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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Waldireni - Eu preciso te esquecer (CD 2009)

 Cantora adota seu nome de batismo em CD independente lançado em 2009
 Disco com 10 faixas inclui hits da carreira e até "Hey boy", dos Mutantes
Apesar do sucesso alcançado na Jovem Guarda, Waldireni tem uma discografia pequena, limitada a vários compactos e apenas dois LPs, o primeiro lançado em 1968 pela RCA Victor e o segundo em 1977 pela Tapecar, ambos já postados no blog. Em 2009, para alegria dos fãs, a cantora lançou este CD independente, no qual adota a grafia original do seu nome de batismo. “Meu coração é pleno de emoção por esta obra que apresento a vocês. Meu coração vibra de alegria porque cantar, para mim, é vital”, afirma ela em texto no encarte. O disco, muito bem produzido e que revela a mesma voz, resgata dois sucessos da carreira – “A garota do Roberto” e “Tempestade em copo d´’agua” – e traz releituras de canções como “Casaco marrom”, “Eu preciso te esquecer” e até “Hey boy”, do repertório dos Mutantes. Confira:


01 - Nada mais
(Eros - Marcel)
02 - Hey boy
(Arnaldo Baptista - Élcio Decário)
03 - Casaco marrom
(Danilo Caymmi - Gutemberg Guarabira - Renato Correa)
04 - Garota do Roberto
(Eduardo Araújo - Carlos Imperial)
05 - Mais uma vez
(Mariozinho Rocha - Renato Correa - Paulo Sérgio Valle)
06 - Meu travesseiro
(Osmar Navarro)
07 - Tempestade em copo d'agua
(Nilton César - Osmar Navarro)
08 - Só vou gostar de quem gosta de mim
(Rossini Pinto)
09 - Nossa história
(Régis Mazzei - Murilo Romano)
10 - Eu preciso te esquecer
(Mauro Motta - Robson Jorge)


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Demétrius - The Classic Collection - Vol.1 (CD 1994)

CD da Phonodisc/Warner reúne o primeiro e o quarto LP do cantor e compositor 
Este CD do Demétrius é o primeiro volume da série “The Classic Collection”, e foi lançado em 1994 pela Phonodisc/Warner Music. O disco, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, foi muito bem-vindo na época do lançamento, porque ainda era inédito no formato CD, e fez a festa dos colecionadores. O álbum reúne dois LPs do cantor e compositor: o primeiro, “Demétrius canta... com amor e mocidade”, de 1961, e o quarto, “O ritmo da chuva”, de 1964, ambos lançados pela Continental. Sucessos como “A bruxa”, “Rock do saci”, “Corina, Corina”, “O amor que perdi”, “Despenteada” e, é claro, “O ritmo da chuva”, entre outros, estão no repertório que antecede o boom da Jovem Guarda. Confira:

01 - O ritmo da chuva (Rhythm Of The Rain)
(Hohn Gummoe - vs: Demétrius)
02 - A bruxa
(Demétrius - Baby Santiago)
03 - Quase chorei
(Rossini Pinto)
04 - Que fazer (Lonosome Me)
(Don Gibson - vs: Demétrius - Albert)
05 - Minha sina
(Demétrius)
06 - Estou louco
(Baby Santiago - Demétrius)
07 - Selado com um beijo (Sealed with a kiss)
(Uddel - D. Ramos - vs: M. Bastos)
08 - Sem timão (Sin timon)
(P.Ortega - D. Ramos - vs: T. Pavão - Demétrius)
09 - Quisera ser amado (I want to be loved)
(Bailes Bros - vs: J.Fortuna)
10 - Uma lágrima no rosto (Una lacrima sul viso)
(Lunero - Mogol - vs: Fred Jorge)
11 - Garota engraçada (Ninera nueva ola)
(P. Ortega - C. Novarro - vs: Carmem Garcia)
12 - Despenteada (Despeinada)
(P. Ortega - C. Novarro - vs: M. Cristofani)
13 - Corina, Corina (Corinna, Corinna)
(Parish - Chapman - Williams - vs: Demétrius)
14 - Rock do saci
(Tony Chaves - Baby Santiago)
15 - Perfeito amor (Perfect Lover)
(Dennise Norwood - vs: Paulo Rogério)
16 - Chega (Makin' Love)
(Robinson - A. Salvet - J. Plait - vs: Demétrius)
17 - Triste sem ela (I Can't Just Imagine)
(Floyd Gramer - vs: Demetrius)
18 - Come back to me
(Demétrius)
19 - Cuide certinho do meu bem (Take Good Care Of My Baby)
(King - Goffin - vs: Demétrius)
20 - O amor que perdi (Runaway)
(Del Shannon - Crook - vs: Fred Jorge)
21 - Pelos caminhos sem fim (Home On The Rangel)
(Adaptação de Fred Jorge)
22  - Jamais terá o meu carinho (Penny Moved Away)
(B. Bare - Williams - B. de Vorzan - vs: Demétrius)
23 - Broto levado
(Demétrius)
24 - Let's think about living
(Boudleraux Bryant)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

The Rebels - Rua Augusta, Zero Hora (LP 1962)

 LP do selo VS foi reeditado em 1964, sem o título, pela gravadora Beverly
Este LP do grupo The Rebels foi um dos primeiros discos do meu acervo. Hoje, sem a capa original, deteriorada pelo manuseio e pelo tempo, e com vários arranhões nas faixas, tornou-se inaudível. Após comentar o assunto com nosso colaborador Laércio, ele me enviou as faixas do disco pra minha coleção, e informou que foram extraídas de um CD genérico. Acabei encontrando a capa e a contracapa num anúncio no Mercado Livre, e tomei a liberdade de apresentar o disco no blog, adicionando as etiquetas do meu velho vinil. Nesse processo, constatei que o LP foi lançado originalmente em 1962 pela gravadora VS, com o título “Rua Augusta, zero hora”, diferente do meu exemplar, uma reedição de 1964 pela Beverly, mas sem o título na capa. Tenho certeza que os fãs de instrumentais, executadas por Nino (bateria), Constantino (guitarra de harmonia), José Carlos (guitarra solo) e Nenê (que faria sucesso na banda Os Incríveis), no baixo elétrico, vão curtir o disco, que tanto embalou os bailinhos na minha adolescência. Confira:

01 - Battle Hymn Of The Republic
(William Steffe) 
02 - Ritmo Pagão
(Camargo) 
03 - Amapola
(Joseph M. Lacalle) 
04 - Canção do Álamo
(Camargo) 
05 - Chow Mein
(Camargo) 
06 - When The Saints Go Marching In
(Tradicional) 
07 - A Lenda da Tribo Rebelde
(Camargo) 
08 - Las Vegas Twist
(B. Milan - De Cuyper - J. Malinda - R. Beck) 
09 - Colorado
(Camargo) 
10 - Canção de Dalila
(Young - Livingston - Evans) 
11 - Olhos Negros
(Tradicional) 
12 - Old Man River
(Jerome Kern - Oscar Hammerstein II) 

COLABORAÇÃO: Laércio


terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Jovem Guarda e as histórias em quadrinhos (2019)

HQ serviram de inspiração para muitas canções durante Jovem Guarda
 
 Personagens das histórias em quadrinhos fizeram sucesso na música
Recebi do Vlademir, amigo que conheci na época em que fiz parte de uma comunidade no extinto Orkut, esta coletânea da Jovem Guarda. Agradeço a ele pela montagem do repertório e por enviá-la para postagem. O objetivo foi reunir canções que se referem a personagens das histórias em quadrinhos. A seleção inclui desde um dos principais criadores, Walt Disney, até personagens esquecidos por boa parte do público, como Brucutú, Brasinha e Sobrinhos do Capitão, sem esquecer dos clássicos, como Pato Donald, Peter Pan, Chapéuzinho Vermelho, Popeye e Tom & Jerry. Entre os intérpretes encontramos nomes como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Ronnie Von, Trio Esperança, Meire Pavão, The Jet Blacks e até os desconhecidos João Sá, que posteriormente faria sucesso como Cláudio Fontana, e Almir Duarte, mais famoso como Almir Ricardi. Confira:

01 - Roberto Carlos - Brucutú
02 - Trio Esperança - A festa do Bolinha
03 - Erasmo Carlos - O pica-pau
04 - Ronnie Von - Igual a Peter Pan
05 - Meire Pavão - Papai Walt Disney
06 - Albert Pavão - Lobo mau e os 3 porquinhos
07 - Os Ingênuos - Pimentinha
08 - The Jungle Cats - Chapéuzinho vermelho
09 - The Jet Blacks - Abre a porta Chapéuzinho
10 - Enza Flori - Gasparzinho
11 - Almir Duarte - O Zorro
12 - João Sá (Claudio Fontana) - Brasinha
13 - Meire Pavão - Família Buscapé
14 - Os Panteras - Pato Donald
15 - Silvio Brito - Natal do Tio Patinhas
16 - Antonio José - Sentimentos em Patópolis
17 - Erasmo Carlos - Tom e Jerry
18 - Trio Esperança - Gasparzinho
19 - Meire Pavão - Sobrinhos do capitão
20 - Os Ingênuos - Seu Pafuncio
21 - Os Irmãos Metralha - A volta dos Metralhas
22 - Albert Pavão - Tio Patinhas
23 - Enza Flori - Popeye
24 - Meire Pavão - Eu amo o Batman
25 - Os Pequenos Cantores da Guanabara - Chapéuzinho vermelho


COLABORAÇÃO: Vlademir



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Vários artistas - O mundo em suas mãos - Volume 3

 Terceiro volume da série  produzida pela Odeon foi lançada em 1965
Grandes sucessos de 1964 e 1965 estão reunidos neste terceiro volume da série “O mundo em suas mãos”, projeto da gravadora Odeon. O álbum, lançado em 1965, é uma prova da enorme popularidade dos Beatles na época, pois três entre as 14 faixas do disco são do quarteto de Liverpool. No repertório, estão astros internacionais como Shirley Bassey, que interpreta “Goldfinger”, um dos temas mais famosos do James Bond, Richard Anthony, The Animals, Matt Monro, Franck Pourcel, Pino Donaggio e outros. Confira:

01 - Franck Pourcel - Una lacrima sul viso
(Lunero - Mogol)
02 - The Beatles - A hard day's night
(Lennon - McCartney)
03 - Richard Anthony - Cin cin
(R. Anthony - Ch.Blackwell - Pallavicini)
04 - The Beatles - I feel fine
(Lennon - McCartney)
05 - The Animals - The house of the rising sun 
(Alan Price)
06 - Georges Jouvin - Amore, scusami
(Pallavicini - Mescoli)
07 - Danny Williams - Moon river
(Mancini - Mercer)
08 - Franck Pourcel - Non ho l'etá
(Niza - Panzeri)
09 - The Beatles - I should have known better
(Lennon - McCartney)
10 - Pino Donaggio - Motivo d'amore
(Pino Donaggio)
11 - Georges Jouvin - Dança de Zorba
(M. Theodorakis)
12 - Shirley Bassey - Goldfinger
(Bricusse - Newley - Barry)
13 - Matt Monro - La mama (For mama)
(Charles Aznavour - Robert Gall - Black)
14 - Lucho Gatica - La barca
(Roberto Cantoral)



sábado, 9 de fevereiro de 2019

Fink Bauti - Pizzaria Brasil (CD 2001)

Pizza com moedas na cobertura é crítica a casos políticos arquivados pela justiça
Hoje apresento um disco muito legal, de pop rock, do desconhecido grupo Fink Bauti. O CD, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, foi lançado em 2001 pela Som Livre, e se destaca pelas letras bem humoradas, de autoria de Marcelo Ramos e Pozel. Intitulado “Pizzaria Brasil”, nome da música que abre o disco e que revela a influência do rock dos anos 60 na formação do grupo, o disco também é uma crítica aos políticos, cujos processos de corrupção são julgados pelos nossos juízes de acordo com a conveniência e o interesse, daí o jargão “acabou em pizza”. O disco é interessante, e vale a pena ouvi-lo. Confira:

01 - Pizzaria Brasil
(Marcelo Ramos - Pozel)
02 - Pior Que É
(Marcelo Ramos - Pozel)
03 - O Burro
(Marcelo Ramos - Pozel)
04 - Dança da Cachorra
(Marcelo Ramos)
05 - Esquisito
(Marcelo Ramos - Pozel)
06 - Ah! Que Alívio!
(Marcelo Ramos - Pozel)
07 - Motoboy
(Marcelo Ramos - Pozel)
08 - Pegadinha
(Marcelo Ramos - Pozel)
09 - Da Dois
(Marcelo Ramos - Pozel)
10 - Feiticeira
(Marcelo Ramos - Pozel)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Jovem Guarda e Os Meios de Transporte (2019)

 Seleção traz músicas da Jovem Guarda com referência aos meios de transporte
Aqui está mais uma interessante coletânea montada pelo nosso amigo Aderaldo, a quem agradeço por enviá-la. A seleção se destaca por trazer intérpretes da Jovem Guarda com canções que se referem a meios de transporte, como carro, avião, trem, bicicleta e outros. No repertório, estão artistas como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Os Incríveis, Waldirene, Ed Wilson, Golden Boys e outros. Alguns cantores, como Amado Batista (presente com o rock “O ônibus”, que não conhecia), Angélica e Magazine, não fizeram parte do movimento, mas interpretam canções da época. Confira:

01 - Sérgio Murillo - A diligência
02 - Carlos Gonzaga - Carango
03 - Rossini Pinto - Ford de bigode (com Renato e seus blue caps)
04 - Adilson Ramos - Meu Karmann Ghia
05 - Eny Mara - Só namoro de avião
06 - Mauro Sérgio - Carango envenenado
07 - Trio Esperança - Quero ser locomotiva
08 - Mário César - Fordeco trapalhão
09 - Meire Pavão - Chame um táxi (Tax Man)
10 - Robson Gill - Playboy da bicicleta
11 - Ed Wilson - O carro do papai
12 - Kleber - A moto
13 - The Sunshines - O último trem (Last Train To Clarksville)
14 - Erasmo Carlos - O homem da motocicleta (Motorcycle Man)
15 - Golden Boys - Avião supersônico
16 - Angélica - O calhambeque (Road Rod)
17 - Magazine - Fuscão preto
18 - Amado Batista - O ônibus
19 - Rosemary - O barco
20 - Silvio Brito - No banco de trás do meu carro
21 - Os Incríveis - Se o meu fusca falasse
22 - Waldirene - Trem fantasma
23 - Cyro Aguiar - Apita navio
24 - Paulo Diniz - Iate branco
25 - Os Caçulas - A moça do Kharmann Ghia vermelho
26 - Wanderléa - A charanga
27 - Roberto Carlos - O cadillac

COLABORAÇÃO: Aderaldo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Lady Zu - Fêmea Brasileira (LP 1979)

 Segundo LP da cantora inclui o sucesso "Hora de união", em dueto com Totó
Depois do sucesso com a música “A noite vai chegar”, Lady Zu foi considerada a rainha da discoteca no Brasil, e na sequência lançou seu primeiro álbum (aqui), produzido pela Philips em 1978. Agora é a vez de apresentar o segundo, lançado em 1979, e enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço. O disco se destacou pelo samba soul “Hora de união”, em dueto com Totó, o autor da canção, muito executada nas emissoras de rádio. Outro destaque foi a faixa “Dança louca”, assim como as releituras de “Boneca de pixe” (em dueto com Luis Vagner) e “A banda”, de Chico Buarque. Confira:

01 - Dança Louca
(Paulinho Camargo)
02 - Disco Dance
(Totó Mugabe - Rony McDonald)
03 - Pantera
(Luis Vagner)
04 - Força Do Pensamento
(Bianchi - Francisco Roque - Danilo Pinheiro)
05 - Valeu A Pena
(Walmir - Paulo)
06 - Boneca De Pixe (Part. esp. Luis Vagner)
(Ary Barroso - Luis Iglésias)
07 - Fêmea Brasileira
(Marku)
08 - Vem Comigo
(Marcão - Val)
09 - Um Pra Lá, Dois Pra Cá
(Totó Mugabe)
10 - Hora Da União (part. esp. Totó Mugabe)
(Totó Mugabe)
11 - Esperança
(Maria Nilce - Alex)
12 - A Banda
(Chico Buarque)

COLABORAÇÃO: Laércio



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Mario Gomes - Gosto do jeitinho dela (LP 1977)

 Após sucesso como cantor em novela, Mario Gomes gravou  este álbum
Em 1976, Mário Gomes era um dos galãs da Rede Globo com grande aceitação popular, graças ao personagem Dino César, um cantor em ascensão que protagonizou na novela “Duas vidas”, de Janete Clair. O colar de contas brancas, usado por seu personagem, virou febre entre o público, e a música “Chiclete e Cabochard”, interpretada pelo artista, foi incluída na trilha da novela e muito executada nas emissoras de rádio. Por conta do êxito na ficção, Mário Gomes acabou gravando este LP, lançado em 1977 pela Som Livre, na qual se destaca a releitura de “Gosto do jeitinho dela”, hit do Roberto Carlos, e “Enrosca”, de Guilherme Lamounier, que fez sucesso em 1982 na interpretação do Fábio Jr.

Assim como Wilson Simonal, que viu seu prestígio abalado após a divulgação de uma fake news, segundo a qual o cantor seria informante dos militares durante o período da ditadura no País, Mário Gomes também teve a imagem prejudicada devido a um boato. Ao mesmo tempo que lançava este LP, numa tentativa de abrir novos horizontes profissionais, o ator foi envolvido na falsa informação de que teria dado entrada num pronto socorro com uma cenoura entalada no ânus. Mas o que deveria ter sido apenas uma brincadeira de um jornal de periferia, acabou abalando sua carreira. "As pessoas nunca compreenderam a história da cenoura. Foi uma coisa que me fez rir, como a todo mundo”, disse tempo depois. O fato é que, mesmo depois de comprovada a mentira, Mário Gomes nunca mais foi escalado para interpretar personagem de destaque em novelas. Confira:

01 - Um Alô
(Guilherme Lamounier)
02 - O Cadillac Do Prefeito
(Piau - Sérgio Natureza)
03 - Diga Jimmy
(D'Ávila - Beto - Reina)
04 - Só Pra Você
(Sobre poema de Pablo Neruda)
05 - Gosto Do Jeitinho Dela
(Nikinho - Othon Russo)
06 - Chiclet E Cabochard
(Pedro Aurélio - C. Dias)
07 - Primeira Amante
(Pedro Aurélio - C. Dias)
08 - Ainda Havia Amor
(Mauro Machado Jr. - Dalton Rieffel)
09 - Enrosca
(Guilherme Lamounier)
10 - Cartier Latin
(Sergio Mello)



terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Aviso a quem baixou o volume 2 da série 14 Maiorais

"Flor da noite", que faltava no álbum, foi enviada pelo amigo Aderaldo

Em 13 de dezembro de 2018, postei o segundo volume da série “14 Maiorais”, projeto da gravadora Copacabana. No post (aqui), informei que estava faltando a faixa 12, “Flor da noite”, interpretada pelo Isnard Simone. Agora, pra minha surpresa, o nosso amigo e colaborador Aderaldo, a quem agradeço, me enviou a música, que pode ser baixada aqui, completando o disco.



Anos 60 - Sucessos da Música Brasileira (CD S/D)

 Músicas de festivais e clássicos da Bossa Nova estão entre as 14 faixas do CD
Clássicos da MPB dos anos 1960 estão reunidos neste CD, exclusivo da Droga Raia, que o distribuiu em sua rede de lojas numa ação promocional em parceria com a PolyGram. O disco, enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, inclui músicas de festivais, como “Disparada” (Jair Rodrigues), “A banda” (Nara Leão), “Roda Viva” (Chico Buarque & MPB-4), "Arrastão" (Elis Regina) e “Domingo no parque” (Gilberto Gil), e ícones da Bossa Nova, como “O barquinho” (Lúcio Alves), “Garota de Ipanema" (Os Cariocas) e “Minha namorada” (Vinicius de Moraes & Quarteto em Cy), entre outros. Confira:

01 - Chico Buarque & MPB-4 - Roda Viva
(Chico Buarque)
02 - Vinicius de Moraes & Quarteto em Cy - Minha Namorada
(Carlos Lyra - Vinicius de Moraes)
03 - Ronnie Von - A Praça
(Carlos Imperial)
04 - Elis Regina - Arrastão
(Edu Lobo - Vinicius de Moraes)
05 - Jair Rodrigues - Disparada
(Geraldo Vandré - Théo)
06 - Marilia Medalha & Edu Lobo - Ponteio
(Edu Lobo - Capinan)
07 - Nara Leão - A Banda
(Chico Buarque)
08 - Lucio Alves - O Barquinho
(Roberto Menescal - Ronaldo Boscoli)
09 - Gilberto Gil - Domingo No Parque
(Gilberto Gil)
10 - Os Cariocas - Garota De Ipanema
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
11 - Elis Regina - Upa Neguinho
(Edu Lobo - Gianfrancesco Guarnieri)
12 - Jair Rodrigues - Máscara Negra
(Zé Keti - Pereira Mattos)
13 - Jorge Ben - Chove Chuva
(Jorge Ben)
14 - Toquinho & Vinicius de Moraes - Samba Da Benção
(Baden Powel - Vinicius de Moraes)


COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Albert Pavão - Antologia do rock e da Jovem Guarda

  Repertório oferece 23 faixas da discografia oficial e mais cinco bônus
  Carreira foi pontuada pelas gravações desconcertantes, fugindo ao óbvio
O oitavo volume da série “The Classic Collection”, lançado em 1998 pela Bruno Discos, resgata a obra do cantor, compositor, pesquisador e escritor Albert Pavão, filho do maestro Teotônio Pavão e irmão da Meire Pavão. Organizador do próprio disco, enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço, Albert nos oferece 23 faixas da discografia oficial e cinco bônus, como “My Baby”, gravado em 1966 na TV Cultura de São Paulo, e “Maldita goteira”, rock que agradará a torcida do São Paulo: “Meu time querido é o tricolor, se perde do Santos, pra mim é um horror”, canta o jovem de 16 anos no demo de 1958 em áudio de excelente qualidade para os padrões da época no Brasil. O repertório também oferece as músicas do primeiro disco, um 78 RPM de 1962 , lançado pela Mocambo: "Tu e eu" e "Move it".

O disco de estreia tem valor histórico: o grupo instrumental The Hits, formado por jovens, é o primeiro conjunto a acompanhar um cantor em estúdio de disco no Brasil, pois as gravações eram feitas com orquestras e músicos de estúdio. A mudança também acontecia na própria indústria, que se preparava para substituir o formato 78 RPM pelo vinil de 33 RPM. Outro destaque do repertório é 'Vigésimo Andar', versão de “Twenty Flight Rock”, de Eddie Cochran, com arranjo do maestro Rogério Duprat. A discografia confirma a informação no encarte: “A curta carreira de Albert foi pontuada pelos lançamentos desconcertantes, fugindo ao óbvio, indo quase sempre no sentido contrário às tendências que norteavam o mercado. Este gosto pelos extremos, pela aventura em tomar atitudes contrárias ao que o mercado indicava, provavelmente o afastaram da popularidade que sempre mereceu”. Confira:

01 - Vigésimo andar (20º Flight Rock) (1963)
(E. Cochran - Fairchild - vs: Albert)
02 - Biquininho (1964)
(Carlos Cézar - Antonio Laerte)
03 - Move It (1962)
(Ian Samwell)
04 - Remember Baby (1962) (Don't bug me)
(Luallen - Bragg - Albert)
05 - Lobo mau e os três porquinhos (1965)
(Albert Pavão)
06 - All Shoop Up (1962)
(Blackwell - Presley)
07 - Sobre um rio tão calmo (Up a Lazy River) (1963)
(Arondin - Carmichael - vs: Albert) 
08 - I Hate Lies (1962)
(Albert Pavão)
09 - Vamos mudar (We're Gonna move) (1962)
(Matson - Presley - vs: Albert)
10 - Peggy Sue (1962)
(Holly - Petty - Allison)
11 - Japanese Doll (1964)
(Johnny Tallon)
12 - A estrada é longa (Rocky Road Blues) (1963)
(Bill Monroe)
13 - Garota quadrada (1964)
(Albert Pavão)
14 - Meu brôto só pensa em estudar (1964)
(Albert Pavão)
15 - A casa da Ení (Heartbreak Hotel) (1963)
(Axton - Durden - Presley - vs: Albert)
16 - Mulher de cabeça dura (Hard Headed Woman) (1964)
(Claude Demetrius - Vs: Albert)
17 - Cleópatra, meu amor (1965)
(Albert Pavão)
18 - O homem de Virginia (1965)
(Albert Pavão)
19 - A garota do meu melhor amigo (The Girl Of My Best Friend) (1964)
(Sam Bobrick - Beverly Ross - vs: Albert)
20 - Piqued Head (Cabeça inchada) (1966)
(Herve Cordovil - vs: Albert)
21 - A batalha de Waterloo (1966)
(Albert Pavão)
22 - Filhinho do papai (1967)
(Albert Pavão - Theotonio Pavão)
23 - The River Of Jerere (De papo pro ar)
(Joubert de Carvalho - vs: Albert)
24 - My Baby (1966)
(L. Johnson - Adap. Albert Pavão)
25 - O príncipe escamado (1975)
Vocal: Meire Pavão & The Vickings
(Albert Pavão - Meire Pavão)
26 - Paraiso de amor (1991)
(Theotônio Pavão)
27 - Saudades do Guarujá (1991)
(Albert Pavão)
28 - Maldita goteira (1991)
(Albert Pavão)

COLABORAÇÃO: Aderaldo

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Vários intérpretes - Dança da Meia-Lua (CD 1988)

Edu Lobo e Chico Buarque assinam o repertório do ballet "Dança da Meia-lua"
 Espetáculo do Projeto João de Barro foi criado para o Ballet Teatro Guaíra, do PR
A trilha sonora do álbum “Dança da meia-lua” - obra criada especialmente para o Ballet Teatro Guaíra, de Curitiba, por Edu Lobo - oferece 12 faixas, sendo três instrumentais e nove letradas por Chico Buarque. Lançado em 1988, o CD enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço, reúne intérpretes de peso, como Gal Costa, Danilo Caymmi, Cláudio Nucci e Zizi Possi, além dos próprios autores. Trata-se da terceira parceria da dupla no teatro, que antes dividiu o ballet anterior "O Grande Circo Místico" e o musical "O Corsário do Rei". A nova obra é resultado "de um ano de trabalho e mais outro de aporrinhação", disse Edu Lobo na estreia do espetáculo em 21 de abril de 1988 na capital paranaense. “A sonoridade desta ‘Dança da Meia Lua’ se espraia em vibrações geográficas que vão do frevo ao tango, com solos jazzísticos - numa geleia geral de imagens sonoras (e também visuais, em termos de ballet), que traduzem um espetáculo rico para merecer interpretações mais profundas”, escreveu Aramis Millarch em artigo publicado em 23 de abril de 1988. Confira:

01 - Instrumental - Abertura
(Edu Lobo - Chico Buarque)
02 - Claudio Nucci - Casa de João de Rosa
(Edu Lobo - Chico Buarque)
03 - A Garganta Profunda - A permuta dos santos
(Edu Lobo - Chico Buarque)
04 - Gal Costa - Frevo diabo
(Edu Lobo - Chico Buarque)
05 - Edu Lobo - Meio-dia, meia-lua
(Edu Lobo - Chico Buarque)
06 - Leila Pinheiro - Abandono
(Edu Lobo - Chico Buarque)
07 - Instrumental - Dança das máquinas
(Edu Lobo - Chico Buarque)
08 - Chico Buarque - Tablados  
(Edu Lobo - Chico Buarque)  
09 - Danilo Caymmi - Tororó
(Edu Lobo - Chico Buarque)
10 - Zizi Possi - Sol e chuva
(Edu Lobo - Chico Buarque)
11 - Edu Lobo - Valsa brasileira
(Edu Lobo - Chico Buarque)
12 - Instrumental - Pas de Deux
(Edu Lobo - Chico Buarque)


COLABORAÇÃO: Roberto de Brito

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Roberto Carlos narra Pedro e o lobo (LP 1970)

Narração é o registro em estúdio de um recital do qual o cantor participou no Rio
Este é, sem dúvida, o álbum mais diferenciado da discografia do Roberto Carlos, pois nele o cantor narra “Pedro e o lobo”, acompanhado pela Filarmônica de Nova York, sob a regência do maestro Leonard Bernstein. A narração ocupa a face A do disco, enviado pelo amigo Laércio, a quem agradeço, sendo que a B é preenchida por duas faixas executadas pela Filarmônica. Gravado em 1970, o LP foi o registro em estúdio de um recital do qual Roberto participara meses antes na Sala Cecília Meirelles, no centro do Rio de Janeiro. Confira:

01 – Roberto Carlos - Pedro e o Lobo, op-67 
(Serge Prokofiev)
02 – New York Philharmonic – Semiramis
(Gioachino Rossini)
03 – New York Philharmonic –  Oberon (Ouverture)
(Carl Maria von Weber) 


COLABORAÇÃO: Laércio


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Rosa Miyake hit song - Bye, bye, querido (LP 1968)

 LP lançado em 1968 pela Astrophone é dirigido ao público nipo-brasileiro
A rosa japonesa que canta volta a marcar presença no blog. Desta vez, a cantora e apresentadora comparece com este raríssimo álbum, “Bye, bye, querido”, lançado em 1968 pelo selo Astrophone, dirigido ao público nipo-brasileiro, com clássicos da música japonesa. A canção que dá titulo ao LP foi originalmente lançada em 1966 num compacto simples da Chantecler, acoplado com “Hitori botti ga sabishino” no lado B, faixa também incluída neste disco. Uma das curiosidades é a gravação em japonês de “Sayonara, Sayonara”, música do III Festival Internacional da Canção, defendida por Kyu Sakamoto (aqui), intérprete original de “Sukiyaki”, sucesso no Brasil pela versão “Olhando para o céu”, gravada pelo Trio Esperança. Infelizmente, esta faixa apresenta um pequeno defeito no disco, e por isso adicionei como bônus a versão - sucesso com o grupo Os Incríveis - que a cantora gravou em português. Confira:

01 - Bye, bye, querido (Koi no bye bye)
02 - Koi no Shizuku
03 - Aleutian Kazoeuta
04 - Sakamiti no Club
05 - Yuhi ga Naiteiru
06 - Shirisugita no ne
07 - Sayonara sayonara
08 - Hitoribotti ga Sabishino
09 - Yube no Himitsu
10 - Iwaisake
11 - Como está (Akasaka)
12 - Tada Soredake
13 - Bônus - Sayonara, sayonara (em português)


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Angélica Romântica Vol. 2 - Pra te amar de paixão

 Coletânea com 12 faixas se destaca pelas versões de "If" e "Joe le taxi"
Depois da postagem do primeiro volume (aqui), apresento agora o segundo da coletânea “Angélica Romântica”, montada e enviada pelo amigo Bryan Platão, a quem sou grato pela colaboração. A exemplo do anterior, a compilação reúne faixas românticas dos discos gravados pela cantora, apresentadora e atriz. Apesar de não possuir grande extensão vocal, Angélica tem voz agradável, e seu repertório está de acordo com o que propõe a cantar, sem comprometer a audição – algo que, convenhamos, é difícil de encontrar entre os cantores atuais que fazem sucesso. O repertório foi bem selecionado e se destaca pelo seu grande sucesso, “Vou de táxi”, uma versão da francesa “Joe le taxi”, gravada originalmente pela Vanessa Paradis. A curiosidade fica por conta de outra versão, “If” (Primeiro amor”), hit do grupo Bread. Confira:

01 - Primeiro amor (If)
(David Gates - Vs: Aloysio Reis - Biafra)
02 - Na beira do mar
(Franckye Arduiel - Arnaldo Saccomani)
03 - Que saudade
(Paulo S. Valle - M. Plopschi - Augusto Cesar)
04 - Quero ficar com você
(Chico Roque - Paulo Sérgio Valle)
05 - Pra te amar de paixão
(Bozo Barretti)
06 - Passageiro do meu amor
(Claudio Rabello - Gil - Franck Langolff)
07 - Vou de táxi (Joe le taxi)
(É. Roda - Gil - F. Langolff - Vs: Aloysio Reis - Biafra)
08 - Meu sonho real (Mi chica ideal)
(R. Amado - Biafra - Aloysio Reis)
09 - Toda molhada da chuva
 (Bajo la luz de la luna)
(C. Segarra - Biafra - Aloysio Reis)
10 - Não dá mais
(Cláudio Rabello - Torcuato Mariano)
11 - Sou mais você
(Arnaldo Saccomani - Torcuato Mariano)
12 - Ponto forte
(A. Duá - L.  Olivetti - J. Moreno - F. Pereira)


COLABORAÇÃO: Bryan Platão


quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Denilson Benevides - The Voice II (CD 2003)

Cantor iniciou a carreira no grupo Nilo Amaro e seus cantores de Ébano
Lembra-se do grupo Nilo Amaro e seus cantores de Ébano? Denilson Benevides, intérprete deste “The Voice II”, CD enviado pelo amigo Iluvatar, a quem agradeço, foi um dos integrantes do conjunto, que fez muito sucesso no início dos anos 1960 com as músicas “Leva eu saudade” e “Uirapuru”. Neste disco, lançado em 2003, o cantor apresenta a releitura dessas duas músicas, além de regravar sucessos como “Medo da chuva” (hit do Raul Seixas), “Os verdes campos da minha terra” (Agnaldo Timóteo). "Mi viejo" (Piero) e “Love is all” (Malcolm Roberts), entre outras que mostram a bonita e afinada voz do cantor, falecido em 30 de abril de 2017, segundo nota de condolência da Escola de Samba Vai-Vai, de São Paulo, por quem interpretou em 1981 o  enredo "Acredite se quiser", sagrando-se campeã com o seu segundo título num samba de Osvaldo Arouche e Walter Pinho.

Nascido no Rio de Janeiro em abril de 1945, o cantor logo se mudou com a família para São Paulo. Iniciou a carreira aos 10 anos em Santo André, no ABC paulista. Em 1960, aos 15 anos, foi convidado a participar do grupo “Nilo Amaro e seus cantores de Ébano” (na foto ao lado, primeiro a direita do violonista) e seis anos depois, com o fim do grupo, formou o trio “Os três tons”, que fez sucesso com as músicas “Chega mais pra lá” (African beat) e “Joga a rede no mar”. Dois anos depois, integrou o grupo “Os Uirapurus”, e no início dos anos 1970 passou a investir em carreira solo, trocando seu nome de batismo, Nilson, para Dnilson. Com este nome, lançou um compacto simples em 1972 pela RCA Victor, e já disponibilizado aqui.

Nessa nova fase, já com o pseudônimo Denilson, lançou vários compactos e alguns LPs, dentre eles “Razão, Samba e Forma”, “Meu idioma é Samba”  (capa na foto ao lado) e “Momentos Especias”. Finalmente, iniciou sua carreira internacional, com uma temporada na Cidade do México, onde pela primeira vez teve contato com estrelas da música mundial como Quincy Jones e Liza Minelli. Já no início dos anos 80 foi considerado o melhor intérprete de Sambas de Enredo de São Paulo, sendo campeão com a escola de samba Vai-Vai. A partir daí se apaixonou pelo Carnaval e passou a exercer a função de comentarista carnavalesco.

A partir de 1985 começou a fazer suas primeiras incursões aos Estados Unidos, baseando-se na cidade de Nova Iorque, onde se apresentava com frequência no “Via Brasil”, no cassino “Sands” em Atlantic City e no “Scala” em Miami. Em uma de suas passagens pela América, Denilson teve a honra de se apresentar com uma então desconhecida cantora que muito pouco tempo depois veio a tornar-se Whitney Houston. Nos anos 1990, aceitou o desafio de comandar a casa noturna “Sun Flash”, em São Paulo, e ser maestro do Coral Anhembi. A partir daí, decidiu incorporar o sobrenome ao seu pseudônimo, tornando-se Denilson Benevides, e lançou os trabalhos “The Voice” (1996, na foto acima), “Ainda bem que aqui tem” (2000), “The Voice II” (2003) e “Benevides por Benevides” ( 2005) e “Eu sei que vou te amar” (2007), seu último disco. Confira este:

01 - Lição de Vida
(Paulo Sérgio Valle - Ed Wilson)
02 - Leva Eu Saudade
(Tito Neto - Alventino Cavalcanti)
03 - Tudo Que Se Quer
(Da peça "Fantasma da ópera")
04 - Uirapuru
(Jacobina - Murilo Latini)
05 - Esse Malandro
(Evaldo Gouveia - Jair Amorim)
06 - Pai
(Fábio Jr.)
07 - Medo da Chuva
(Raul Seixas - Paulo Coelho)
08 - Love Is All
(Les Reed - Barry Mason)
09 - Os Verdes Campos Da Minha Terra (Green green grass of love)
(Curly Putman - vs: Geraldo Figueiredo)
10 - Mi Viejo
(Piero - José)
11 - Por Pouca Coisa
(Evaldo Gouveia - Jair Amorim)
12 - Não Morreu A Esperança
(MajÔ - Wagner)
13 - O Amor Está No Ar
(Agostinho dos Santos - Jacob Teixeira)
14 - Um Pouco de Mim
(Carlos P. - Denilson Benevides)

COLABORAÇÃO: Iluvatar, de Chiador (MG)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Deny & Dino - 20 Super Sucessos (CD 1998)

 Principais sucessos da dupla de rock estão presentes nesta coletânea
 Cantores da Baixada Santista (SP) iniciaram carreira na Jovem Guarda
Deny & Dino, uma das duplas mais importantes da Jovem Guarda, comparecem no blog com este CD enviado pelo amigo Aderaldo, a quem agradeço pela colaboração. O disco, lançado em 1998 pela Polydisc, faz parte da série 20 Super Sucessos. Apesar da informação na capa, segundo a qual são sucessos originais, audição mais atenta mostra que se tratam de releituras, com o mesmo arranjo, das gravações originalmente lançadas pela EMI-Odeon. O repertório também inclui músicas lançadas nos anos 1970 pelas gravadoras Continental e Tapecar.  Sucessos como “Coruja”, “Eu só quero ver”, “O ciúme”. “Pra ver você chorar”, “Shut Up” e “O maior golpe do mundo” estão no disco. Confira:

01 - Coruja
(Deny - Dino)
02 - Eu só quero ver
(Sérgio Reis)
03 - Quando o sol despertar
(Pedrinho - Almir Bezerra)
04 - Pare
(Deny - Dino)
05 - O ciúme
(Deny - Dino)
06 - Só pra ver você chorar
(Deny - Dino)
07 - Cantem comigo
(Deny - Dino)
08 - Tempo Dourados
(Deny)
09 - O maior Golpe do mundo
(Marcos Lago - Dino Rossi)
10 - Cabeça Branca
(Pedro Aurélio)
11 - Catedral  (Winchester cathedral)
(Geoff Atephens - vs: Fred Jorge)
12 - Shut Up
(Deny - Dino)
13 - O quanto eu te quero (Lo mucho que te quiero)
(S. Ibarra - R. Ornelas - R. Herrera - vs: Rossini Pinto)
14 - Nem um minuto mais
(Deny - Dino)
15 - Não devo chorar
(Deny)
16 - Esse cara não tá com nada
(Dino Rossi - Marcos Lago)
17 - Ainda vai chegar o dia
(Deny - Dino)
18 - A photo
(Marcos Lago - Dino Rossi)
19 - Bêbado
(Paulo Afonso - Sheil)
20 - Tirando o Sarro
(Deny - Dino)


COLABORAÇÃO: Aderaldo


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Beto Guedes - Em algum lugar (CD 2004)

 Álbum com faixas inéditas foi produzido pela Epic/Sony no ano de 2004
Este “Em algum lugar” é o 11º álbum solo da carreira do Beto Guedes, contabilizado a partir de 1977, quando lançou pela EMI-Odeon o LP “A página do relâmpago elétrico”. O CD, lançado em 2004 pela Epic/Sony, foi enviado pelo amigo Roberto de Brito, a quem agradeço pela colaboração. Trata-se de um disco de músicas inéditas, com destaque para “Amor de filho”, uma parceria do cantor e compositor com Milton Nascimento, “A Via Lactea”, de Lô Borges e Ronaldo Bastos, e “Sonhando o Futuro”, de Cláudio Venturini e Lô Borges.

Alberto de Castro Guedes, seu nome de batismo, nasceu em 13 de agosto de 1951, em Montes Claros, e começou sua carreira muito cedo. Aficionado pelos The Beatles, seus primeiros conjuntos musicais tocavam covers da banda, mas foi a partir de 1969 que passou a participar de festivais, fazendo parcerias com Lô Borges, Milton Nascimento, Márcio Borges e Ronaldo Bastos. Com eles, participaram do famoso Clube da Esquina (na foto ao lado), movimento cultural que tinha como objetivo a troca de informações musicais e experiências, além de muitas composições e participações em discos um dos outros.

Assim, em 1974, juntamente com Toninho Horta, Danilo Caymmi e o pernambucano Novelli, gravaram um disco (aqui) em que cada um trouxe duas de suas canções. Beto gravou “Caso Você Queira Saber” (Beto Guedes e Márcio Borges) e “Belo Horror” (Beto Guedes, Flávio Venturini, Vermelho e Márcio Borges). Foi o passo para que, em 1975, Milton Nascimento o chamasse para dividir com ele a faixa “Fé Cega, Faca Amolada”, um sucesso na época.  A boa repercussão o credenciou a gravar seu primeiro disco solo (capa na foto acima), que trouxe composições próprias, como "Lumiar" em parceria com Ronaldo Bastos, autor também de "Amor de Índio" que intitulou seu segundo disco, lançado em 1978. A partir daí, não parou mais e está em plena atividade. Confira:

01 – Até Depois
(Luiz Guedes - Paulo Flexa - Thomas Roth)
02 – Sonhando o Futuro
(Cláudio Venturini - Lô Borges)
03 – O Amor por Nós
(Jimmy Webb - Vs: Beto Guedes - Tadeu Franco)
04 – Um Sonho Pra Viver 
(Renato Vasconcelos - Murilo Antunes)
05 – Outra Manhã 
(Beto Guedes - Murilo Antunes)
06 – Lamento Árabe 
(Godofredo Guedes)
07 – Em Algum Lugar 
(Frederick Rousseau – Vs: Fernando Brant)
08 – Eu Te Dou Meu Coração 
(Beto Guedes - Léo Lopes - Ronaldo Bastos)
09 – Amor de Filho
(Beto Guedes - Milton Nascimento)
10 – A Via Lactea 
(Lô Borges - Ronaldo Bastos)
11 – Tua Canção
(Ronaldo Cotrim - Carolina Futuro)
12 – Vem Ver o Sol
(Cláudio Faria)
13 – Júlia 
(Gabriel Guedes)

COLABORAÇÃO: Roberto de Brito


domingo, 27 de janeiro de 2019

Trilha da novela Agora é que são elas (CD 2003)

 Ritchie, Lenine, Tim Maia e Rita Lee estão entre as 16 faixas do álbum
Para os fãs de trilhas de novelas, apresento hoje a nacional da “Agora é que são elas”, enviada pelo amigo Laércio, a quem agradeço pela colaboração. Produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 18 horas, entre 24 de março e 6 de setembro de 2003, a atração teve 143 capítulos. Foi a 62ª "novela das seis" exibida pela emissora. Escrita por Ricardo Linhares, baseada numa ideia original de Paulo José, a trama teve direção de Roberto Talma, Leandro Neri e Amora Mautner, com direção geral e núcleo de Roberto Talma. Contou com Débora Falabella, Paulo Vilhena, Vera Fischer, Miguel Falabella, Thiago Fragoso, Marisa Orth, Francisca Queiroz e Paulo Gorgulho nos papeis principais. No repertório, canções interpretadas por Tim Maia, Lulu Santos, Rita Lee, Marina Lima, Guilherme Arantes, Lenine, Ritchie, Daniela Mercury e outros. Confira:

01 - Ritchie - Lágrimas Demais
(Ritchie - Bernardo Vilhena)
02 - Lulu Santos - Já É
(Lulu Santos)
03 - Daniela Mercury - Meu Plano
(Lenine - Dudu Falcão)
04 - Paulinho Moska - Pensando Em Você
(Paulinho Moska)
05 - Adriana Calcanhotto - Justo Agora
(Adriana Calcanhoto)
06 - Tim Maia - Eu amo você
(Cassiano - S. Rochael)
07 - Marina Lima - Sugar (Part. Esp. Alvin L.)
(Marina - Alvin L.)
08 - Tony Platão - Calígula Freejack
(Fausto Fawcett - Tony Platão - Dado Villa Lobos)
09 - Guilherme Arantes - Casulo
(Guilherme Arantes)
10 - João Donato e Marcelo D2 - Balança
(João Donato - Marcelo D2)
11 - Preta Gil - Espelhos D'Agua
(Claudio Rabello - Dalto)
12 - Rita Lee - Aqui, ali e em qualquer lugar 
(Here,there and everywhere)
(Lennon - McCartney - vs: Rita Lee)
13 - Max Vianna - Canções de Rei
(Max Vianna)
14 - Lenine - Agora é Que São Elas!
(Lenine - Dudu Falcão)
15 - Bossa Nova - Bossa lounge
(Instrumental)
16 - Night Dance - Alpha Beat 
(Alpha Beat)

COLABORAÇÃO: Laércio