndico)
(Jorge Ben Jor)
02 - Oba Lá Vem Ela 
(Jorge Ben Jor)
Amante Amado
(Jorge Ben Jor)
Pelos Verdes Mares
(Jorge Ben Jor)
Nena Naná
(Jorge Ben Jor)
03 - País Tropical
(Jorge Ben Jor)
04 - Filho Maravilha
(Jorge Ben Jor)
05 - Charles Anjo 45 
(Jorge Benjor)
Caramba Galileu Da Galiléia
(Jorge Ben Jor)
Cade Tereza
(Jorge Ben Jor)
Miudinho
(Jorge Ben Jor)
06 - Ela Mora Na Pavuna
(Jorge Ben Jor)
07 - Os Alquimistas Estão Chegando Os Alquimistas
(Jorge Ben Jor)
08 - Taj Mahal 
(Jorge Ben Jor)
A Banda Do Zé Pretinho
(Jorge Ben Jor)



3 comentários:

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    1. Novo link:

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  2. Esse aí é o primeiro formato do álbum, sendo que o CD são dois discos, cada um com onze faixas. Certo?

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