Pesquisar este blog

terça-feira, 30 de junho de 2015

Bobby de Carlo - Singles, raridades e inéditas

 Seleção inclui registros de compactos e coletâneas, além de duas inéditas
Hoje, 30 de junho, o cantor, compositor e músico Bobby de Carlo, um dos pioneiros do rock no Brasil, nascido em São Paulo, comemora 70 anos. Pra lembrar a data, e homenageá-lo, montei essa seleção com músicas lançadas em singles e coletâneas, com exceção de “Ao perder você”, versão de “All I have to do is dream”, extraída do LP de 1967, aqui postado. As faixas são de discos da minha coleção e também de um CD pirata, adquirido numa feira de vinil em São Paulo, mas ainda faltavam duas músicas – “Só” e “Vem” – do compacto de 1971. Consultei inicialmente o amigo e colaborador Aderaldo, e diante da negativa, arrisquei escrever ao artista por meio de sua página no Facebook (aqui), com pedido das duas canções de sua autoria.

Roberto Caldeira dos Santos, nome de batismo do cantor, respondeu de imediato, e me enviou as duas solicitadas, destacando que a qualidade do áudio não é boa, pois foram ripadas de um disco com chiados difíceis de remover. Pra minha satisfação, ele se mostrou tão receptivo com o projeto que ainda me enviou duas inéditas pra acrescentar na coletânea: “Bruxa”, composta pelo amigo Rubens, o Rubão, e gravada em 1999, e “O muro”, do próprio Bobby de Carlo, registrada em janeiro de 2001. Ambas as gravações, com arranjos e execução do cantor, foram feitas no L.A.E. Estúdios, em São Paulo, e já valem por toda a coletânea.

Diante da abertura dada pelo artista, achei que poderia enriquecer a postagem com uma entrevista, feita por e-mail, e Bobby não só topou a ideia, como respondeu prontamente, e ainda pediu para que eu fosse portador de um abraço para todos os seguidores do blog.  Ou seja, ele faz aniversário, e nós ganhamos o presente. O meu agradecimento público a ele. Nesse meio tempo, sem saber do meu contato com o cantor, o Aderaldo – olha só a gentileza! – procurou, encontrou e comprou o compacto de 1971, enviando as duas músicas – já repassadas ao Bobby - com áudio de melhor qualidade. Agradeço a ele pela generosidade, e sinto-me privilegiado por tê-lo como amigo e colaborador. Confira o CD duplo, armazenado em duas partes, que devem ser abertas depois de baixadas completamente, e leia a entrevista abaixo, após a relação das músicas:

CD 01

01 - 1960 - Oh Eliana (Dede Dinah)
(Marcucci - De Angelis - vs: Sérgio de Freitas)
02 - 1960 - Quero amar (I like girls)
(Eddie V. Deane - Ben Weisman p vs: Fred Jorge)
03 - 1961 - Broto feliz (Shy guy)
(Marcucci - De Angelis - vs: Sérgio de Freitas)
04 - 1961 - Amor de brotinho
(Ballard - Hunter - vs: Sérgio de Freitas)
05 - 1961 - Gatinha Lilly
(A. Altman - W. Mesnel - vs: Charly)
06 - 1961 - Hey Lilly (Lilly you)
(Marcucci - De Angelis - vs: Sérgio de Freitas)
07 - 1966 - Tijolinho
(Wagner Tadeu Benatti)
08 - 1966 - Minha tristeza
(Wagner Tadeu Benatti)
09 - 1967 - A boneca que diz não (La poupée qui fait non)
(M.Polnareff - vs: Marcelo Santos)
10 - 1967 - Teimosa
(Wagner Tadeu Benatti - Joe Primo)
11 - 1967 - Cuidado pra não derreter
(Getúlio Cortes)
12 - 1967 - O ermitão
(Getúlio Cortes)
13 - 1967 - Brinquedinho
(Hamilton Di Giorgio)
14 - 1967 - Bobinha
(Nilton - Alemão)
15 - 1967 - Ao perder você (All I Have To Do Is Dream)
(Boudleaux Bryant - Felice Bryant - vs: Laerte Antônio)
16 - 1967 - Corcovado
(Tom Jobim)
17 - 1968 - A passo de gigante
(Elliot Chiprut - vs: Tom Gomes)
18 - 1968 - Marina
(Roberto G. Levita)

CD 02

01 - 1970 - Por você ninguém vai chorar não
(Rubens Pardini)
02 - 1970 - Encabulado
(Bobby de Carlo - Joe Primo)
03 - 1970 - Você é má
(Luiz Wagner - Tom Gomes)
04 - 1970 - Feiosa
(Luiz Wagner - Tom Gomes)
05 - 1970 - Eu esperarei (I will)
(Lennon - McCartney - vs: Geraldo Figueiredo)
06 - 1971 - Anjo
(Abilio Manoel)
07 - 1971 - Coisa banal
(Carlos Pedro)
08 - 1971 - Vem *
(Bobby de Carlo)
09 - 1971 - Só *
(Bobby de Carlo)
10 - 1972 - Lembre-me a todo instante (Let me be the one)
(P. Williams - Roger Nichols - vs: Newton Siqueira Campos)
11 - 1972 - Minha velha canção de amor (An old fashioned love song)
(P. Williams - vs: Newton Siqueira Campos)
12 - 1995 - Tijolinho
(Wagner Tadeu Benatti)
13 - 1995 - Marcianita
(José Imperatore Marcone - Galvarino Villota Alderete - vs: Fernando César)
14 - 1999 - Bruxa (INÉDITA) **
(Rubens, o Rubão)
15 - 2001 - O muro (INÉDITA) **
(Bobby de Carlo)
16 - 2005 - Tijolinho (ao vivo)
(Wagner Tadeu Benatti)
17 - 1996 - A boneca que diz não (La poupée qui fait non) (Ao vivo)
(M.Polnareff - vs: Marcelo Santos)
18 - 1996 - Eu não sabia que você existia (ao vivo)
(Renato Barros - Tony)
19 - 1996 - Marcianita (ao vivo)
(José Imperatore Marcone - Galvarino Villota Alderete - vs: Fernando César)
20 - 2005 - A boneca que diz não (La poupée qui fait non) (Ao vivo)
(M.Polnareff - vs: Marcelo Santos)

*  Gentilmente cedidas pelo Aderaldo
** Gentilmente cedidas pelo Bobby de Carlo

No cinema, Bobby de Carlo atua com Wanderléa, Anselmo Duarte e Ênio Gonçalves

“Gravar LP na Mocambo com Os Megatons 
foi um dos melhores momentos da carreira”

SINTONIAMUSIKAL - Você tem três comemorações em 2015: os 70 anos do seu nascimento, os 55 do primeiro disco, e os 50 da Jovem Guarda. Como pretende festejá-las?

BOBBY DE CARLO - Agradecendo a Deus pelos 70 anos de idade, feliz por ter iniciado minha carreira há 55 anos como profissional, e comemorando os 50 anos da Jovem Guarda, o maior movimento musical ocorrido no País.

Já ouvi Ronnie Von afirmar que você é um grande músico. Você é autodidata? Quem surgiu primeiro, o cantor ou o músico? 

BOBBY - Muita gentileza do amigo Ronnie Von, mas não me considero um grande músico. Apenas adoro tocar. Aprendi os primeiros acordes ao violão com meu pai, sr. Custódio, que tocava músicas do Dilermando Reis. Em 1960, a convite de um amigo, Rubens Pardini, compositor e cantor que não chegou ao profissionalismo, fui acompanhá-lo ao violão num teste na gravadora Odeon. Não deu certo pra ele, mas pra minha felicidade, por ser jovenzinho, tocando violão, perguntaram-me se sabia cantar. Mandei um "Tutti Frutti", e fui contratado na hora. Só fiquei sabendo que meu nome artístico seria Bobby de Carlo na hora de assinar o contrato. Nem questionei. Celly e Tony Campello faziam parte do cast da Odeon, com muitos sucessos, e isso me ajudou muito. Havia poucos compositores de rock, e as gravações eram, na sua grande maioria, versões ou adaptações importadas. Gravei meu primeiro 78 RPM, lado A, "Oh! Eliana", e no B, "Quero Amar". O acompanhamento musical e arranjos foram feitos por Mario Gennari Filho e seu conjunto com Os Titulares do Ritmo no backing vocal.  Paralelamente, por gostar de musica instrumental, ouvia The Ventures, Shadows, procurando tirar na guitarra algumas de suas músicas. 

Quais instrumentos você toca?

BOBBY -  Olha, já toquei flauta doce, ocarina, citara, e outros instrumentos em algumas gravações. Isso não quer dizer que estudei esses instrumentos. Apenas entendendo o que é música, me utilizei deles para fazer alguns solos, sem muitas dificuldades técnicas. O violão, a guitarra e o contrabaixo são instrumentos mais familiares devido a trabalhos constantes que exerci. 

Você teve aulas de música com o Johnny Alf, um legítimo representante da Bossa Nova. Como isso aconteceu?

BOBBY – Sim, tive o privilégio de conhecer Johnny Alf, cantor, compositor, pianista, e profundo conhecedor de harmonia moderna. Um gênio musical. Isso aconteceu quando, em certa ocasião, fui à editora Vitale, em São Paulo, em busca de música. Na editora, o Johnny trabalhava temporariamente, transcrevendo música para partitura de piano, edições da Vitale, para comercialização em lojas especializadas. O Johnny se prontificou a me ensinar, a me dar aulas de Música. Tomei algumas poucas aulas gratuitamente na editora Vitale. Infelizmente, quando deixou a editora, perdi seu contato e não pude me aprofundar em seus ensinamentos. Aprendi que a musica é a arte de combinar os sons, e divide em "Harmonia" (que é combinação dos sons),"Melodia" (combinação sucessiva dos sons) e "Ritmo" (sucessão lógica dos valores de duração). Entendi que, dependendo do instrumento musical, haverá maior ou menor dificuldade de execução, de se fazer música.

Você é um dos criadores da banda The Jet Black's, que começou como The Vampires, apresentando-se no programa "Ritmos para a Juventude", do Antonio Aguillar, na Rádio Nacional de São Paulo. Como foi esse início?

BOBBY - No colégio Frei Paulo Luig, onde estudava, no Pari, bairro de São Paulo, conheci o José Paulo, que estudava violão clássico e lia partituras musicais. Na mesma ocasião, conhecia o Primo Moreschi (Joe Primo), cantor que havia lançado pela gravadora Toda America, um 78 RPM com os rocks "Água de Cheiro" e "Ela me fez de Limão", ambos de sua autoria. Antonio Aguillar o convidou para criar um conjunto para acompanhar os artistas no programa "Ritmos para a Juventude", na Rádio Nacional de São Paulo. Primo me procurou, pois teríamos que montar um conjunto. Apresentei o Primo ao José Paulo, que por sua vez nos apresentou o Jurandi, que tocava bateria. Assim formamos os Vampires. Havia também o Carlão no contrabaixo, mas por pouco tempo. A formação inicial eram três guitarras, contrabaixo e bateria. Começamos a atuar no programa do Aguillar. Com a saída do Carlão, o José Paulo assumiu o contrabaixo. No entanto, devido a compromissos com a gravadora Odeon, relativos à divulgação do meu disco nos meios de comunicação, fui obrigado a me afastar do conjunto. O meu lugar foi ocupado pelo José Provetti, o Gato. O nome do conjunto foi mudado de Vampires para Jet Black´s. Passei a me dedicar somente a carreira de cantor, gravando ainda pela Odeon, mais dois 78 RPMs, com "Amor de Brotinho"/ "Broto Feliz" e “Hey Lilly"/ "Gatinha Lily". 

Você participou da gravação de discos d'Os Jet Black's? Quais?

BOBBY -  Em 1964, fui convidado a retornar ao Jet Black´s no lugar do Gato, que havia saído. O meu único registro em disco com os Jet´s foi acompanhar Dick Danello na faixa "Quando vedrai la mia ragazza", do LP "Tuttisanremo". A formação do conjunto, na época, era José Paulo (baixo), Jurandi (bateria), Orestes (guitarra base) e eu na guitarra solo.

A sua carreira de cantor, iniciada em 1960, tem um hiato entre 1962 e 1965, que é o período do músico no Jet Black's e, segundo consta, num trio de jazz ou de MPB. Como foi essa experiência fora do contexto musical da Jovem Guarda? 

BOBBY – Foi ótima. Entre 1962 e 1965, atuava como cantor, e mais como músico. Participei do trio de Mario Edson (piano), com Beto (bateria), na inauguração de um bar na galeria Metrópole, em São Paulo, de nome Estão Voltando as Flores. O Beto é irmão do Luiz Loy, que com seu quinteto participou de inúmeros programas musicais da TV Record. O Beto tocou n’Os Wandecos, acompanhando a Wanderléa, inclusive no filme "Juventude e Ternura".  Em seguida, fui guitarrista do conjunto Bossa News, com Ronaldo (bateria), Arnaldo (orgão), Darcy (baixo) e por algumas vezes Néstico (sax tenor). Fizemos vários cruzeiros marítimos através da antiga Cia.de Navegação Costeira, com os navios Anna Neri, Rosa de Fonseca e Princesa Leopoldina. Como quinteto, atuamos em boates e bailes. 

Como foi o seu retorno ao disco?

BOBBY - Em 1966, com o programa Jovem Guarda explodindo em audiência, Sergio de Freitas - amigo, radialista e programador musical - sugeriu-me voltar a gravar. Apresentou-me Wagner Tadeu Benatti, o "Bitão", músico e compositor que tinha, entre várias composições, uma em especial:  "Tijolinho". Na ocasião, Primo Moreschi (Vampires/Jet Black´s) formava uma nova banda de nome "Megatons", com ele no baixo, Renato (guitarra), Luiz (guitarra), Edgar (bateria) e o "Bitão", que pertence ao conjunto "Os Pholhas", na guitarra. Bem, ensaiamos “Tijolinho”, e fomos à procura de gravadora. A primeira foi, obviamente, a Odeon. Felizmente, não houve interesse na minha contratação. Digo, felizmente, porque assinamos com a gravadora Mocambo, que nos deu carta branca pra produzir um LP sem nenhuma interferência. Como em outras entrevistas, afirmo, foi um dos melhores momentos de minha carreira. O clima em estúdio com os Megatons, sempre bem humorados, com a retaguarda do Sergio de Freitas, técnico de som, o "Stereo" (esse era seu apelido), foi maravilhoso, totalmente descontraído, sem nenhum estrelismo por parte do grupo. Pude participar, tocando orgão, ocarina, guitarra e cítara. Sou eternamente grato aos amigos. O sucesso do disco “Tijolinho” foi tão grande que assinei contrato com a TV Record, participando efetivamente dos programas "O Pequeno Mundo de Ronnie Von" aos sábados e "Jovem Guarda" aos domingos, aqui em S.Paulo. O disco me privilegiou com o troféu Chico Viola como revelação. 

Como foi a sua experiência no cinema? Não pensou em trabalhar como ator? 

BOBBY - Participei de dois filmes, "Adorável Trapalhão", com Renato Aragão, onde canto “Cuidado pra não derreter”, do Getúlio Cortes, e "Juventude e Ternura", com Wanderléa, Anselmo Duarte e Ênio Gonçalves. Faço o personagem "Paulinho", guitarrista do conjunto da "Beth" (Wanderléa). Conhecer o Anselmo Duarte foi uma honra. Lenda da cinematografia brasileira, e premiado com a Palma de Ouro como diretor em "O Pagador de Promessas". Com ele, tive uma nova visão sobre cinema, passei a gostar do cinema arte, e cheguei a conclusão que, melhor para mim, seria ser só um mero espectador. Não tenho dom para ator, mas gostei da experiência nesses dois filmes que são de Jarbas Barbosa, irmão de Abelardo Barbosa, o inesquecível Chacrinha.

Você gravou até 1972, e se afastou da mídia. O que fez entre o último disco e o retorno nas comemorações dos 30 e 40 anos da Jovem Guarda, em 1995 e 2005, respectivamente? E o que faz atualmente?

BOBBY - Entre 1972 a 1995, no campo musical, trabalhei como contrabaixista no "Beco", em São Paulo, acompanhando shows produzidos e dirigidos por Abelardo Figueiredo, com Aizita Nascimento, Herondy (sem Jane), fazendo parte da banda, Nestico, Tony Osanah, Flavíto, Dagmar, Norival. Com um grupo da cidade de Santos, viajamos pela Linea C, em cruzeiros, alguns para o Norte, e outros para o Sul. Estivemos em certa ocasião em um cruzeiro para Terra do Fogo, passando pelo cabo Horn, e nas Ilhas Malvinas, dois ou três meses antes do conflito entre Argentina e Inglaterra. Foi inicio de janeiro de 1982. O clima nas Ilhas era meio tenso, mas é um lindo lugar. Atualmente trabalho em casa, esporadicamente em algum estúdio, compondo e fazendo arranjos musicais para meu acervo. Quem sabe, um dia, eu possa mostrar algumas delas.

Boa parte dos discos, infelizmente, não dá crédito aos músicos. Quais os principais discos que tem você entre os músicos? 

BOBBY – Realmente, boa parte dos discos não dá créditos aos músicos, infelizmente. A convite do Dino, gravei tocando flauta doce na música “A Photo”, lançada num compacto da dupla Deny e Dino. Em outra ocasião, gravei ao violão, com o amigo e grande cantor Luiz Américo, na música "Carta de Alforria", um grande sucesso, também em compacto simples. É muito bom ter o registro dessas atuações.

Gostaria de deixar uma mensagem pra encerrar a entrevista?

BOBBY - Agradeço a Deus por me permitir chegar aos 70 anos e ao nosso  senhor Jesus Cristo por sua proteção e ensinamentos nesta minha jornada. Peço a Deus, continuar até quando me permitir, honrar com dignidade, honestidade e simplicidade esta dádiva que é viver. Muito obrigado.



8 comentários:

  1. Parte 1

    http://www23.zippyshare.com/v/fml5TbCD/file.html

    Parte 2

    http://www23.zippyshare.com/v/hvAQXXIB/file.html

    ResponderExcluir
  2. Olha Chico, como jovemguardista, eu já admirava o artista Bobby de Carlo, mas agora com essa entrevista e principalmente com a generosidade da atitude dele, em lhe atender prontamente, com toda a simplicidade, passei também a admirar a pessoa humana. Parabéns por essa conquista, e parabéns ao Bobby de Carlo pelos seus 70 anos, seu carisma e seu gesto. Grande abraço

    ResponderExcluir
  3. Parabéns pelo entrevista com esse grande cantor da nossa querida jovem guarda Bobby de Carlo...Muito boa essa coletânea ...Parabéns
    Vlademir Ferreira

    ResponderExcluir
  4. Amigo Chico,
    Sensacional! A cada dia se superando! Parabéns. Abraço. Osvaldo (Santos-SP)

    ResponderExcluir
  5. Karáka, Chico, que feito em?
    Parabéns pela iniciativa de fazer todo esse trabalho.
    E que cara legal esse cantor: maravilha!
    Muito obrigado por compartilhar tudo isso conosco.
    Abraços.
    Kalypso.

    ResponderExcluir
  6. jose mauricio-MACEIO - AL. parabens por esta bela postagem , pelo trabalho, pela dedicacao e principalmente pelo respeito a visitantes anonimos ou nao a seu blog.PARABENS A BOBY DE CARLOS E A VOCE CHICO. abracao.

    ResponderExcluir
  7. Parabens pelo excelente trabalho e dedicação

    ResponderExcluir