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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Silvio Brito - 15 anos... Seja feliz! (CS 1985)

 Single produzido em 1985 pela COMEP homenageia as jovens debutantes
No momento em que recebi este “15 Anos... Seja Feliz!”, outra colaboração do Aderaldo, a quem agradeço, é que me dei conta da formação este ano da primeira geração de debutantes do século. Nada melhor do que postar, ainda no primeiro mês de 2015, esta homenagem a debutante, adolescente que completa seus quinze anos de idade. Reza a tradição que, a partir do seu "début", a jovem moça passava a frequentar reuniões sociais, a usar roupas mais adultas, e tinha permissão para namorar. Por isso, realiza-se o baile, no qual, na recepção dos convidados, a garota usava um vestido bonito e simples, cheio de detalhes infantis, e depois da meia noite aparecia num lindo vestido de gala para dançar a valsa com seu pai. Tudo para representar que ela deixava de ser menina para se tornar mulher. Este compacto, portanto, traz uma homenagem a aniversariante, na voz do Silvio Brito, e uma valsa instrumental para o baile. Confira:

01 – Silvio Brito – Seja feliz! (com Coro EdyPaul)
(Neusa M. Schneider – Waldeci Farias)
02 – Instrumental COMEP – Esta valsa é pra você
(Eduardo Assad)

FICHA TÉCNICA

Produtor fonográfico: COMEP
Produção: Odete Inês Chitolina, Patrícia Silva
Arranjos musicais: Eduardo Assad
Gravação e mixagem: J. Martins
Capa: I. Cipriani
Auxiliar de estúdio: C. Pegorer
Gravado no Estúdio COMEP – SP

COLABORAÇÃO: Aderaldo




domingo, 25 de janeiro de 2015

Aladin com The Jordans - Estelinha (CS 1964)

 Aladin, um dos fundadores do The Jordans, investe em carreira solo em 1964 
Uma curiosidade pra quem curte o grupo The Jordans é este compacto simples do Aladin, gravado em 1964 pela Copacabana. O disco, com acompanhamento da banda – da qual o músico foi um dos fundadores em 1956 -, traz as músicas “Estelinha” e “Santiago querido”, e é da época em que o guitarrista assinava como “Aladin”, e logo na sequência adotou o “Aladdin”, com o “D” dobrado.  Romeu Mantovani Sobrinho, seu nome de batismo, permaneceu no grupo até 1967, quando formou sua própria banda, a Aladdin Band, com a qual gravou dois LPs, em 1968 e 1971, sem muita repercussão. Confira:


01 - Estelinha (Estelita)
(Leo Dan – vs: Aladin)
02 - Santiago querido
(Leo Dan – vs: Aladin)



sábado, 24 de janeiro de 2015

Joni Maza - Bem Quente (LP 1968)

 Joni Maza iniciou carreira artística no começo dos anos 1960 no Rio de Janeiro
Um visitante do SM solicitou recentemente o álbum de 1972 do Joni Maza e seu conjunto "linha quente", lançado em 1972 pela RCA. Pra falar a verdade, e aqui confesso minha ignorância, não conhecia o músico - instrumentista, baterista, líder de conjunto e compositor, de acordo com o Dicionário Cravo Albin da MPB. Curioso, repassei o pedido ao amigo e colaborador Aderaldo, que imediatamente acionou nosso parceiro Luiz Fernando, da Comunidade MC& JG, da VK, que gentilmente nos oferece este “Bem quente”, LP da RCA de 1968. Não é o solicitado pelo internauta, mas vale a pena ouvi-lo. Apesar da capa e do título que remetem a Jovem Guarda/Psicodelia, o repertório é de MPB, com faixas instrumentais e vocalizadas, de primeira qualidade. O disco é uma raridade, e agradeço a ambos pelo empenho e colaboração, pois o mesmo encontra-se hoje à venda no Mercado Livre por R$ 1.500!!!

Segundo o Cravo Albin, Joni Maza nasceu no Rio em 1942 e começou a carreira artística no início dos anos 1960, dirigindo um conjunto de bailes criado por ele e que se apresentou em diferentes clubes da cidade. Em 1966, gravou com seu conjunto o LP "Uma brasa com Joni Maza - Joni Maza e seu conjunto", que incluiu duas composições de sua autoria: "Brotinho avançado", com Mário Júnior, e "Um olho só". Em 1967, gravou com seu conjunto o LP "Nós somos assim - Joni Maza e seu conjunto", do qual fez parte sua composição "Minha paz é você", com Mário Junior. Em seguida, passou a atuar sozinho e gravou este LP, sendo que em 1972 gravou um segundo álbum que teve seu nome como título. Na década de 1980, voltou a atuar com seu conjunto e, até meados dos anos 2000, ainda estava em atuação realizando bailes. Confira:

01 - Eu e a brisa
(Johnny Alf)
02 - Você vai você vem
(Julio César - Márcio Antônio)
03 - Januária
(Chico Buarque)
04 - Este algo mas
(Tomy Ávila)
05 - Joãozinho e a pipa
(João Augusto - Joni Maza)
06 - Zero hora
(Adilson Godoy)
07 - Voltei
(Oswaldo Nunes - Celso Castro)
08 - Lâmpada do Aladim
(Carlos Cruz - Wanderley Cardoso)
09 - Samba do pula pula
(Edson Menezes - Nilson de Alburquerque)
10 - Solamente eso
(Tomy Ávila)
11 - Minha paz é você
(Mário Júnior - Joni Maza)
12 - Joyce's samba
(Durval Ferreira - Maurício Einhorn)

Colaboração: Luiz Fernando, da Comunidade MC & JG, da VK

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

The Five - Jovem Embalo (LP 1967)

 Álbum do grupo The Five, com hits do momento, foi lançado pela Tropicana
Apreciadores de instrumentais vão gostar deste Embalo Jovem, executado pelo obscuro The Five, em disco de 1967 produzido pela gravadora Tropicana. Trata-se de álbum postado originalmente em março de 2012 no site Toque Musical, do amigo Augusto, a quem agradeço, e tomo a liberdade de apresentá-lo aqui, considerando que o link original está vencido. Aproveitei a oportunidade para editar o áudio e preparar a arte gráfica para o CD. Infelizmente, não tenho nenhuma referência sobre os cinco músicos do grupo, mas provavelmente é banda de estúdio, contratada para o projeto, comum no meio fonográfico. A capa, inclusive, é similar a várias outras, como as do selo mineiro Paladium. O mais importante é que os músicos do The Five são competentes e merecem sua atenção. Confira:

01 - Casino Royale
(Hal David - Burt Bacharach)
02 - I had to be you
(Kahn - Jones)
03 - Call me
(Tony Hatch)
04 - I'm comin home, Cindy
(T.Lopez - P. Zeller)
05 - Cabelos longos, ideias curtas
(J.Halliday - G. Thibaut)
06 - Aonde você for eu não irei
(Tommy Boyce - Steve Venet)
07 - Trini's tune
(T.Lopez - L.Kusik)
08 - Não vai passar
(Glen D. Hardin)
09 - Love letters
(Heiman - Young)
10 - I will wait for you
(Le Grand - Gimbel)
11 - Solidão
(Adilson Ramos - Paulo Ramos)
12 - Desculpas
(Stephen Groves)
13 - O balão vermelho
(P. Simon - B.Woodley)
14 -  Keep searchin'
(Del Shannon)

Acervo: Toque Musical



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Almir Bezerra - Sem você (CS 1980)

 Primeiro disco solo do Almir Bezerra foi lançado pela EMI-Odeon em 1980
No rastro da postagem anterior, que trouxe The Fevers sob pseudônimo,  segue agora o primeiro disco solo do Almir Bezerra, vocalista e um dos fundadores da banda. Com sua voz inconfundível, Almir manteve-se no grupo até o início dos anos 1980, quando partiu pra carreira solo, gravando este single pela Odeon com duas músicas autorais em parceria com Rossini Pinto. O single é mais uma colaboração do amigo Aderaldo, a quem renovo agradecimento. Em 1981 foi a vez do primeiro LP, "Ainda existe amor", já postado aqui. A partir daí, gravou vários discos, e chegou até a retornar ao grupo durante a década de 1990. A notícia mais recente a seu respeito aconteceu em 28 de março do ano passado, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) no Recife, e felizmente não foi um caso crítico, segundo os médicos. Atualmente, toca por todo o Brasil com seu projeto solo, acompanhado de banda. Confira:

01 – Sem você
(Almir Bezerra – Rossini Pinto)
02 – Eu sei
(Almir Bezerra – Rossini Pinto)

Colaboração: Aderaldo


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

The Terribles - Brasa Três (LP 1967)

 The Terribles - na verdade, Os Fevers, sob pseudônimo - cantam hits da Jovem Guarda
Este “Brasa 3”, do The Terribles - mais uma colaboração do Aderaldo, a quem agradeço -, faz parte de uma série de cinco volumes, gravados entre 1966 e 1967, mas por bandas diferentes. Os três primeiros – Brasa, Super Brasa 2 e Brasa 3 – são, na realidade, The Fevers sob pseudônimo, com destaque para o vocalista Almir Bezerra. Os intérpretes do quarto volume, já postado aqui, são uma incógnita, e até hoje não foram revelados. O quinto volume, intitulado “Genial! Universal Sound”, foi gravado pelo grupo uruguaio The Innocents (Los Inocentes). Este terceiro volume já circulou na rede, mas é difícil encontrá-lo, ainda mais com arte gráfica completa e áudio de 320 kbps. Aproveite!

01 - Namoradinha De Um Amigo Meu
(Roberto Carlos)
02 - Esperando Você
(Helena dos Santos)
03 - Eu Não Sabia Que Você Existia
(Renato Barros - Tony)
04 - A Catedral (Winchester Cathedral)
(Geoff Stephens - Vs: Nazareno de Brito)
05 - California Dreamin'
(John Phillips - Michelle Phillips)
06 - Eu Só Quero Ver
(Sérgio Reis)
07 - Tijolinho
(Wagner Benatti)
08 - A Boneca Que Diz Não (La Poupée Qui Fait Non)
(Michel Polnareff - Franck Gérald - Vs: Marcelo Santos)
09 - Pare
(Deny - Dino)
10 - Imenso Amor
(Renato Corrêa - Wanderléa)
11 - Veja Se Me Esquece
(Marcos Roberto - Dori Edson)
12 - Gina
(Les Reed - Mitch Murray)


COLABORAÇÃO: Aderaldo

Hélio Justo - Fraternidade (CS 1979)

 Hélio Justo se destaca por suas composições gravadas pelo Roberto Carlos
Bem, já que a faixa do Hélio Justo foi o motivo da criação de um novo link pra download do LP “As 14 mais quentes”, vou apresentar um compacto simples que ele gravou em 1979 pela gravadora CID. O disco traz a música “Fraternidade”, regravada posteriormente pelo cantor e compositor no CD postado (aqui), no Sanduíche Musical, meu blog anterior. O destaque, porém, é o lado B, com pout-pourri de duas músicas conhecidas do grande público: “Custe o que custar” e “Ninguém vai tirar você de mim”, ambas de sua autoria em parceria com Edson Ribeiro e gravadas pelo Roberto Carlos. Confira:

01 – Fraternidade
(Hélio Justo – Miranda Peixoto)
02 – Pout-pourri – Custe o que custar
(Edson Ribeiro – Hélio Justo)
Ninguém vai tirar você de mim
(Edson Ribeiro – Hélio Justo)


Produzido por Aramis Barros


Aviso para quem baixou "As 14 mais quentes"

Link foi atualizado com a quarta faixa, "Romance da gaguinha", na íntegra

Se você baixou o LP “As 14 mais quentes”, postado no último sábado, dia 17, deve ter notado que a quarta faixa, “Romance da gaguinha”, interpretada pelo cantor e compositor Hélio Justo, está incompleta, e precisa ser substituída. Peço desculpas pela minha falha. Refiz o link no post com a música completa, mas não há a necessidade de baixar a pasta novamente, pois é possível fazer o download da música separadamente aqui, e efetuar a devida substituição.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Os Vips - Antologia "É preciso saber viver" (2015)

 Seleção traz 45 gravações feitas pela dupla de maior sucesso na Jovem Guarda
Em 20 de janeiro de 2014, exato um ano, fomos surpreendidos pela triste notícia sobre o falecimento do cantor e produtor musical Márcio Antonucci, da dupla Os Vips, formada  com o irmão Ronald em 1964, ano do início da carreira profissional. Em homenagem póstuma, preparei esta antologia que só foi possível completá-la graças à colaboração dos amigos Aderaldo e Luiz Fernando, da Comunidade MC & JG, do VK, a quem agradeço. A seleção foi retirada de 10 compactos simples, dois duplos e coletâneas como as trilhas do Programa Linguinha (1971), os temas das novelas “O bofe” e “Primeiro Amor" (1972), a série de CDs e LPs comemorativos aos 30 anos da Jovem Guarda (1995), e CD em homenagem ao Roberto Carlos (2000), entre outras. São, no total, 45 músicas distribuídas em ordem cronológica e divididas em dois volumes.

A dupla tem outros discos não incluídos, como o compacto simples de “Submarino amarelo”, que eu tenho e deixei de fora porque o selo (label) do disco desgastou e não se consegue ler absolutamente nada. Também deixei de lado as gravações de grandes sucessos, incluídas no CD Jovem Guarda ao Vivo, lançada por ocasião dos 35 anos do movimento (2000). Preferi priorizar os mais raros, como o EP de 1970, lançado pela RCA, que eu não tenho, mas retirei as músicas de um vídeo no YouTube. Uma curiosidade, que fecha o segundo volume, está na participação do homenageado em duas faixas de um CD da Gretchen, produzido em 2000 pelo próprio Márcio, com quem tive a oportunidade de trocar e-mails em 3 de setembro de 2013.

O motivo do e-mail foi uma discussão na Comunidade MC & JG, da qual participava no hoje finado Orkut, sobre a música “Lá muito além”, gravada em 1965 pela dupla, que um integrante postou e informou que se tratava de versão diferente, com efeito de trovoadas no início da canção. Tenho o disco original, incluído nesta antologia, e nunca ouvi outra versão. Para esclarecer a dúvida do pessoal, fiz contato por meio do site da dupla, e obtive resposta do Márcio em questão de minutos. “Chico, meu caro, não sei do que vc está falando. Provavelmente, como a gravação tem muito eco (uma ideia do Produtor Musical do Compacto Simples, Biá), ela deve ter distorcido em alguma fase das novas tiragens, ou o amigo que mandou a sua MP3 fez a cópia distorcida (não sei se vc sabe, mas MP3 com poucos Kbites distorce até sem tocar... eh-eh!!!)”, gargalhou.

Em resposta, mandei o arquivo pra ele ouvir, e aproveitei a oportunidade para enviar uma relação dos singles e participações da dupla em discos, preparada pelo Aderaldo, a fim de checar nossa coleção. A resposta que recebi, no mesmo dia, foi esta: “A citada gravação foi tirada de alguma montagem, que colocou como interfaixas a trovoada do RITMO DA CHUVA. Bingo!”, desvendou. Quanto a discografia, ele acrescentou: “Estou meio pegado essa semana por conta do show de sábado e de outros compromissos assumidos anteriormente, mas numa rápida olhada nas relações, faltam alguns CS da CBS e todos os da RCA, mais as participações nas novelas da TV Globo e nas produções do jornal O DIA, do Rio de Janeiro, em homenagem ao Roberto. E as 14 MAIS?... eh-eh!!! Vamos nos falando! Baci!”, encerrou. Ocupado, como mesmo afirmou, não conferiu atentamente, pois todos os que citou estavam lá, e a lista serviu de base pra nortear esta antologia que agora o homenageia. Confira:

CD 01

01 - 1964 - Tonight
(Os Vips)
02 - 1965 - É inutile
(Rickygianco - Dante Pieretti)
03 - 1965 - Lá muito além (Five hundred miles)
(Hedy West - vs: Maria Julia)
04 - 1965 - Emoção
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 - 1965 - Menina Linda (I should have known better)
(Lennon - McCartney - vs: Renato Barros)
06 - 1966 - Longe, tão perto
(Os Vips)
07 - 1966 - Oração de Um Broto (Oh orimise me)
(Buck Ram - Adapt. de Nairson Menezes)
08 - 1967 - Faça alguma coisa pelo nosso amor
(Roberto Carlos)
09 - 1967 - Volte Benzinho
(Elenita - Fernanda Margaret)
10 - 1968 - Encontrei um novo amor (Run and hide)
(Stampley - Freeman - Wade - vs: Sergio Reis)
11 - 1968 - No dia em que você voltar (Hard year)
(L.Rawsford - vs: Os Vips)
12 - 1968 - A despedida
(Erasmo Carlos)
13 - 1968 - Não interessa saber
(Sérgio Reis)
14 - 1968 - Não vou nunca esquecer
(Lilian Knapp - Os Vips)
15 - 1968 - Largo tudo e venho te buscar
(Roberto Carlos)
16 - 1968 - Era uma vez
(Lilian Knapp - Os Vips)
17 - 1968 - É preciso saber viver
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
18 - 1968 - Eu fiz de tudo mas não pude te esquecer
(Lilian Knapp - Os Vips)
19 - 1969 - Que bobo fui
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
20 - 1969 - Quem sou eu
(Lilian Knapp - Os Vips)

CD 02

01 - 1970 - Se toda noite, antes de dormir
(vs: Reinaldo Costa)
02 - 1970 - Pense (Tracy)
(Paul Vonce - L.Pockrise - vs: Lilian Knapp)
03 - 1970 - Todo dia
04 - 1970 - Não adianta mais ficar me esperando
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
05 - 1971 - Papa Rua
(Chico Anisio - Arnaud Rodrigues)
06 - 1971 - Tobogã
(Chico Anisio - Arnaud Rodrigues)
07 - 1971 - Welcome home
(Deny)
08 - 1971 - Passageiros com destino a Nova York
(Totó - Jean Pierre - Peninha)
09 - 1972 - Cada segundo
(Antonio Carlos - Jocafi)
10 - 1972 - Grego Só
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
11 - 1973 - Só até sábado
(Márcio Vip - Lilian Knapp)
12 - 1973 - Ninguém vai tomar o seu lugar
(Márcio Vip - Lilian Knapp)
13 - 1973 - Minha Cinderela
(Márcio Vip - Lilian Knapp)
14 - 1973 - Não vá embora
(Márcio Vip - Lilian Knapp)
15 - 1974 - Meu futuro é negro sem você
(Lilian Knapp - Márcio Augusto)
16 - 1974 - Estou tão só
(Lilian Knapp - Márcio Augusto)
17 - 1995 - A volta
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
18 - 1995 - Emoção
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
19 - 1995 - Faça alguma coisa pelo nosso amor
(Roberto Carlos)
20 - 1995 - Parei na contramão
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
21 - 2000 - É papo firme
(Renato Correa - Donaldson Gonçalves)
22 - 2000 - Velho homem do mar
(Roberto Rei - Fernando Cesar)
23 - 2000 - Pega ladrão
(Getúlio Cortes)
24 - 2000 - Ok, DJ  (com Gretchen)
25 - 2000 - Vien, vien, vien  (com Gretchen)

Com a colaboração do Aderaldo e Luiz Fernando, da Comunidade MC&JG, do VK


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Vários artistas - 4 sucessos Tapecar (EP 1976)

 EP com Trio Ternura, Waldirene e Gilson de Souza inclui "Nuvem passageira"
Vou aproveitar  a postagem anterior, que tem o Trio Ternura entre os intérpretes, e apresentar este EP lançado em 1976 pela Tapecar. O disco também inclui o trio, que teve antologia postada aqui, e mais três artistas: Hermes Aquino, Waldirene e Gilson de Souza. O principal sucesso do compacto é a música “Nuvem passageira”, com o cantor e compositor gaúcho Hermes Aquino. A curiosidade fica por conta da Waldirene, que hoje assina como Waldireni, pois sua canção “Você é o homem da minha vida”, como aparece impresso no EP, tem o título grafado como “O homem da minha vida” no single lançado na época pela cantora. Ou seja, a mesma música com títulos diferentes. Confira:

01 - Hermes Aquino - Nuvem Passageira
(Hermes Aquino)
02 - Trio Ternura - Guerra fria
(São Beto – Morane)
03 - Waldirene - Você é o homem da minha vida
(Wanderley Cardoso – J.Oliveira)
04 - Gilson de Souza – Consequências
(Gilson de Souza – Noica Harmonia)





sábado, 17 de janeiro de 2015

Vários intérpretes - As 14 mais quentes (LP 1967)

 LP lançado pela Musidisc reúne Trio Ternura, Ed Lincoln, Dircelene e Helio Justo
O nosso amigo e colaborador Aderaldo viu este LP à venda, e não pensou duas vezes em comprá-lo, mesmo sem a capa original, devorada por cupins. A empreitada valeu a pena porque este disco lançado pela Musidisc é uma raridade, e nem sabia de sua existência.  Agradeço o Aderaldo por compartilhá-lo conosco. O disco, provavelmente de 1967, reúne quatro nomes: Trio Ternura, Ed Lincoln, Dircelene e Hélio Justo, mais conhecido por suas composições gravadas por Roberto Carlos.  O disco merece ser curtido, independente do problema com o invólucro. Eu até montei o material gráfico alternativo, mas acabei encontrando a foto, em preto e branco, da capa original, que se encontra na pasta, e fiz uma genérica, especialmente pra postagem. Confira:

01 - Trio Ternura - Lindo  (Groovin)
(Felix Cavaliere - Eddie Brigati - vs:  Carlos Wallace)
02 – Ed Lincoln - É o Cide
(Ed Lincoln - Sylvio Cezar)
03 - Dircelene - Que será
(Palito Ortega - vs: Tito Santos)
04 – Hélio Justo - Romance da gaguinha
(Miranda Peixoto)
05 – Trio Ternura - Música para ver você passar  (Music To Watch Girls By)
(S. Rami - vs:  Carlos Wallace )
06 - Dircelene - Uni duni te
(Chico Feitosa - Nonato Buzar)
07 - Hélio Justo  - Garota birutinha
(Helio Justo - Dayse Justo)
08 - Trio Ternura - Volta, meu amor (Changes)
(Phil Ochs - vs:  Edson Mello)
09 - Ed Lincoln - Eu não vou mais
(Durval Ferreira - D’Orlann)
10 - Dircelene - Ficção de amor
(Getulio Macedo)
11 - Hélio Justo - Ninguém me leva a sério
(Luiz Fernando - Foguete - H. J.)
12 - Trio Ternura - Como é lindo o Natal 
(Robert Livi - Marcos Moran)
13 - Dircelene - Tempo Novo
(Titto Santos - Ana Theresa)
14 - Hélio Justo - Não vou mais brigar
(Helio Justo - Dayse Justo)

COLABORAÇÃO: Aderaldo





sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Paralamas do Sucesso - Dos margaritas (CD 1994)

 Versão hispânica do álbum "Severino" foi lançada no ano de 1994 na Argentina
Este CD da banda Paralamas do Sucesso, também conhecida somente por Paralamas, é mais um daqueles que comprei numa das viagens a Buenos Aires, na Argentina. O disco, intitulado “Dos Margaritas”, é a versão hispânica do álbum “Severino”. O CD, lançado em 1994, teve participação do guitarrista Brian May, da banda inglesa Queen, na música “El vampiro bajo el sol”.  Segundo o Wikipedia, o começo da década de 1990 foi dedicado às experimentações realizadas pelos três integrantes da banda - Herbert Vianna (guitarra e vocal), Bi Ribeiro(baixo) e João Barone (bateria) –, e este álbum faz parte desse processo, com arranjos muito elaborados. No entanto, o disco foi ignorado pelas rádios e grande público no Brasil, vendendo 55 mil cópias. Em compensação, a banda obtinha enorme popularidade no resto da América, graças ao desempenho do disco Paralamas, um álbum de coletânea de versões em espanhol, lançado em 1993, já postado aqui, e também por este “Dos Margaritas”, que estourou principalmente na Argentina. Confira:

01 - Dos margaritas
(Herbert Vianna – Bi Ribeiro – vs: Martin Cardoso)
02 - Coche viejo
(Herbert Vianna – vs: Martin Cardoso)
03 - El vampiro bajo el sol
(Fito Paez - Herbert Vianna)
04 - Vamo batê lata
(Herbert Vianna)
05 - Go back
(Sérgio Britto – Torquato Neto – vs: Martin Cardoso)
06 - Navegar impreciso
(Herbert Vianna)
07 - Casi un segundo
(Herbert Vianna – vs: Martin Cardoso)
08 – Cagaço
(Herbert Vianna – Bi Ribeiro)
09 – Músico
(Tom Zé – Bi Ribeiro – Herbert Vianna – vs: Martin Cardoso)
10 - El amor duerme
(Herbert Vianna – vs: Martin Cardoso)
11 - Não me estrague o dia
(Herbert Vianna – Bi Ribeiro)
12 - Será diferente
(João Barone – Herbert Vianna – vs: Martin Cardoso)
13 – Varal
(Herbert Vianna)


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Banda 1E99 - Tributo ao centenário Noel Rosa (2010)

 Banda 1E99 resgata e dá um novo frescor às canções do eterno Poeta da Vila
Depois do grande Adoniran Barbosa, postado ontem, nada como abrir espaço no blog pra outro imortal - o compositor Noel Rosa, também conhecido como Poeta da Vila - por meio da moderna sonoridade da Banda 1E99. O grupo, que homenageou Carmen Miranda em disco postado aqui, desta vez comemora o centenário de nascimento do compositor, completado em 2010. O CD, lançado pela CID, resgata 11 canções de Noel, incluindo clássicas como “Palpite infeliz”, “Conversa de botequim”, “Com que roupa”, “Fita amarela”, “Último desejo” e “Pierrô apaixonado”, entre outras. Ao ver a relação das músicas, a gente se dá conta de como é maravilhosa a obra do poeta, e como é importante resgatá-la pra geração “beijinho no ombro”.

Este disco mantém a alegria e o swing do CD anterior, e se revela mais romântico em faixas como “Quem ri melhor” e “Último desejo”, por exemplo. “Três apitos”, outro clássico, ganhou sonoridade que me lembra a Jovem Guarda, e só faltou o Lafayette no órgão pro pacote ser completo. A tradicional “Pastorinhas”, por sua vez, deixa o baile de carnaval, esquentado pela deliciosa “AEIOU”, e surge em versão disco, como “I feel love”, hit da Donna Summer. Enfim, o novo e o antigo se unem no CD em intensa harmonia, com marchinhas e samba-canções revividas em ritmo eletrônico, comandado pela Banda 1E99,  formada por Rody (vocal), André Braga (bateria), Jaguarito (guitarra) e Alberto Neto (DJ/Mc). Confira:

01 - Com que roupa
02 - Fita amarela
03 - Conversa de botequim
04 - Pierrô apaixonado
05 - Quem ri melhor
06 - Feitiço da Vila
07 - Palpite infeliz
08 - Último desejo
09 - Três apitos
10 - AEIOU
11 - Pastorinhas



quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Adoniran Barbosa - Envelhecer é uma arte (CS 1976)

 Single gravado por Adoniran Barbosa em 1976 traz duas composições inéditas
Adoniran Barbosa, um dos grandes compositores brasileiros, comparece no blog com este single de 1976, gravado na EMI-Odeon. O compacto traz duas composições do autor, com destaque para “Envelhecer é uma arte”, música em que destila sua sabedoria em verso e prosa. Trata-se de um dos últimos registros do saudoso Adoniran em disco. Ele nasceu na cidade de Valinhos, em São Paulo, no dia 6 de agosto de 1912, e faleceu na capital paulista, em 23 de novembro de 1982.

Filho de imigrantes italianos, Ferdinando e Emma Rubinato, o jovem morou em Jundiaí e posteriormente em Santo André, na grande São Paulo, onde começou a trabalhar para ajudar a família. Aos 22 anos se emprega em São Paulo como vendedor de tecidos, e começa a participar de programas de calouros no rádio. Seu nome verdadeiro é João Rubinato, mas adota o pseudônimo de Adoniran Barbosa. Em 1934, com a marcha "Dona Boa", feita em parceria com J. Aimberê, conquista o primeiro lugar no concurso carnavalesco promovido pela prefeitura de São Paulo.

Em 1941, é convidado para atuar na Rádio Record, como ator cômico, discotecário e locutor, onde trabalhou por mais de 30 anos. Seu primeiro sucesso foi "Saudosa Maloca"(1951), gravado pelo conjunto Demônios da Garoa, e lança outras músicas, como "Samba do Arnesto"(1953), "Abrigo de Vagabundo"(1959) e a famosa "Trem das Onze"(1964). Em suas obras, retrata o cotidiano das camadas pobres da população urbana e as mudanças causadas pelo progresso. Para isso, faz uso da maneira de falar dos moradores de origem italiana de alguns bairros paulistanos, como Barra Funda e Brás. Uma de suas últimas composições foi "Tiro ao Álvaro", gravada por Elis Regina, em 1980. Confira o single:

01 - Envelhecer é uma arte
(Adoniran Barbosa)
02 - Negô Serafim
(Adoniran Barbosa)



Aviso sobre a antologia do Luiz Carlos Clay

Novo link traz a música "Só quero" devidamente editada, sem defeito do disco

Recebi informação sobre erro no momento da descompactação da pasta com a antologia do Luiz Carlos Clay, postada ontem, logo abaixo, no blog. Tudo indica que duas ou três faixas ficam fora da coletânea durante o processo. Aviso, a quem interessar, que refiz o link, já disponível aqui. A novidade é que substitui a música “Só quero”, incluída no primeiro volume, e que veio com defeito na primeira postagem, por outra de excelente qualidade, editada e enviada pelo amigo José Antonio de Mendonça, a quem agradeço pela gentileza e parabenizo pelo excelente trabalho de edição, feito por meio do Adobe Audition.  “Só quero” - sucesso na voz do Evaldo Braga - é praticamente desconhecido na interpretação do Luiz Carlos Clay, e pode ser baixado separadamente aqui


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Luiz Carlos Clay - Antologia Canção da Paz (2015)

 Luiz Carlos Clay, hoje cantor gospel, iniciou carreira no período da Jovem Guarda
 Antologia reúne músicas extraídas de oito singles, três EPs e três coletâneas
Um velho ditado já diz que a união faz a força, e esta antologia do Luiz Carlos Clay é um exemplo, porque soma discos de duas coleções, a minha e a do nosso amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração de sempre. A seleção, dividida em dois CDs, reúne canções lançadas em oito compactos simples, três duplos e três coletâneas, totalizando 31 músicas, entre as quais “Vuelve conmigo amor”, finalista em 1975 do XVI Festival da Canção de Viña Del Mar, no Chile, assim como a versão em português, “Volta pra mim amor”.  Gostei de montá-la porque, além de poder ouvir um bom intérprete, também descobri um registro musical que não conhecia: “Velho realejo”, do Custódio Mesquita e Sady Cabral, fornecido pelo Aderaldo. Infelizmente, o meu EP com a faixa “Só quero” está com defeito, e a mantive no repertório até futura substituição.

Luiz Carlos Clay nasceu no Recife, PE, em 16 de junho. O pai, carioca, conheceu sua mãe lá por ocasião da parada do navio que ia para a Itália lutar na Segunda Guerra. Casaram e tiveram nove filhos, dos quais dois morreram, e todos receberam nomes de líderes comunistas. O pai era comunista e servia a esse partido. Esteve preso com Luiz Carlos Prestes, no Rio, e prometeu que um dia daria esse nome a um filho, em sua homenagem. Esse filho é Luiz Carlos Clay, que iniciou a carreira artística em 1966 na CBS (Sony). Na gravação do seu terceiro disco, Clay já estava com toda a família no Rio de Janeiro, inclusive a irmã, a cantora Kátia Cilene, que fez sucesso em 1968 com a música “Bilhetinho Apaixonado”, do Othon Russo, produtor da CBS. 

Ele costuma contar que, após ser contratado no final dos anos 1960 para participar do quadro “Os galãs cantam e dançam aos domingos”, do programa Silvio Santos, passou a se reunir com outros artistas que gostavam de tomar uns uísques. “Me tornei um alcoólatra com todas as letras!”, admite. Depois de oito anos sem ver os filhos, Luiz Carlos Clay foi convidado pelo primogênito para cantar em seu casamento, desde que não bebesse na cerimônia. Ele foi, cantou, conheceu o neto nesse mesmo dia, e nunca mais bebeu. A partir de então, Luiz Carlos Clay tornou-se evangélico, casou-novamente, é sócio do Capítulo 095 da Adhonep (Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno), em São Gonçalo, no Rio, e continua cantando com sua bonita voz. Confira:

CD 01

01 - 1966 - Uma casa sobre o mundo (Una casa in cima al mondo)
(P. Donaggio - V. Pallavicini - vs: Rodrigues Filho)
02 - 1966 - Eu nasci pra você (Sono nato con te)
(P. Donaggio - V. Pallavicini - vs: Antonio Aguillar)
03 - 1966 - Tente lembrar (Try to remember)
(H. Schimidt - T. Jones - vs: Nazareno de Brito)
04 - 1966 - Livre (Born free)
(Don Black - John Barry - N. Bourget)
05 - 1967 - Vivemos duas vezes (You only live twice)
(Bricusse - Barry - vs: Bruno Silva)
06 - 1967 - Lady
(Kaempfert - Rehbein - vs: Nazareno de Brito)
07 - 1967 - Silêncio do cantor
(Joubert de Carvalho - David Nasser)
08 - 1969 - Homem de pedra
(Deny)
09 - 1969 - Marcha dos meus amores
(Jota Dangelo - Hugo Luiz)
10 - 1969 - Sempre a te esperar
(Carlos Cruz - Wilton Franco)
11 - 1969 - Nosso destino
(Anires)
12 - 1971 - Só quero (faixa com defeito)
(Evaldo Braga - Carmen Lúcia)
13 - 1971 - Fica
(Paulo Roberto - Carlos Clay)
14 - 1971 - Você mudou demais
(Dick Junior)
15 - 1971 - Eu gosto tanto de você
(Nelson Ned)

CD 02

01 - 1973 - Te amo (Cuban love song)
(H. Sothart - J. Mc Hugh - D. Fields - vs: Waldir Santos)
02 - 1973 - Até que apareceu você
(Claudio Fontana - Sandra)
03 - 1973 - Velho realejo
(Custódio Mesquita - Sady Cabral)
04 - 1974 - Laura
(Antonio Carlos - Jocafi)
05 - 1974 - Cada dia que passa
(Caca - Levy)
06 - 1975 - * Volta pra mim amor (Vuelve conmigo, amor)
(Santiago - vs: Fred Jorge)
07 - 1975 - Quero ouvir o mundo cantar (Quiero ver a todos cantar)
(Santiago - vs: Fred Jorge)
08 - 1975 - A família, base de uma grande nação
(Claudio Fontana)
09 - 1975 - Eu ainda estou aqui
(Carlos Clay - Santiago)
10 - 1977 - Rugas
(Luiz Eduardo - Carlos Clay)
11 - 1977 - Eu gosto de você
(Cézar - Tony Damito)
12 - 1977 - Vem...
(Cleide)
13 - 1977 - E tu te vais (Y te vas)
(José Luis Perales - vs: Silvia Boarato)
14 - 1982 - Canção da paz
(Gilda de Abreu - Marina Ghiaroni)
15 - 1982 - Fim de tarde
(Wilton Franco)
16 - * Vuelve conmigo amor
(Santiago)

 Finalista do XVI Festival da Canção de Viña Del Mar, no Chile

Com acervo do Aderaldo 


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Hyldon - Nossa história de amor (CD 1977)

 Hyldon é, ao lado de Tim Maia e Cassiano, um dos precursores do soul no Brasil
Em busca de informação sobre o Franc Landi, cujo disco foi postado ontem, acabei encontrando uma entrevista com o cantor e compositor Hyldon. Nela, ele conta que trabalhou como um dos produtores de discos da Polydor, e gravou o hit “Na rua, na chuva, na fazenda” no dia em que Landi perdeu o voo e não pode usar o estúdio no horário programado, daí a decisão de ocupar o espaço vazio com o próprio projeto musical. Gostei da entrevista, e fiquei com vontade de ouvi-lo. Foi assim que acabei encontrando na rede este “Nossa história de amor”, originalmente lançado em 1977 pela CBS (Sony), disponível no blog Sucessos Originais, graças a colaboração de Ulysses Wanderley, a quem agradeço, e tomo a liberdade de repostá-lo aqui, fornecendo o mesmo link disponível para download. Aproveite:

01 - Eu Gostaria De Saber
02 - Conselhos
03 - Eu Sou Um Anjo
04 - O Gavião Solitário
05 - Porque Vivo Só
06 - Nossa História De Amor
07 - Estão Dizendo Por Aí
08 - Solange
09 - Amor Platônico
10 - Rainha De Copacabana

Colaboração: Ulysses Wanderley


domingo, 11 de janeiro de 2015

Franc Landi - Tudo na vida passa (CS 1974)

 Franc Landi fez sucesso em 1973 com "Diga pra mim", versão de Philosopher
Franc Landi... Alguém lembra dele?

Pois é, o cantor Franc Landi, nascido em 1948, na cidade de Manaus, no Amazonas, também teve seu momento de glória, graças à versão da música "Philosopher", da dupla inglesa Yellowstone & Voice, com o título "Diga Pra Mim". A música foi um grande sucesso em 1973, e superou a versão original inglesa, sendo incluída na coletânea Super Parada Tupi (aqui). O bom desempenho foi suficiente pra Polydor/Philips providenciar na sequência a gravação do seu primeiro – e único – LP, intitulado “A voz do sucesso”, recheado de versões de hits internacionais, repetindo a mesma estratégia mercadológica adotada a outro contratado da gravadora, o cantor e compositor Marcus Pitter.

Nesse embalo, Landi participou dos principais programas de TV, inclusive no quadro “Os galãs cantam e dançam aos domingos”, do programa Silvio Santos. Ele retornou ao estúdio em 1974 pra gravar este compacto, sem muita repercussão, e aos poucos saiu de cena. Landi começou a carreira muito cedo, e ainda adolescente, partiu para o Rio de Janeiro em busca do seu sonho. Gravou em 1971 o  primeiro disco, um compacto simples, do selo Orange, que trazia as músicas "Eu Queria Ter Você", composição de Odair José, e "Enquanto Eu Chorava", de Reginaldo Rossi. Franc Landi morreu precocemente, vitima de aneurisma, aos 46 anos, em 27 de abril de 1994, em sua cidade natal, e seus discos ainda não foram relançados. Confira:

01 - Tudo na vida passa
(Donizette)
02 – Aconteceu (Amanecio)
(José Luis Perales – vs: Dos Santos)




sábado, 10 de janeiro de 2015

João Dias - Deixe que eu vá (CS 1972)

 João Dias regravou em 1972 a versão do hit "There's no more corn on the brasos"
Eu não sabia, e acredito que nem você, sobre a versão em português da música “There's no more corn on the brasos”, grande sucesso do grupo The Walkers, gravada aqui no mesmo ano de 1972 como “Deixe que eu vá” pelo veterano João Dias. A possibilidade de ouvi-la deve-se a mais uma colaboração do amigo Aderaldo, a quem agradeço por enviar este single produzido pela EMI-Odeon. O João Dias já tem sinopse de sua carreira divulgada no blog, e vale ressaltar que ele foi considerado o herdeiro vocal de Francisco Alves, "o Rei da Voz", pelo próprio Francisco Alves, dada a semelhança de seus registros vocais. Confira:

01 – Deixe que eu vá (There's No More Corn On The Brasos)
(Innemee – Hoes - Vs: Nazareno de Brito)

02 – Ainda és tudo em meu viver (I Still See You)
(Shaper - Michel Legrand - Vs: Romeo Nunes)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Vanil - Antologia "Lembrando você" (2015)

Vanil se destacou nos anos 1970 como sósia da cantora e compositora Vanusa
No início dos anos 1970, a cantora Vanusa se apresentou no programa Silvio Santos, e o animador a surpreendeu no final com a entrada de uma sósia no palco. “Vanusa viu Vanil”, anunciou uma notinha no jornal, e foi dessa forma que o público soube da existência da nova cantora, mas sem o mesmo recurso vocal da então esposa do saudoso Antonio Marcos. Graças à semelhança física entre ambas, Vanil gravou – pelo que sei – quatro compactos simples, um na CID, outro na Phoenix, e os dois últimos na CBS (Sony), entre 1972 e 1979, coincidentemente o período de maior prestígio da Vanusa, cujo ciclo se fechou com “Mudanças”, seu último grande sucesso comercial. Desde então, nunca mais vi ou ouvi falar em Vanil, que aqui comparece nesta antologia. Confira:

01 - 1972 - João do Ribeirão
(J.Tardelli - Lila - Diná - C.Ricardi)
02 - 1972 - Quero encontrar você
(J.Costa - R.Ruiz - Nice - Nenê)
03 - 1975 - Caramelo, caramelo, você me chamou
(Vers: Adel (D.R.)
04 - 1975 - Te amo demais
(Vers: Amaury Cassiano Wanderley)
05 - 1977 - Mágoa
(Newton Miranda - Jarbas Miranda)
06 - 1977 - Lembranças
(Newton Miranda - Amaury Cassiano - Wagnésio)
07 - 1979 - Lembrando você
(Newton Miranda - Ivan Romero - Amaury Cassiano)
08 - 1979 - Te amo, te quero
(Cassiano Costa - Ivan Romero)